SCOTTURB Despede E Abre Concursos De Admissão

A gerência da Scotturb despediu os trabalhadores com vínculos precários (contractos a prazo) embora mantenha abertas candidaturas para admissão de trabalhadores com a mesma categoria dos que mandou embora – motorista de serviço público.

Esta situação torna claro que a empresa tem falta de motoristas, logo todos os que estavam ou estejam com contractos a prazo, estão a ocupar postos de trabalho logo permanentes, logo esses contractos são ilegais e os trabalhadores deviam e devem ter vínculos efectivos à empresa e, desde já, é obrigação legal dos donos da Scotturb readmitir os trabalhadores que despediu com o argumento do fim do contrato a prazo.

A ACT - Autoridade para as Condições de Trabalho tem sido chamada a intervir, mas sem eficácia, porque permite que a gerência da empresa mantenha estas práticas ilegais.

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CP Mantém Recusa Da Reabertura Dos Bares Dos Comboios E Empurra 120 Trabalhadores Para Um Despedimento Colectivo

A CP - Comboios de Portugal, mantém a recusa da reabertura do serviço de refeições dos bares dos comboios Alfa Pendular e Intercidades e não indica nenhuma data para o fazer, pelo contrário, admite junto da concessionária Risto Rail, pertencente ao grupo LSG/Lufthansa, que não precisa mais do serviço.

A Risto Rail acusa a CP de não lhe pagar o serviço desde Março, de ter dificuldades de pagar o salário de julho aos seus 120 trabalhadores e de estar a ponderar um despedimento colectivo.

Está agendada uma reunião entre a Risto Rail e a FESAHT para dia 14 do corrente, pelas 9:30 horas, na estação de Santa Apolónia para melhor analisar a situação onde, pelas 11 horas, será dada uma conferência de imprensa.

Entretanto, a FESAHT vai requere uma reunião no Ministério do Trabalho com a Risto Rail, administração da CP e Ministério das Infra-estruturas para analisar a situação.

Barraqueiro Anuncia Lay-Off Ilegal

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Urbanos de Portugal, (STRUP/FECTRANS) denunciam a intenção da Barraqueiro Transportes (BT), que se encontra actualmente em regime de “lay-off” simplificado e que só termina no final do mês de Julho, não podendo antes disso accionar o mecanismo conforme previsto no Código de Trabalho. No entanto a BT anunciou a intenção de accionar o mecanismo de lay-off previsto no Código do Trabalho, pelo período de 9 (nove) meses a partir de 1 de Agosto e abrangendo 770 trabalhadores, colocando 170 trabalhadores com suspensão de contracto e 600 com redução de horário, o que lhes permite manter a situação de redução de salários e passar a maior parte dos encargos com pessoal para a Segurança Social.

O Sindicato lembra que o Estado continua a pagar a estas empresas, mas sem capacidade de as obrigar a retomar a sua actividade normal que garanta transporte em quantidade e em conformidade com as regras impostas pela DGS para protecção de trabalhadores e utentes e por isso elas continuam imobilizadas, à espera de mais dinheiro.

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Trabalhadores Do Pingo Doce Estão A Ser Ameaçados Caso Votem Contra O Banco De Horas

O CESP está a receber denúncias de vários trabalhadores, de várias lojas do país, que as chefias estão a ameaçar os trabalhadores que, caso estes votem contra o Banco de horas grupal, não vão receber o prémio anual.

Esta situação só vem dar razão ao sindicato quando denunciamos que o referendo ao ser feito através de uma plataforma digital, monitorizada por uma empresa externa, vai permitir à empresa saber quem foram os trabalhadores que votaram e o que votaram.

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Trabalhadora Do SUCH Trabalhou Durante Uma Semana Com Sintomas De COVID-19

O Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Curtumes do Sul, após ter tomado conhecimento de uma trabalhadora do SUCH - Serviço de Utilização Comum dos Hospitais, da lavandaria Central de Lisboa, da zona limpa (calandras), ter testado positivo para COVID-19 na passada segunda-feira, dia 29 de Junho, após ter estado durante uma semana com sintomas.

Face à situação o sindicato dos têxteis solicitou à administração da empresa informação, sobre as medidas que estão a ser implementadas no sentido de salvaguardar a saúde dos trabalhadores, dos seus familiares e dos doentes hospitalizados, considerando que o local onde a trabalhadora estava é um espaço onde a roupa é expedida para os hospitais, o sindicato deu também conhecimento à Direcção-Geral da Saúde acerca do ocorrido. Até ao momento não obteve qualquer resposta.

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Diz Não Ao Banco De Horas Protege A Tua Saúde

O Sindicato do Comercio Escritórios e serviços de Portugal (CESP), lançou uma acção de esclarecimento junto dos trabalhadores do Pingo Doce, grupo jerónimo Martins, sobre as repercussões na vida dos trabalhadores com a implementação do Banco de horas grupal.

Diz não ao banco de Horas, é o lema da campanha contra o referendo que o Pingo Doce vai realizar entre os dia 16 de Julho e 3 de Agosto,  a coberto de um pretenso processo de consulta aos trabalhadores, totalmente organizado e controlado pela empresa, o que  lhe permitirá poder exigir aos trabalhadores períodos de trabalho alargados, sem qualquer compensação remuneratória e que impedem a conciliação entre a vida pessoal e familiar e a vida profissional.

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Vamos à Luta Defender a Saúde e os Direitos Dos Trabalhadores

25 de Junho, Concentração no Rossio – Praça do Município, às 16:00

A União dos Sindicatos de Lisboa vai realizar acções em vários concelhos do distrito de Lisboa na semana de 22 a 26 de Junho integrada na Semana Nacional de Luta com acções nos locais de trabalho e na rua em todos os sectores e regiões, com o lema: Vamos à luta para defender a saúde e os direitos dos trabalhadores! Garantir emprego, salários, serviços públicos.

No dia 25 de Junho vamos estar em Lisboa, concentração às 16:00 no Rossio com desfile para a Praça do Município.

Estas acções de luta realizam-se num quadro de aproveitamento da situação epidémica, o patronato avança na tentativa de retirada de direitos, violando direitos elementares dos trabalhadores, desde o direito à segurança e saúde no local de trabalho, ao direito às férias, a alterações unilaterais de horários de trabalho, à supressão de suplementos remuneratórios, a despedimentos e aos abusos na utilização do teletrabalho e à acumulação do regime do lay-off com a actividade normal e, em alguns casos, mantendo mesmo a sua actividade subsidiada. Para além das questões da saúde, existem reivindicações dos trabalhadores que não podem ficar sem resposta por parte do patronato e do governo, nomeadamente: o aumento geral dos salários para todos os trabalhadores em 90€; a fixação do SMN nos 850€; a erradicação da precariedade; as 35 horas de trabalho semanal para todos, a revogação da caducidade da contratação colectiva e a reposição do principio do tratamento mais favorável.

Por isso vamos à luta para garantir salários, emprego e serviços públicos.

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