MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBALÉ preciso aumentar os salários, pensões de reforma e os apoios sociais e revogar as normas gravosas da legislação laboral.

São os trabalhadores que produzem a riqueza, têm direito a uma vida digna!

O mundo do trabalho continua marcado por graves problemas e profundas injustiças, prosseguindo-se uma política de baixos salários, de enorme precariedade laboral, de horários desregulados, desrespeito pelo direito de contratação colectiva, em que a caducidade assume papel decisivo, repressão, violação dos direitos e discriminações de todo o tipo.

GREVE DOS ENFERMEIROS NOS HOSPITAIS: FERNANDO DA FONSECA E AMADORA SINTRA

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses realizou, no dia 22 de Maio, uma acção de luta no Hospital Fernando Fonseca (Amadora - Sintra).

No dia 24 de Maio realiza-se outra acção no Centro Hospitalar Lisboa Norte (H. Sta Maria). Ambas as acções consistem em concentrações às 11h, com greve das 10h30 às 12h30.

A luta prende-se com a falta de enfermeiros nos dois hospitais e pela exigência de admissão de mais enfermeiros. No Hospital Fernando da Fonseca, o sindicato exige a resolução célere do acordo de empresa que permite, nomeadamente, o pagamento do suplemento remuneratório aos enfermeiros especialistas, a concretização dos descongelamentos das progressões de carreira e a redução do horário de trabalho para as 35 horas.

TRABALHADORES DO HOSPITAL DOS LUSÍADAS EM LISBOA FAZEM GREVE

O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, convocou uma greve para os trabalhadores do Grupo Lusíadas Saúde , em Lisboa, no dia 9 de Maio. 

Durante a concentração os trabalhadores distribuíram um documento aos clientes em que os trabalhadores denunciaram as desigualdades salariais, a aplicação pela administração para iguais categorias valores diferentes criando disparidades entre as mesmas funções e responsabilidades; o congelamento da progressão das carreiras criando assim injustiças salariais; questões de assédio, pressões e repressões; o desrespeito e violação dos direitos de amamentação.

UM GRANDE 1º DE MAIO DA CGTP-IN

O 1º de Maio da CGTP -IN contou com muitos milhares de trabalhadoras e trabalhadores, jovens, desempregados, reformados, dos distritos de Setúbal e Lisboa, que deram corpo à grande manifestação do Martim Moniz até à Alameda.

A luta contra a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho e a exigência de aumento dos salários foram as grandes reivindicações mais ouvidas neste Dia Internacional do Trabalhador.  Os trabalhadores do comércio e grande distribuição estiveram em greve no Dia Internacional do Trabalhador, levando ao encerramento de algumas lojas, para além desta luta que outros sectores encetaram processos de luta tais como:  os trabalhadores das águas de Portugal, EPAL, INCM, da Panrico e Bimbo, das cantinas hospitalares e escolares, dos trabalhadores das artes e cultura, das Forças de Segurança (PSP, GNR, SEF, Guarda Prisional), das IPSS’s Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, da Sacopor, da Petrogal, da Fisipe, da Alkion e dos SAMS.

O Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos, afirmou que a luta vai continuar e anunciou uma grande acção de luta e protesto para dia 9 de Junho, bem como a reivindicação de aumento do SMN para 2019 de 650€.

1º DE MAIO – LUTAR PELOS DIREITOS! - VALORIZAR OS TRABALHADORES

O 1º de Maio é um dia um dia de luta e de festa. A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN, promove um dia repleto de actividades. Logo de manhã vamos fazer desporto, podemos correr 4Km, na mini-corrida, ou fazer os 15 Km.  Na Alameda D. Afonso Henriques teremos música e as tasquinhas dos sindicatos com: o Caldo Verde, sardinha assada, bifanas, couratos, granada, entre outros petiscos.

Maio é Luta, por isso marcamos encontro com todos às 14h30 no Martim Moniz e participar na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, vamos expressar na rua as nossas reivindicações, vamos lutar pelos direitos e exigir a valorização dos trabalhadores, porque são os trabalhadores que produzem riqueza, por isso exigem melhores condições de trabalho.

LUTAR POR ABRIL

Este ano comemora-se o 44º Aniversário do 25 de Abril sob o lema “ Lutar por Abril”. A USL-CGTP-IN apela a todos para participarem nas comemorações populares da Revolução Abril que se inicia às 15h00, na praça do Marquês de Pombal, em Lisboa.

A revolução de Abril constituiu um momento ímpar da história do povo português, um acto de emancipação social e nacional. Comemorar e cumprir Abril é ter presente o heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), logo seguido de grandioso apoio e decidida intervenção popular, que derrubou o regime fascista. Foram profundas as transformações democráticas, restituiu a liberdade aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais e culturais, afirmou a soberania e a independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.

ACÇÃO DE DENÚNCIA E PROTESTO SOBRE A ACTUAÇÃO DA ACT

Na sequência da falta de resposta da Autoridade para as Condições de Trabalho às solicitações dos sindicatos, assim como os muitos casos em que a sua intervenção foi deficiente ou as situações em que as sanções aplicadas não foram cumpridas perante a passividade deste organismo, a União de Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN levou a cabo, no dia 28 de Fevereiro, uma acção de denúncia e protesto, junto do Ministério do Trabalho, que tutela este organismo.

Nesta acção foram dados relatos  dos casos mais flagrantes de falta de actuação ou intervenção deficiente da ACT no distrito de Lisboa e aprovada uma moção que foi entregue naquele Ministério, juntamente com uma listagem destes casos, recolhidos nos vários sectores.

PELA DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO NO MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL!

A 7 de Fevereiro, uma delegação composta pela Direcção do STML - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa e trabalhadores do Maria Matos Teatro Municipal (MMTM) entregaram um abaixo-assinado dirigido ao Presidente da CML onde repudiam a intenção em concessionar a privados a gestão deste equipamento cultural, além de exigirem a salvaguarda dos seus direitos, postos de trabalho e o respeito pelos respectivos perfis profissionais.

O abaixo-assinado entregue recolheu a concordância de cerca de 60% dos trabalhadores da EGEAC, materializando uma vontade inequívoca contra a política que actualmente o Executivo Municipal procura impor na cidade.

De sublinhar,  a presença do CENA-STE (Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos) na ação realizada nos Paços do Concelho demonstrando a sua solidariedade para com os trabalhadores do MMTM, assumindo idêntica posição sobre a concessão de um espaço cultural de referência e excelência que pode e deve manter-se sob alçada de uma gestão pública, passível de ser devidamente escrutinada face aos interesses da população e agentes culturais da cidade de Lisboa.
 

O Sindicato assumiu que não baixará os braços na luta contra a concessão do MMTM, defendendo intransigentemente os interesses dos seus trabalhadores. Luta igual será assumida contra qualquer forma,  disfarçada ou não, de privatização dos equipamentos ou espaços de interesse público.

TRABALHADORES DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO CONTINUAM A LUTA!

Os trabalhadores das empresas de distribuição:

EXIGEM:

  • o aumento dos salários de todos os trabalhadores;
  • o fim da tabela B; 
  • a progressão automática dos operadores de armazém até ao nível de especializado.

NÃO ACEITAM:

  • a redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;
  • a redução do valor pago pelo trabalho em dia Feriado;
  • o Banco de Horas.

O CESP e os trabalhadores do sector vão continuar a luta pelas suas justas reivindicações, com acções de denúncia à porta de vários locais de trabalho. Nestas acções denunciaremos situações concretos de irregularidades em cada um dos locais de trabalho/empresa e a intransigência patronal na revisão do Contrato Colectivo de Trabalho. 

No dia 6 de Fevereiro de 2018, às 11h, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores das empresas de distribuição vão concentrar-se frente ao Ministério do Trabalho, data da primeira reunião de conciliação nos serviços do Ministério do Trabalho. Considera o CESP que não há qualquer movo para que as empresas e a APED insistam na retirada ou redução de direitos aos trabalhadores para aumentar salários e corrigir injustiças. Não podemos aceitar que a mesma empresa pague salários mais baixos, 40 euros, a trabalhadores com a mesma categoria profissional e antiguidade na empresa, apenas porque trabalham em distritos diferentes. Nalguns casos a distância entre lojas é inferior a 2 ou 3km. 

Não podemos aceitar que nos armazéns destas cadeias de distribuição, em que o trabalho é altamente qualificado e desgastante, com os trabalhadores a carregar alguns milhares de quilos todos os dias, se continuem a pagar, a trabalhadores a 8, 10, 15 e 20 anos de antiguidade, salários de 580 ou 590 euros, menos que os trabalhadores com igual antiguidade nas lojas. Ambos fazem trabalho igualmente qualificado, ambos têm de ter salários iguais porque o trabalho é de valor igual. 

Cerca de 40% dos trabalhadores deste sector recebem salários abaixo dos 600 euros. 80% recebem salários abaixo dos 640 euros. É injusto! 

E por isso os trabalhadores não desarmam e continuam a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pelo fim da tabela B (mais baixa que se aplica em todos os distritos, excepto Lisboa, Porto e Setúbal) e pela correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém. 

Dia 10 Fevereiro 2018 - a luta será no El Corte Inglês, Lisboa 

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