Numa altura em que cada vez mais famílias são atingidas pelo desemprego, é escandaloso que o Governo ataque os direitos dos desempregados e diminua a sua protecção social.
Este é um momento particularmente difícil e vulnerável que exige da parte do Estado o respectivo apoio e acompanhamento. A CGTP alertou e mostrou-se terminantemente contra as medidas do Governo visando poupar com os desempregados!
Em Lisboa, são já 60% os desempregados que não têm direito a qualquer subsídio de desemprego.
Para este aumento do número de desempregados sem direito a subsídio de desemprego contribuem medidas do Governo como:
As novas regras de atribuição do subsídio social de desemprego (nomeadamente o novo método de capitação dos agregados familiares, que chega a inviabilizar a possibilidade de jovens receberem subsídio de desemprego porque vivem com os pais)
O aumento de 365 dias para 450 dias do período de garantia para aceder ao subsídio de desemprego (que inviabiliza, por exemplo, que pessoas que terminam um contrato a termo de um ano tenham direito a ter subsídio de desemprego)
Um desempregado sem subsídio é duplamente vítima (da sua situação de desemprego e da forma como o Estado não o apoia), mais ainda, é uma pessoa que corre um forte risco de exclusão social.
OS DESEMPREGADOS NÃO PODEM FICAR DESPROTEGIDOS!
É preciso Mais protecção social!
É preciso Mais e melhor emprego!
A NECESSIDADE DE FLEXIBILIZAR MAIS É UMA FRAUDE!
PRECISAMOS É DE MAIS EMPREGO E ESTABILIDADE!
VEJA O ESTUDO DE EUGÉNIO ROSA - Estudo Eugénio Rosa
O ECONOMISTA EUGÉNIO ROSA ALERTA PARA O CORTE ABUSIVO NOS VENCIMENTOS DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA!
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O recente estudo desenvolvido pelo economista Eugénio Rosa confirma que os trabalhadores a recibos verdes continuam sujeitos a um tratamento desigual, à extrema precariedade e a maioria aufere baixas remunerações
Ler mais: AGRAVAMENTO DAS CONDIÇÕES DOS “FALSOS RECIBOS-VERDES”
A Comissão Distrital para a Igualdade entre Mulheres e Homens promoveu duas acções de formação sindical dedicada à problemática das doenças profissionais e dos riscos para a saúde no trabalho, colocando em evidência uma dimensão que não pode ser ignorada: a realidade específica das mulheres trabalhadoras.
Ler mais: DOENÇAS PROFISSIONAIS: DAR VISIBILIDADE À REALIDADE DAS MULHERES TRABALHADORAS
A Comissão distrital da USL para Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, realizou uma acção de formação, com a participação de vários sindicatos do distrito de Lisboa.
Ler mais: CDIMH EM LISBOA PROMOVE ACÇÃO DE FORMAÇÃO SOBRE CONCILIAÇÃO
Hoje homenageamos as mulheres do SNS, sempre na linha da frente. Cuidam de todos e não têm tempo para elas. São um pilar do SNS. Sem profissionais não há saúde.
No âmbito da Semana da Igualdade da CGTP-IN, foram contactadas as trabalhadoras dos hotéis Vila Galé Cascais, Londres e Inglaterra.
Estão a ser visitadas dezenas de cantinas escolares do concelho de Cascais, concessionadas à empresa Gertal, permitindo o contacto com centenas de trabalhadoras essenciais, responsáveis pela alimentação das nossas crianças, mas que, apesar disso, são condenadas a contratos de trabalho precários ao longo de décadas (contratos mensais ou trimestrais), horários de trabalho reduzidos (a maioria de 4 ou 6 horas diárias) e à falta de condições de trabalho.
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