Solidariedade

UNIÃO DOS SINDICATOS DE LISBOA SOLIDÁRIA COM A LUTA DOS UTENTES, REPUDIA ACTUAÇÃO DAS FORÇAS POLICIAIS E EXIGE LIBERTAÇÃO DO UTENTE DETIDO EM ALHANDRA!

luta_transportesComo é do conhecimento geral, várias foram as acções levadas hoje a cabo pelas comissões de utentes. Estas acções serviram para esclarecer, denunciar e protestar contra o brutal aumento do preço dos transportes públicos, iniciando-se ainda a recolha de assinaturas numa petição a entregar na Assembleia da República. As acções realizaram-se em Queluz, São João do Estoril, Pontinha, Odivelas, Cais do Sodré e Alhandra, sendo que nesta última os utentes decidiram efectuar um corte simbólico da via férrea (a exemplo do que já haviam efectuado em São João do Estoril no passado dia 24 Julho).
A USL não pode deixar de expressar, desde já, o seu mais veemente repúdio pela forma como se comportaram os elementos das forças policiais em Alhandra, que, efectuando o disparo de um tiro para o ar, ainda detiveram um dos utentes que, no momento, participava nesta acção de luta justa e necessária.  Queremos ainda salientar que acções como esta por parte das forças policiais, utilizando a via da repressão para conter a indignação dos trabalhadores e dos utentes dos transportes públicos não são dignas de um Estado de Direito e Democrático, pelo que exigimos a imediata libertação do utente detido.

SOLIDARIEDADE PARA COM A LUTA DOS UTENTES DOS TRANSPORTES PÚBLICOS

luta_transportesO brutal aumento dos transportes públicos a partir de 1 de Agosto, que, para muitos utentes, pode ultrapassar os 25%, é uma alteração profunda a quem utiliza os transportes públicos como principal meio de locomoção nos centros urbanos.
Esta deliberação mais uma vez não tem em consideração os desempregados, os reformados e os estudantes, assim como o congelamento dos salários e reformas, sendo um autêntico roubo sobre os rendimentos da maioria das famílias que vivem hoje já sob grandes dificuldades.

ADMINISTRAÇÃO DA CARRIS PREJUDICA POPULAÇÕES E TRABALHADORES

luta_strup_carrisA Administração da Carris tem vindo ao longo dos anos a prejudicar as populações que serve, quer através da supressão de carreiras, quer através da alteração dos horários de funcionamento, entre outras. No entanto tenta esconder a sua má gestão aos olhos da opinião pública, actuando de forma persecutória sobre os trabalhadores.
De pouco importa se as populações têm ou não transportes nesta ou naquela artéria da cidade, neste ou naquele horário, relativamente a estas matérias, a administração tem desempenhado um mau serviço aos utentes dos transportes públicos, o mesmo não acontece quando um trabalhador, por razões de saúde, se apresenta ao serviço sem gravata, nesse caso foi rápida a tomar decisões e a aplicar uma pena com quebra de vencimento a quem se apresentou sem o respectivo adereço.
Com o objectivo de contestar tal política persecutória o STRUP desenvolveu ontem uma acção de solidariedade para com os trabalhadores vítimas de processos disciplinares. Nesta acção estiveram presentes dirigentes sindicais do STRUP, da FECTRANS, da USL, da Interjovem e da Inter-reformados, além do PCP, único partido a responder à participação nesta acção, deixando aos trabalhadores uma palavra de solidariedade, afirmando ainda que só com a luta pelo cumprimento das regras se poderá alterar tal situação.

GOVERNO PORTUGUÊS ACEITA TRANSFERIR PARA PORTUGAL MAIS UMA ESTRUTURA MILITAR DA NATO

nato_naoO conselho de ministros da NATO, reunido dias 8 e 9 de Junho na sua sede em Bruxelas, tratou de reformar a sua estrutura de comandos, tendo decidido transferir para Portugal o "comando operacional" da força marítima de reacção rápida ‘Strikfornato’, até agora sedeado em Nápoles. Este ‘comando operacional’, superintende a Sexta Esquadra dos Estados Unidos da América e forças navais de outros estados membros. É personalizado pelo próprio comandante da Sexta Esquadra e reporta directamente com o Comandante Supremo das Forças Aliadas (‘SACEUR’) em Bruxelas.
A NATO pretende também instalar em Portugal a Escola de Sistemas de Comunicação e Informações, agora sediada em Roma. A este lote adiciona-se a manutenção em Monsanto do Centro de Lições Aprendidas e Análise Conjunta (‘JALLC’) e o encerramento do "comando conjunto" instalado em Oeiras.

 

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CONCENTRAÇÃO EM FRENTE À EMBAIXADA DOS EUA JUNTA CENTENAS CONTRA A AGRESSÃO À LÍBIA

libia_cppcRealizou-se ontem, em Lisboa, uma concentração contra a agressão imperialista à Líbia. Em frente à embaixada dos EUA, em Lisboa, cerca de 700 pessoas manifestaram-se, contra a intervenção militar exigindo o fim imediato desta agressão em respeito pela independência e soberania deste país. O CPPC e a União dos Sindicatos de Lisboa reafirmam a sua solidariedade com o povo líbio que é a primeira vítima desta agressão. Condena a intervenção imperialista contra a Líbia e exige o fim imediato desta agressão em respeito pela independência e soberania deste país.

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NÃO À AGRESSÃO CONTRA A LÍBIA! - CONCENTRAÇÃO FRENTE À EMBAIXADA DOS EUA

avi_es_desertoSob o pretexto e disfarce de «intervenção humanitária», estamos perante mais uma guerra de agressão e conquista por parte dos EUA e seus aliados da NATO e da região, com o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Como nos exemplos recentes dos Balcãs, do Iraque e do Afeganistão, mais uma vez, o verdadeiro móbil desta intervenção é o controlo dos recursos naturais e o domínio militar e político da região. 

Numa região marcada positivamente por importantes movimentações populares em luta por melhores condições de vida, por direitos sociais e laborais, liberdade e democracia e pela exigência de soberania e afirmação de independência face ao conluio de decadentes oligarquias com o imperialismo, as potências imperialistas buscam, em renovados moldes e por via da violência quando necessário, prosseguir a sua intromissão e exploração económica dos países desta região.

 

Concentração frente à Embaixada dos EUA 

em Lisboa (Avenida das Forças Armadas, junto a Sete Rios)

 dia 23 de Março, Quarta-feira, pelas 18h00.

 

 

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NÃO À AGRESSÃO MILITAR CONTRA A LÍBIA!

avi_es_desertoAs Organizações signatárias, apoiam as legitimas aspirações políticas, económicas e sociais dos trabalhadores e do povo da Líbia, não podendo deixar de manifestar a sua profunda preocupação e condenação pelas posições recentemente assumidas por parte de potências e organizações estrangeiras, nomeadamente os Estados Unidos da América, a União Europeia, a NATO e a Liga Árabe, no sentido de aproveitarem a situação de conflito armado no país para uma inaceitável ingerência nas questões internas deste Estado e uma clara intenção da busca de pretextos para uma agressão militar camuflada, ou não, de " ajuda humanitária".

 

 

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