A Comissão distrital da USL para Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, realizou uma acção de formação, com a participação de vários sindicatos do distrito de Lisboa.
Cada vez mais trabalhadores confrontam-se com problemas no acesso ao direito do horário flexível, que associado à precariedade, a desvalorização dos salários, a intensificação dos ritmos de trabalho e a insegurança no emprego, em particular entre os jovens.
Mais de 873 mil mulheres trabalham por turnos, noites e fins de semana, a nível nacional, são muitos os trabalhadores que querem impor o banco de horas. Estes ritmos violentos, impedem a conciliação com a vida familiar.
A redução do horário de trabalho para as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem perda de retribuição, é uma das revindicações centrais, pois só assim se pode promover uma verdadeira conciliação entre a vida profissional e familiar. Paralelamente, exigimos efectivação do direito ao horário flexível para as famílias com crianças menores de 12 anos ou com doenças cronicas.