A CIMH da CGTP-IN, realizou no dia 2 um debate, no auditório na sede da CGTP. Foram convidadas um conjunto de organizações ligadas à luta pela igualdade, nomeadamente: ACT (Sub-Inspector geral, Dra. Cristina Rodrigues), Escritório da OIT em Lisboa (Directora, Dra. Mafalda Troncho), APPAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Comissão de Mulheres da UGT, CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação, o MDM – Movimento Democrático de Mulheres, MURPI – Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos, PpDM –, Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres, UMAR –União de Mulheres Alternativa e Resposta.
Três mulheres que têm trabalhado e lutado connosco:
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Inicia hoje a semana da igualdade, de 2 a 8 de março. Sob o lema a Igualdade que Abril abriu. Reforçar direitos. Cumprir a constituição.
Este é o folheto que vamos distribuir nas fábricas, escritórios, nas escolas, nos hospitais e nas ruas. Pela igualdade consagrada na lei e que falta efectivar na vida e no trabalho.
A Comissão para a Igualdade da CGTP-IN, lançou um estudo sobre a dimensão da precariedade junto das mulheres trabalhadoras.
- A precariedade laboral atinge cerca de 570 mil mulheres trabalhadoras no nosso país, ou seja, 25,6% do total;
- A taxa de precariedade superior a 50% junto das jovens trabalhadoras com menos de 25 anos;
- Portugal é o segundo país da EU, que mais recorre a vínculos precários;
- Sete em cada dez trabalhadores encontram emprego através de contratos não permanentes.
A precariedade tem consequências económicas e sociais graves, pois traduz-se em menores salários, insegurança, menor investimento das empresas em formação profissional, intimidações e chantagens, maiores ritmos de trabalho, etc. – assim como sobre a economia e o desenvolvimento do país, além de constituir a principal causa de desemprego.
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Cerca de 60% das mulheres trabalhadoras em Portugal ganhavam uma remuneração base de 1000 euros brutos em novembro de 2025, de entre estas uma em cada cinco, apenas auferiam o Salário Mínimo Nacional.
De acordo com o estudo divulgado pela CGTP-IN, no âmbito da dinamização da Semana da Igualdade, que decorre de 2 a 8 de março, promovido pela Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, evidenciam as várias dimensões da desigualdade salarial.
Ler mais: CERCA DE 60% DAS MULHERES EM PORTUGAL, GANHA ATÉ MIL EUROS
As declarações que o Ministro da Educação proferiu, segundo as quais as residências universitárias se degradam porque são ocupadas por estudantes mais pobres, "de rendimentos mais baixos", são profundamente graves, reveladoras e inaceitáveis num Estado democrático que se diz comprometido com a igualdade de oportunidades.
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Em Portugal, as mulheres são as mais afectadas por:
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A comissão para a igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, (CIMH) fez sair uma tomada de posição sobre o Dia Nacional da Igualdade Salarial, que se assinalou no dia 16 de novembro, esta data, é móvel e indica o nº de dias que as mulheres deixam de receber, em comparação com os homens, diferença média é de 161,30€ no salário base, mas se considerarmos o ganho (salário, prémios, subsídios regulares, trabalho suplementar) a diferença chega a 241,60€.
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A USL esteve presente no debate promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML). O combate ao pacote laboral também foi alvo de discussão considerando o seu conteúdo que a ser aprovado pode constituir um grande retrocesso para todos os trabalhadores e e em particular para as Mulheres.
Hoje realizou-se um plenário na Eugster FRISMAG, fábrica de máquinas de café e outros aparelhos eletrónicos, situada no concelho de Torres Vedras. Estiveram reunidos cerca de 600 trabalhadores, a maioria mulheres.
Ler mais: MAIS DE 600 TRABALHADORAS DA FRISMAG REUNIDAS EM PLENÁRIO DECIDEM AVANÇAR NA LUTA
No dia 8 de Março a CGTP IN e a comissão para a Igualdade saíram para a rua para denunciar as desigualdades e as injustiças, para exigir a igualdade no trabalho, defender o emprego estável e com direitos.
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- NA CASA DOS DIREITOS SOCIAIS COMEMOROU-SE O DIA INTERNACIONAL DA MULHER
- ELAS ESTÃO NA LINHA DA FRENTE MAS COM SALÁRIOS SUBVALORIZADOS
- TRIBUNA - 7 DE MARÇO
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- IGUALDADE SALARIAL AINDA ESTÁ POR EFETIVAR