Solidariedade

Acto Público pela Paz: Não à Guerra, Não às Sanções e Bloqueios!

A União dos Sindicatos de Lisboa- CGTP-IN em conjunto com o Conselho Português para a Paz e cooperação (CPPC), realizam no dia 14 de Abril pelas 18 horas no Martim Moniz, um acto público pela paz.

A paz é uma urgência do presente e uma exigência de futuro. A cada escalada de tensão, a cada prolongamento dos bloqueios, a cada nova sanção, a cada novo bombardeamento, cresce a importância da afirmação da defesa da paz.

Estes actos públicos pela paz, que se realizam a 14 e 15 de Abril, apelam ao fim da guerra, das sanções e dos bloqueios. Os valores da Paz, da solidariedade e da cooperação entre os povos é condição indispensável para o progresso, para a conquista de direitos, e para a criação de emprego e o desenvolvimento indissociável do progresso social e da melhoria das condições de vida e de trabalho.

Os desenvolvimentos no plano internacional não deixam margem para dúvidas: a pandemia não suspendeu as agressões, as sanções e os bloqueios; muito pelo contrário, apenas intensificou as suas criminosas consequências, nomeadamente no plano da saúde. Agravando a situação dos trabalhadores e dos povos, promovendo o aumento da exploração com o ataque aos direitos e soberania dos povos.

Este acto de solidariedade, exige ainda que Portugal, no quadro das relações internacionais desenvolva uma política de paz, amizade e cooperação, em consonância e no respeito da constituição da República Portuguesa.

O Governo português deve realizar uma política que pugne pela solução pacífica dos conflitos internacionais, a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, a cooperação com os outros povos, a paz e o desarmamento, a soberania e independência nacional – e não uma política determinada pelos interesses hegemónicos dos EUA, da NATO e da UE.

PELA PAZ TODOS NÃO SOMOS DEMAIS!

Solidariedade Com Os Trabalhadores E Com O Povo Da Palestina

Não à anexação! Fim aos crimes de Israel!

A CGTP-IN é uma das organizações promotoras de um acto público de solidariedade com a Palestina e de protesto contra a anexação e os crimes de Israel, que decorrerá na 2ª-feira, dia 6 de Julho, pelas 18h30 horas, no Largo Martim Moniz, em Lisboa.

«O novo governo de Israel anunciou a anexação de 30% da Cisjordânia, internacionalmente reconhecida como território palestiniano, a partir do dia 1 de Julho. Uma tal anexação visa inviabilizar a criação do Estado da Palestina, prometido desde há décadas por múltiplas resoluções da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança da ONU.

A ameaça de anexação, inseparável da cumplicidade do Governo dos EUA e do Presidente Trump, é um atentado aos inalienáveis direitos do povo palestiniano. Ao rasgar décadas de promessas e resoluções, é também um atentado ao Direito Internacional, à Carta das Nações Unidas, e ao próprio conceito de resolução pacífica e política dos conflitos internacionais.

Estamos perante a ameaça dum crime que poderá incendiar a Palestina e todo o Médio Oriente e que é uma real ameaça à Paz mundial. É por isso imperativo travar os planos anexionistas dos governos de Israel e dos EUA. Perante a gravidade e urgência da situação, as organizações signatárias apelam à participação de todos quantos são solidários com a justa causa do povo palestiniano e que defendem a paz.

Mais de 10 mil Cidadãos Pedem à UE que deixe de Utilizar Drones Israelitas Contra Migrantes

Mais de 10 000 cidadãos de toda a Europa, e não só, assinaram uma petição para exigir o fim de um acordo sobre drones entre a Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA) e a maior empresa militar israelita, a Elbit Systems. A EMSA aluga, através da empresa portuguesa CEiiA, dois "drones assassinos” Hermes 900. O contrato de 59 milhões de euros teve início em Novembro de 2018 e deverá ser renovado nos próximos meses.

Os signatários exigem também aos Estados-Membros da União Europeia (UE) que recusem a utilização destes drones no seu espaço aéreo.

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Pela Justiça e a Igualdade Social! Solidariedade com o Povo dos EUA!

A União do Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN apoia os Atoa Públicos que o CPPC vai promover na próxima terça-feira, dia 9 de Junho, em Lisboa e no Porto.

Sob o lema “Pela Justiça e a Igualdade Social! Solidariedade com o Povo dos EUA!”, vamos expressar o nosso apoio ao povo dos EUA que, na sequência de mais um assassinato de um cidadão negro às mãos de forças policiais, tem realizado grandes manifestações nas ruas de várias cidades contra a discriminação, pela justiça e a igualdade sociais.

O CPPC condena a forte repressão protagonizada por forças policiais e militarizadas contra os manifestantes, que exigem o respeito e o cumprimento dos direitos de todos.

Naturalmente, no decorrer destas iniciativas serão respeitadas as recomendações de salvaguarda da saúde pública.

Em Lisboa, o Ato Público, vai ter lugar no dia 9 de Junho - 18H na Praça do Martim Moniz.

Não à agressão à Venezuela Salvaguardar a paz e a soberania

No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear ações de carácter terrorista.

A tentativa de agressão foi gorada pela ação das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos atualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).

Esta nova tentativa de agressão enquadra-se nas ameaças de intervenção militar que há muito vêm sendo feitas contra a Venezuela pelos EUA, com o apoio da Colômbia e de sectores golpistas da oposição venezuelana; e seguem-se ao recente reforço da presença militar norte-americana junto a águas territoriais venezuelanas, sob o pretexto da denominada ‘luta contra o narcotráfico’, como antes foram usados outros pretextos pelos EUA para as suas guerras de agressão, igualmente falsos e provocatórios.

Estes acontecimentos mostram que, apesar da situação causada pela pandemia da Covid-19 – com particular consequências nos próprios EUA –, a ação de agressão contra a Venezuela não só não cessa como se incrementa. As denúncias que vinham sendo feitas sobre a preparação de grupos de mercenários e intentos terroristas contra a Venezuela, apoiada e financiada pela Administração Trump, confirmam-se.

Saudando a pronta ação da união cívico-militar venezuelana que fez gorar esta operação de cariz terrorista, as organizações subscritoras condenam a agressão dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela e o povo venezuelano e denunciam os planos dos que tentam promover a violência para desestabilizar este país e saquear as suas riquezas.

Empenhadas na defesa da paz, da soberania, do direito internacional, as organizações subscritoras:

- reafirmam a exigência de levantamento de todas as ilegais e criminosas medidas unilaterais e coercivas impostas pelos EUA contra o povo venezuelano;

- denunciam os intentos agressivos da Administração Trump e reclamam o fim imediato de qualquer ação política, diplomática, económica ou militar, direta ou indireta, contra a soberania da República Bolivariana da Venezuela;

- exigem do Governo português uma clara tomada de posição de distanciamento e repúdio da ingerência, bloqueio económico e ameaça ou ação militar contra a Venezuela e o povo venezuelano, que são também contra a comunidade portuguesa que vive neste país.

Organizações subscritoras (em atualização):

  • Associação de Amizade Portugal – Cuba (AAPC)
  • Associação Intervenção Democrática (ID)
  • Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
  • Associação Portuguesa de Juristas Democratas (APJD)
  • Associação Portuguesa de Juristas Democratas (APJD)
  • Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN)
  • Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI)
  • Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto  (CPCCRD)
  • Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
  • Ecolojovem – Os Verdes
  • Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT)
  • Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas (FIEQUIMETAL)
  • Juventude Comunista Portuguesa (JCP)
  • Movimento Democrático de Mulheres (MDM)
  • Sindicato dos Professores da Região Centro
  • Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML)
  • União dos Sindicatos de Lisboa (USL)
  • União dos Sindicatos do Distrito de Leiria (USDL)

Pela Paz ! Não à guerra contra o Irão!

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) organiza, no próximo dia 16 de Janeiro pelas 18h30, na Casa do Alentejo em Lisboa, a sessão “Irão na Mira dos EUA”, onde será abordado o aumento da tensão provocado pelo assassinato do general iraniano Qassem Suleimani, levado a cabo pelos EUA, no passado dia 2 de Janeiro.

O assassinato do general iraniano, cuja ordem partiu diretamente de Donald Trump, foi um ato de guerra destinado a escalar ainda mais o conflito no Médio Oriente e na Ásia Central. Insere-se na ofensiva contra o Irão, expressa na retirada dos EUA do «Acordo Nuclear», no regresso das sanções e dos bloqueios e nas constantes ameaças de agressão militar. Este atentado é mais um exemplo que demonstra serem os EUA a principal ameaça à paz, quer no Médio Oriente e Ásia Central como em todo o mundo.

A sessão terá a participação de José Goulão (CPPC), Carlos Almeida (Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente) e Gustavo Carneiro (CPPC).

Contamos com a vossa presença.

SIM À PAZ NÃO À NATO – CONTRA A CIMEIRA DA NATO

Realizou-se a 9 de Julho, em Lisboa, o acto público pela Paz e contra a NATO – bloco político-militar que realiza, nos dias 10 e 11 de Julho, a sua Cimeira em Bruxelas.

Várias centenas de pessoas desfilaram rejeitando que o governo coloque mais dinheiro na NATO e na indústria de armamento em detrimento dos salários e pensões dos trabalhadores e dos seus direitos; em detrimento do urgente investimento na saúde, na educação, na justiça, em infra-estruturas e na cultura. Entoando Paz Sim! NATO Não! pelas ruas de Lisboa, os participantes denunciaram os crimes da NATO e os perigos desta que é a maior ameaça à paz no mundo.

A CGTP-IN foi uma das mais de 40 organizações que subscreveram o apelo e participaram no acto público, onde se exigiu a dissolução da NATO, o fim da corrida aos armamentos e das bases militares estrangeiras, o desarmamento geral e controlado e o respeito por parte das autoridades portuguesas, dos princípios constitucionais, nomeadamente com o estabelecimento de um política externa de paz e cooperação.

A situação do país e do mundo colocam em evidência que a luta pela Paz é indissociável da defesa dos direitos e rendimentos dos trabalhadores e da valorização do trabalho.

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