No dia Internacional da Mulher, o STML, a USL e a Comissão para a Igualdade entre mulheres e homens da CGTP, fizeram questão de celebrar o dia 8 de Março, com as trabalhadoras da CML, com as cantoneiras do Centro Operacional de remoção dos Olivais, com as jardineiras, da Quinta Conde dos Arcos, e com as mulheres da cultura no castelo de S.Jorge.
Elas trabalham ao sol e à chuva, por turnos e ao fim de semana.
O STML realizou um plenário de mulheres trabalhadoras da CML, na Casa dos Direitos Sociais. No ano em que se assinalam os 50 anos do primeiro 8 de Março em Liberdade. A USL e a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP, esteve presente neste dia que é de luta por melhores salários, horários de trabalho, contra a exploração e a Guerra, pela Paz.
O Dia Internacional da Mulher é um dia de todas as Lutas, uma luta de todos os dias contra as desigualdades e a discriminação.
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A Semana da Igualdade está a percorrer as escolas de Cascais para contactar as trabalhadoras da GERTAL das cantinas e refeitórios escolares do Concelho.
14h30. Lgo. Camões
Oiçam-nos: Resistimos. Lutamos E Ganhamos!
Plenário na Cooperativa Amigos de sempre, com distribuição do folheto da semana da igualdade e do cartão comemorativo do dia internacional da mulher.
Hoje a união dos sindicatos de Lisboa e a comissão de mulheres do distrito fez uma distribuição do folheto nos 9 interfaces de transporte da cidade.
O que dizem os mapas de Quadro de Pessoal, na Óptica da Igualdade entre Mulheres e homens!
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Hoje, 14 de novembro de 2024, assinala-se o Dia Nacional da Igualdade Salarial. Esta data, variável, representa o número de dias de trabalho que as mulheres deixariam de ser remuneradas enquanto os homens continuam a receber os seus salários.
O direito e o dever do cuidado à família é ainda entendido como uma função das mulheres. Este estereótipo não mudou, apesar de alguns avanços. Esta situação limita a participação efetiva na atividade profissional, potenciando mais desigualdade salarial, é urgente a redução do horário de trabalho para a efetivação do direito a conciliar o trabalho com a vida pessoal e familiar.
Aprofundou-se a importância da valorização salarial e como os baixos salários, as longas jornadas de trabalho e a falta de apoio familiar, como a falta de equipamentos sociais a preços acessíveis, têm repercussões na dupla jornada enfrentada pelas mulheres trabalhadoras, tornando-as extremamente penosas e desafiadoras.
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