MARCHA NACIONAL DA JUVENTUDE ARRANCOU ESTA MANHÃ!
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Os trabalhadores da logística SONAE da Azambuja estão hoje em luta e a realizar um plenário à porta da empresa, contra a intenção de passar a Laboração Contínua (24 horas/dia, 7 dias/semana) e a falta de resposta da empresa ao Caderno Reivindicativo. Os trabalhadores reivindicam o aumento dos salários e valorização das categorias profissionais, o fim da precariedade, horário regulados e direito à conciliação entre a vida profissional e a vida pessoal e familiar e a melhoria das condições de trabalho. Este plenário enquadra-se na Marcha Nacional da Juventude convocada pela CGTP-IN, que está a percorrer o país de norte a sul o país durante esta semana e que culminará com uma Grande Manifestação Nacional da Juventude no dia 28 de Março, em Lisboa.
Hoje o arranque da Marcha em Lisboa irá realizar-se com intervenções e iniciativas nos seguintes locais de trabalho:
7h, Plural, com dirigentes e activistas do STE
8h30, Oficinas da EMEF, com dirigentes e activistas do SNTSF
9h30, C.C. Colombo e C.C. Vasco da Gama, com dirigentes e activistas do Sindicato da Hotelaria
10h, SONAE Azambuja, com dirigentes e activistas do CESP
11h, Rauschert, com dirigentes e activistas do Sindicato da Cerâmica
12h, Call-center da LOGO Seguros, com dirigentes e activistas do SINAPSA
13h30, OGMA, com dirigentes e activistas do STEFFAs
13h30, Fapajal, com dirigentes e activistas do SITE
14h30, Saint-Gobain, com dirigentes e activistas do Sindicato dos Vidreiros
15,30, Ministério das Finanças, com dirigentes e activistas do STE
17h15, Frismag, com dirigentes e activistas do SITE.
Nestes locais de trabalho há um número significativo de jovens trabalhadores que estão confrontados com o aumento da precariedade e da exploração e que luta pela efectivação dos direitos, pelo aumento real dos salários, por emprego com direitos.
VIGILANTES EM LUTA NACIONAL COM CONCENTRAÇÕES EM LISBOA!
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Os trabalhadores e trabalhadores do sector da vigilância privada estiveram hoje em luta ao longo de todo dia. Pelo contrato colectivo, pelos direitos contratuais, por aumentos salariais justos e contra a intransigência patronal. Concentraram-se junto das associações patronais a exigir negociações sérias. O sector da vigilância emprega cerca de 40 mil trabalhadores e tem uma facturação anual de cerca de 700 milhões de euros, no entanto os trabalhadores ganham na sua maioria cerca de 640 euros. Não havendo revisão do contrato colectivo de trabalho há mais de 3 anos os trabalhadores com o seu sindicato STAD estiveram na rua a denunciar a não intenção de negociação por parte dos patrões.
Estadando marcada uma greve para os dias 26 e 27 de Março no intuito de dar continuidade a esta justa luta dos trabalhadores do sector da vigilância. Durante a manhã estes trabalhadores contaram com a solidariedade da CGTP-IN, com a presença de Arménio Carlos, Secretário-geral, onde realizou uma intervenção apelando à unidade dos trabalhadores contra as agressões dos patrões.
CARAVANA PELOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SERVIÇOS!
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- Categoria: Serviços Públicos
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O Grupo EGF (Empresa Geral de Fomento) é uma empresa pública que teve investimentos do Estado e dos municípios de 2000 milhões de euros, nos últimos 20 anos, tem um património de mil milhões de euros, um volume de negócios de 173 milhões de euros e 15 milhões de euros de lucros, em 2013. Tem fundos comunitários por receber no valor de 320 milhões de euros. O Governo quer vender a EGF à SUMA/Mota-Engil por 150 milhões de euros. Esta intenção do Governo ocorre contra a vontade dos municípios, das populações e dos trabalhadores. O Grupo EGF tem 2000 trabalhadores, detém 11 empresas, em 174 municípios, e controla 65% dos resíduos urbanos do país – 6,4 milhões de pessoas.
Contra isto há uma Caravana em Defesa da Gestão Pública dos Resíduos, que está a percorrer o país, de 16 a 31 de Março, organizada pelo STAL (Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local), e a sensibilizar a população e contactar com os trabalhadores do sector. A iniciativa decorre sob o lema "Não ao Negócio do Lixo! Pelos serviços públicos de resíduos" e assume como objectivos fundamentais a defesa da Gestão Pública dos Resíduos, dos direitos dos Trabalhadores, dos Serviços Públicos de proximidade e dos direitos das Populações constitucionalmente consagrados.
PLENÁRIO DE SINDICATOS DA CGTP-IN
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A CGTP-IN reuniu o Plenário de Sindicatos no passado dia 18 de Março, na União de Associações de Comércio e Serviços, em Lisboa, onde se debateram entre várias questões político-sindicais - a governação económica da U.E. e a ofensiva contra os trabalhadores e os povos; - a acção reivindicativa, o aumento geral dos salários e a dinamização de acção e sindicalização; - a reconfiguração do Estado e o projecto de municipalização da Educação , Saúde, Segurança Social e Cultura.
Do encontro resultou a seguinte resolução, intitulada "O país está pior! Com a Luta defender os direitos dos trabalhadores. Romper com a política de direita, construir a alternativa de esquerda e soberana"
A acentuação dos problemas estruturais, em que se destacam os fortes desequilíbrios externos, o agravamento da dívida pública e privada, a queda a pique do investimento e os níveis de desemprego massivo, com uma dramática destruição de quase 800 mil empregos entre 2008 e 2014, são, entre outros, exemplos da política de direita seguida nos últimos 38 anos, e das suas consequências nas condições de vida dos trabalhadores e do povo, que conduziram ao desastre económico e social e a uma grave amputação da soberania do país.
Destacam-se, também, graves problemas sociais: a redução dos salários reais, que desde o início da década de 2000 têm crescido abaixo da produtividade e cuja tendência se acentuou a partir de 2010; a diminuição drástica das indemnizações por despedimento; o aumento da pobreza, das desigualdades e da exclusão social (27,4% em 2013, INE), com maior incidência nos desempregados, trabalhadores com baixos salários e famílias com filhos; uma quebra brutal do número de beneficiários de prestações familiares, que afectou, sobretudo, os mais pobres; uma contínua redução da despesa pública com a saúde, que é uma das mais baixas da UE e que faz com que 14% da população portuguesa não tenha hoje médico de família, assim como os cortes na educação, criando barreiras no acesso ao ensino e agravamentos múltiplos na capacidade educativa dos alunos.
Os factos desmentem a propaganda eleitoralista do Governo PSD/CDS-PP sobre a alegada recuperação económica e confirmam a natureza de classe do capital, consubstanciada nas medidas aplicadas no âmbito dos programas de estabilidade e crescimento (PEC's) e do programa de agressão negociado entre PS, PSD e CDS-PP e a tróica estrangeira (FMI, UE e BCE).
No entanto quer o Governo, quer a Comissão Europeia, quer o FMI procuram de forma mais ou menos directa, ou mais ou menos camuflada, defender as medidas de exploração e empobrecimento que constituem as causas da profunda crise económica, social e política em que Portugal está mergulhado, evidenciando que o seu único objectivo é garantir que se mantenham as condições de dependência e submissão do País às orientações e aos interesses das potências que dominam a UE, de forma a drenar os recursos nacionais e a espoliar os trabalhadores e o povo, transferindo uma parte significativa dessa imensa riqueza para o grande capital económico e financeiro que a UE representa.
É neste quadro que o Governo do PSD/CDS-PP, com o apoio activo do Presidente da República, intensifica a sua acção destruidora em todas as frentes, com particular violência no que respeita aos direitos dos trabalhadores, por via da desregulamentação laboral e com violação do direito constitucional de negociação e contratação colectiva, às privatizações e à propalada "reforma do Estado", processo por detrás do qual se esconde o objectivo de reconfigurar o papel do Estado, tendo como finalidades reduzir e privatizar parte das suas funções sociais, impor a municipalização de áreas tão fundamentais como a segurança social, a saúde, a educação e a cultura, bem como prosseguir o ataque aos trabalhadores da Administração Pública através da chamada "requalificação", artificio para concretizar milhares de despedimentos sem justa causa e diminuir até 60% o salário dos trabalhadores.
Neste ano em que são assinalados os 40 anos de duas das maiores realizações da Revolução de Abril – as nacionalizações e a reforma agrária – a CGTP-IN reafirma a sua determinação de resistir firmemente à criminosa tentativa do Governo e do capital de consumar o esbulho do património público, privatizando tudo o que resta do sector empresarial do Estado. A CGTP-IN reitera o seu compromisso de luta sem tréguas para recuperar tudo o que pertence ao país, aos trabalhadores e ao povo e que lhes foi roubado, com consequências tão graves para o desenvolvimento económico e o bem-estar dos portugueses.
Perante a gravidade da situação que o país está a viver, é urgente parar a ofensiva do capital, romper com a política de direita e inverter o rumo de desastre a que os sucessivos governos conduziram o país.
É preciso uma política alternativa, de Esquerda e Soberana, que tenha como imperativo nacional afirmar o primado dos interesses nacionais, o que exige renegociar a dívida, nos seus montantes, prazos, juros e condições de pagamento; libertar Portugal das amarras do Tratado Orçamental, do Pacto de Estabilidade e Crescimento e de outros instrumentos que limitam a sua soberania; aumentar a produção nacional e criar empregos com direitos, assegurando o direito ao trabalho seguro, combatendo e proibindo os despedimentos sem justa causa; combater os processos de privatização em curso e outros que também estão sob a mira do grande capital, como são os casos da água pública e o sector dos resíduos, e retomar o controlo do Estado sobre as empresas e os sectores estratégicos para um desenvolvimento sustentável do país; reforçar e melhorar as funções sociais do Estado, exigindo o cumprimento constitucional que consagra o direito a todos os portugueses a uma Escola Pública Democrática, inclusiva e gratuita, um Serviço Nacional de Saúde de qualidade e gratuito e uma Segurança Social Pública, Universal e Solidária; Defender o Poder Local Democrático, conquista do povo português, lutando pela sua autonomia e afirmação dos valores e direitos de Abril consagrados na CRP.
O Plenário de Sindicatos da CGTP-IN, reunido em 18 de Março de 2015, considerando que com os trabalhadores e o povo é possível acabar com a política de exploração e empobrecimento e construir a alternativa política de que Portugal precisa, decide:
· Saudar a luta dos trabalhadores e trabalhadoras dos sectores privado, público e empresarial do Estado, que com muita coragem e determinação têm enfrentado a ofensiva do patronato e do Governo, realizando inúmeras lutas nos locais de trabalho e grandiosas acções de rua, como são exemplos, neste mês de Março, a Jornada Nacional de Luta, no dia 7, a Greve Nacional dos trabalhadores da Administração Pública, uma das maiores já realizadas neste sector, no dia 13, bem como muitas lutas de empresas dos sectores privado e empresarial do Estado, contribuindo todo este caudal de lutas para que fossem alcançadas vitórias importantes relativamente aos salários, à defesa dos direitos e da contratação colectiva, mas também para suster muitas medidas gravosas, impedindo que as consequências da ofensiva patronal e da política de direita fossem ainda mais graves.
· Exortar os trabalhadores a intensificarem a luta reivindicativa nos locais de trabalho pelo emprego e combate à precariedade, pelo aumento dos salários, incluindo o aumento do salário mínimo nacional para 540 euros; pela defesa dos direitos e a efectivação do direito de negociação colectiva; a aplicação das 35 horas de trabalho; a reposição dos salários e de todos os direitos roubados aos trabalhadores, incluindo a reposição dos dias de férias e feriados; a revogação da legislação antilaboral, incluindo a revogação das normas de desregulamentção do trabalho e da facilitação dos despedimentos, bem como da obstrução à negociação e bloqueamente da negociação colectiva; a melhoria das condições de vida e de trabalho, enquanto elemento determinante para combater a exploração e as desigualdades e promover uma mais justa distribuição da riqueza.
· Prosseguir a dinamização do 13º Congresso da CGTP-IN, apelando ao máximo empenho no desenvolvimento e aprofundamento da acção sindical integrada e da luta pela resolução dos problemas concretos e apelando à participação activa nos debates temáticos "Valorizar o Trabalho e os Direitos Constitucionais, Defender e Reforçar as Funções Sociais do Estado", em 9 de Abril, e "Intensificar a Luta Reivindicativa, Reforçar a Organização. Mais Força aos Trabalhadores", em 29 de Maio, integrados no âmbito da preparação do Congresso.
· Reforçar a mobilização para a Acção Nacional, Juventude em Marcha – Trabalho com Direitos! Contra a precariedade e a Exploração!", com acções centradas nos locais de trabalho e a culminar com uma Manifestação em Lisboa, no dia 28 de Março, Dia Nacional da Juventude.
· Apelar à participação activa dos trabalhadores nas comemorações populares do 25 de Abril, acontecimento de grande significado histórico para a vida dos trabalhadores e do povo e momento importante de valorização dos direitos adquiridos e de reafirmação dos princípios e valores da Revolução de Abril.
O Plenário de Sindicatos da CGTP-IN decidiu, ainda, assumir as comemorações dos 125 anos do 1º de Maio como uma grandiosa Jornada de Luta Nacional, sob o lema "Com a Força dos Trabalhadores, Lutar por Emprego, Salários e Direitos. Romper com a política de direita!". A participação confiante e determinada dos trabalhadores neste dia 1º de Maio, nas empresas, nos locais de trabalho, nas ruas de todo o país, constitui um momento alto de mobilização e compromisso dos trabalhadores e do povo para prosseguir a luta pela consolidação das conquistas políticas, económicas, sociais, culturais e ambientais; por uma real alternativa política, que valorize o trabalho, dignifique os trabalhadores e coloque Portugal no caminho do progresso, do desenvolvimento sustentável e da justiça social; pela derrota da politica de direita e afirmação da exigência de uma política alternativa, de Esquerda e Soberana, por um Portugal com Futuro!
Lisboa, 18 de Março de 2015
JUVENTUDE TRABALHADORA EM MARCHA - MANIFESTAÇÃO EM LISBOA A 28 DE MARÇO!
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Nós não aceitamos que o desemprego e a precariedade queimem os nossos sonhos, o medo quebre o nosso futuro, a austeridade esmague o nosso presente. Temos direito a trabalhar, viver e ser felizes no nosso país! Exigimos emprego seguro, melhores salários e mais direitos! Exigimos que as nossas habilitações e competências sejam valorizadas e a actividade profissional dignificada! Sabemos que vale a pena lutar, que unidos vamos conseguir uma vida melhor! O pacto de agressão da troika e dos governos com políticas de direita, com os cortes nos salários, a precariedade e o desemprego e o retrocesso nos direitos, acentuaram a exploração e as desigualdades. É urgente romper com esta política que serve unicamente os interesses do grande patronato! É urgente derrotar a política de direita, que nos deixa a meio do mês a contar os trocos, que nos leva a deixar a família e os amigos para procurar trabalho no estrangeiro.
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TRABALHADORES EM GREVE À PORTA DA ABRIGADA!
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Os trabalhadores da empresa de cerâmica refractária ABRIGADA concentraram-se esta tarde à porta da empresa. Os trabalhadores estão em luta contra a intransigência negocial manifestada pela Administração da Empresa que mantém, desde o início, uma proposta de aumento salarial de 0,5% (4€/mês, por trabalhador), face à proposta do Sindicato de 2,5% (garantindo um aumento mínimo de 25€, por trabalhador). Nesta empresa do concelho de Alenquer está a decorrer uma greve de quatro horas por dia, em defesa do seu Caderno Reivindicativo para 2015.
METRO PARADO EM MAIS UMA JORNADA DE LUTA DOS SEUS TRABALHADORES!
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Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa estiveram em greve, hoje, até às 10 horas da manhã, resultando no encerramento de todas as estações e na paralisação total do metro até àquela hora. Esta luta decorre em defesa da empresa como empresa pública - ao serviço dos utentes e pela defesa dos postos de trabalho - do Acordo de Empresa e da dignidade dos trabalhadores, principalmente no que se reporta às condições de trabalho e ao respeito pela contratação colectiva.
PLENÁRIO DE LUTA NA VALORSUL!
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- Categoria: Serviços Públicos
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Esta manhã, num plenário que contou com a participação do secretário-geral da CGTP-IN e outros dirigentes, os trabalhadores da Valorsul reafirmaram a exigência de que o Governo pare com a privatização da holding EGF e reclamaram da administração respostas imediatas a questões há muito colocadas. Na resolução aprovada, recorda-se que tem havido uma degradação das condições de vida e de trabalho, nos últimos tempos, nomeadamente através dos cortes e congelamento dos salários e do impedimento de progressão nas carreiras profissionais, bem como por via do aumento da precariedade, da redução de postos de trabalho em sectores fundamentais da empresa e do não cumprimento do Acordo de Empresa que está em vigor. Tudo isto é fruto da política ruinosa do Governo, que a EGF e a Administração da empresa cegamente executam, criando um grande descontentamento nos trabalhadores.
SNTCT ALERTA TRABALHADORES CONTRA O BANCO DE HORAS!
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- Categoria hospedeira: Temas
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Num comunicado dirigido aos trabalhadores, o SNTCT alerta para os riscos do banco de horas. O banco de horas individual vai levar à redução da remuneração auferida pelos trabalhadores, por exemplo, podem deixar de ser pagas as horas extraordinárias. Torna mais flexível a fixação dos horários de trabalho diários, semanais e mensais, ou seja, o trabalhador pode trabalhar 10 horas em alguns dias ou 50 horas por semana, por exemplo, e apenas cinco noutras ou até mesmo folgar noutros dias (perdendo todos os subsídios), compensando o que trabalhou a mais.
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PETROGAL CONDENADA JÁ PAGOU AOS TRABALHADORES!
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Com o pagamento de milhares de euros aos trabalhadores, no final de Fevereiro, foi alcançada uma vitória da justiça e da razão na luta contra a decisão da administração da Petrogal de se apropriar de salários dos trabalhadores, na sequência das greves realizadas em 2010 e 2012. Além do valor dos salários ilegalmente retidos, de muitos milhares de euros, a empresa teve que pagar também juros de mora.
Num comunicado aos trabalhadores, distribuído esta semana, a Fiequimetal salienta três conclusões principais deste processo, concluído com cerca de uma dúzia de sentenças de vários tribunais, todas condenatórias da Petrogal, incluindo tribunais da Relação e Tribunal Constitucional.
Em primeiro lugar, salienta-se a unanimidade de todos os tribunais em condenar a Petrogal e, consequentemente, a confirmação de que a Fiequimetal fala verdade aos trabalhadores. Em segundo lugar, enaltece-se e sauda-se a unidade dos trabalhadores e a confiança nas suas organizações de classe. Em terceiro lugar, conclui-se que esta vitória demonstra mais uma vez que vale sempre a pena lutar pelos direitos e pela melhoria das condições de trabalho, combater a exploração, exigir a valorização do trabalho e a dignificação dos trabalhadores.
A Petrogal também perdeu o processo que intentou no Tribunal de Trabalho para que fossem declaradas restrições ao exercício da greve. Para a Fiequimetal, outra não poderia ser a decisão do tribunal, perante a manifesta inconstitucionalidade da pretensão da administração.
- MILHARES DE TRABALHADORES DE NORTE A SUL POR UMA ALTERNATIVA DE ESQUERDA E SOBERANA!
- DIA DA IGUALDADE SALARIAL - 6 DE MARÇO
- 7 DE MARÇO - MANIF EM LISBOA - CAMPO DAS CEBOLAS ÀS 15 HORAS!
- O JORNAL DA FIEQUIMETAL NOS LOCAIS DE TRABALHO!
- TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA EXIGEM: 35 HORAS JÁ!
- 7 DE MARÇO - LUTA COM MANIFESTAÇÕES EM TODO O PAÍS!
- DEFENDEMOS A SAÚDE PARA TODOS E DENUNCIAMOS OS RESPONSÁVEIS PELO CAOS NAS URGÊNCIAS!
- TOCHA DA LIBERDADE E DA PAZ
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