O 1º de maio da CGTP- IN é a comemoração do dia Internacional do trabalhador. Este dia nasce como uma homenagem aos trabalhadores de Chicago no dia 1 de Maio de 1886, com o objectivo de conquistar melhores condições de trabalho, principalmente a redução da jornada de trabalho diário de 17 para oito horas de trabalho semanal
Em Portugal o 1º de maio comemora-se em liberdade desde a revolução de abril, há 52 anos, a CGTP IN, realizou 32 acções comemorativas do 1º. De maio, a nível nacional.
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A FEVICCOM/CGTP-IN, em representação dos trabalhadores da indústria cimenteira (Grupo Cimpor e Grupo Secil) chegou a acordo na revisão anual dos respectivos Acordos de Empresa.
Consagrando a reposição da inflação verificada, a melhoria do poder de compra e uma parte da distribuição da produtividade, o aumento da tabela salarial varia entre os 90 euros e os 140 euros, para além do acréscimo das anuidades, do subsídio de refeição, dos subsídios de turno e do subsídio de transporte, com efeitos a 1 de Janeiro e abrangendo mais de um milhar de trabalhadores.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) conseguiu com os trabalhadores, que a administração da Cascais Ambiente recuasse na imposição das escalas de trabalho e na “pressão” para que os trabalhadores trabalhassem, também ao domingo, dia de descanso obrigatório.
Com a intervenção do STAL os trabalhadores conseguiram o cumprimento dos horários de trabalho de segunda a sábado, assumindo a administração desta empresa municipal o compromisso de pagar, como extraordinário, o trabalho aos domingos, com direito a um dia de folga.
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O STEC (Sindicato dos Trabalhadores da Caixa Geral de Depósitos) levou a tribunal a situação de uma trabalhadora que foi despedida injustamente. O Tribunal da relação e Lisboa, condenou da CGD e decidiu:
- reintegrar a trabalhadora com manutenção da categoria e antiguidade;
- pagar as retribuições devidas desde o despedimento até ao trânsito em julgado;
- suportar uma sanção de 100 € por dia em caso de incumprimento da reintegração;
- pagar juros de mora à taxa legal sobre as quantias devidas.
A USL está empenhada a desenvolver uma campanha de esclarecimento sobre as consequências para os trabalhadores de uma eventual aprovação do pacote laboral. Estivemos na estação de Sete-Rios, com uma banca, contámos com a participação do sindicato da Função Pública.
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O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa dinamizou nos últimos dois meses, um abaixo-assinado que procura, no essencial, alertar a Administração para um conjunto de problemas e entropias que urge corrigir.
Com a assinatura do texto de acordo, que aconteceu no dia 17 de setembro, encerrou-se um processo negocial entre os sindicatos e a administração da CP. Esta negociação decorreu durante quase um ano, e tinha como objetivo a reestruturação das grelhas salariais na CP.
Multiplicam-se as ações de contacto e esclarecimento junto da população e dos trabalhadores, no dia 16 realizou-se em 9 interfaces da cidade uma distribuição à população, que alerta para o assalto que o Governo prepara aos direitos dos trabalhadores.
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É já no dia 20 de setembro, sábado, em Lisboa, a manifestação contra o Pacote Laboral do governo do PSD/CDS-PP, com concentração às 15h00, no Marquês de Pombal. A dinamização da jornada de luta está em marcha, afixam-se faixas e pendões na rua, realizam-se distribuições à população, como aconteceu em Vila Franca de Xira com os sindicatos SITE-CSRA e SIESI, junto à estação do comboio. Promovem-se plenários com os trabalhadores para discutir os impactos destas propostas de revisão da legislação laboral têm na vida dos trabalhadores.
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A Direção Distrital da União dos Sindicatos de Lisboa (USL/CGTP-IN), reunida a 2 de setembro, rejeita fortemente os gravosos conteúdos das mudanças propostas naquilo que deveria ser denominado de “Pacote Laboral – Trabalho XIX”, pois é disso que se trata!
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