VEJA O ESTUDO DE EUGÉNIO ROSA - Estudo Eugénio Rosa
O ECONOMISTA EUGÉNIO ROSA ALERTA PARA O CORTE ABUSIVO NOS VENCIMENTOS DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA!
Ler mais: CORTE ABUSIVO NOS VENCIMENTOS DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA!
O recente estudo desenvolvido pelo economista Eugénio Rosa confirma que os trabalhadores a recibos verdes continuam sujeitos a um tratamento desigual, à extrema precariedade e a maioria aufere baixas remunerações
Hoje homenageamos as mulheres do SNS, sempre na linha da frente. Cuidam de todos e não têm tempo para elas. São um pilar do SNS. Sem profissionais não há saúde.
No âmbito da Semana da Igualdade da CGTP-IN, foram contactadas as trabalhadoras dos hotéis Vila Galé Cascais, Londres e Inglaterra.
Estão a ser visitadas dezenas de cantinas escolares do concelho de Cascais, concessionadas à empresa Gertal, permitindo o contacto com centenas de trabalhadoras essenciais, responsáveis pela alimentação das nossas crianças, mas que, apesar disso, são condenadas a contratos de trabalho precários ao longo de décadas (contratos mensais ou trimestrais), horários de trabalho reduzidos (a maioria de 4 ou 6 horas diárias) e à falta de condições de trabalho.
A CIMH da CGTP-IN, realizou no dia 2 um debate, no auditório na sede da CGTP. Foram convidadas um conjunto de organizações ligadas à luta pela igualdade, nomeadamente: ACT (Sub-Inspector geral, Dra. Cristina Rodrigues), Escritório da OIT em Lisboa (Directora, Dra. Mafalda Troncho), APPAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Comissão de Mulheres da UGT, CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação, o MDM – Movimento Democrático de Mulheres, MURPI – Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos, PpDM –, Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, UMAR –União de Mulheres Alternativa e Resposta.
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Inicia hoje a semana da igualdade, de 2 a 8 de março. Sob o lema a Igualdade que Abril abriu. Reforçar direitos. Cumprir a constituição.
A Comissão para a Igualdade da CGTP-IN, lançou um estudo sobre a dimensão da precariedade junto das mulheres trabalhadoras.
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Cerca de 60% das mulheres trabalhadoras em Portugal ganhavam uma remuneração base de 1000 euros brutos em novembro de 2025, de entre estas uma em cada cinco, apenas auferiam o Salário Mínimo Nacional.
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