USL solidariza-se com trabalhador!

Liberdade Sindical está em causa na CME!

A União dos Sindicatos de Lisboa (USL/CGTP-IN) teve conhecimento - por via do sindicato, nosso filiado, SIESI (Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas) - de acções extremamente graves e violadoras da liberdade sindical (nomeadamente do artigo 55º da Constituição da República Portuguesa) e da livre negociação colectiva.
Destacamos, pela sua enorme gravidade:

· O impedimento de entrar ao serviço do trabalhador Eurico Campos, dois dias depois de ser eleito Delegado Sindical (evocando a CME uma suposta caducidade do contrato de trabalho a termo incerto, com os objectivos claros de tentar isolar o trabalhador, de desincentivar os restantes trabalhadores de lutarem pelos seus direitos e de atacar o movimento sindical unitário);

· A recusa a responder aos pedidos de reunião com o SIESI, para negociar o caderno reivindicativo aprovado pelos trabalhadores.

· O facto de, recentemente, além da empresa não ter criado as condições para o plenário dos trabalhadores (que se realizou num armazém sem condições nenhumas), termos sido ainda informados de que a empresa solicitou as filmagens das câmaras de videovigilância para saber quem foram os trabalhadores que participaram no plenário.

Nunca é demais recordar que vivemos num estado democrático e de direito e que a democracia não pode ficar à porta das empresas. A Constituição da República Portuguesa reconhece aos trabalhadores (como direito e dever fundamental) a liberdade sindical, condição e garantia da construção da sua unidade para defesa dos seus direitos e interesses.

Jovens trabalhadores saem à rua

Ultimam-se os preparativos para a manifestação nacional dos jovens trabalhadores, pintam-se panos, juntam-se bandeiras, carregam-se megafones e pancartas para estar tudo pronto para dia 31 de março, no Porto e em Lisboa, às 15h00. Na capital a concentração vai ser no Campo das Cebolas e termina na Assembleia da República.
Esta ação acontece no dia a seguir em que o Governo toma posse. A Interjovem/CGTP-IN exige ao Governo medidas políticas e respostas efetivas que acabem com a precariedade, que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efetivo, com os baixos salários, os horários desregulados e a eliminação da alteração do período experimental de seis meses.
O país precisa de jovens qualificados e com salários dignos que consigam fazer face ao aumento das rendas, da água, da luz, da alimentação, que lhes permita o acesso ao lazer e à cultura.
A situação económica e social, com que os jovens estão confrontados, está a levar a que muitos tenham que emigrar à procura de estabilidade na vida, que lhes permita fazer planos e sonhar com um amanhã melhor.

Travar os Despedimentos - Pelo Direito ao Trabalho - Emprego de Qualidade

 RTP3 - 18/20 | 18H | Protesto da CGTP em Lisboa - Direto 

A União dos Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN, realizou no dia 19, uma iniciativa sob o lema: Travar os Despedimentos - Pelo Direito ao Trabalho - Emprego de Qualidade, que iniciou as 17h30 no Largo de Camões. 

Esta ação foi pautada por vários  momentos, abriu  com música de Sofia Lisboa e Tiago Santos que atuaram durante meia hora, depois tiveram lugar intervenções de diversos sectores de atividade que estão a ser confrontados com a eliminação dos seus postos de trabalho e envolvidos em processos de despedimentos colectivos movidos por grandes empresas e grupos económicos que acumulam lucros fabulosos de milhões de euros tais como: ALTICE; SAINT GOBAIN, SANTANDER, MILLENIUM BCP; BPI; TRANQUILIDADE GENERALI; LEGRAND; EUREST, INSTITUTO DE SEGURANÇA SOCIAL, entre muitas outras.

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Concentração | Desfile | Vigília

O Distrito de Lisboa é uma região do país onde o flagelo do desemprego paira sobre muitos trabalhadores e, uma das principais razões prende-se com a falta de qualidade do emprego. A precariedade grassa na nossa região e no nosso país. Estes trabalhadores rodam sistematicamente entre a situação de emprego e desemprego.  

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20 Dias de Luta Diária na Saint Gobain Sekurit

Os trabalhadores da Saint-Gobain Sekurit Portugal, SA realizaram hoje de manhã, uma marcha a pé do teatro Maria Matos até ao Ministério do Trabalho, na praça de Londres, para exigir que a tutela intervenha no sentido de travar este processo de encerramento da empresa e de despedimento colectivo encetado por esta  Multinacional francesa. Os trabalhadores foram recebidos pelo assessor do chefe de Gabinete, ao qual expuseram a situação e reivindicaram que querem reunir com a Srª. Ministra  do Trabalho, Ana Mendes Godinho que tem de intervir no sentido de impedir o despedimento colectivo e o encerramento da única empresa  de produção e transformação de vidro automóvel em Portugal.

Esta luta já dura há 20 dias e todos os dias de manhã os trabalhadores estão concentrados na entrada da fábrica em Santa Iria de Azóia para impedir este crime contra os trabalhadores, a produção nacional e a economia do País.

Nesta acção contaram com a participação de Libério Domingues coordenador da USL/CGTP-IN e do presidente da C.M. de Loures, Bernardino Soares, que no seu dia de aniversário foi surpreendido pelos trabalhadores que cantaram os parabéns a Bernardino. O  Presidente da Agradeceu terminando dizendo que a melhor prenda que lhe poderiam oferecer era a manutenção dos postos de trabalho dos trabalhadores e a continuação da laboração da empresa em Santa Iria da Azoia.

Os Trabalhadores da Altice Resistem. A Luta é o Caminho!

Os trabalhadores da Altice não desistem e resistem na luta, hoje estiveram junto do Ministério do Trabalho com as várias organizações representativas de trabalhadores do Grupo Altice, que continuam a luta contra o despedimento colectivo. Nesta concentração puderam contar com a solidariedade e intervenção da União dos Sindicatos de Lisboa e dos sindicatos do distrito de Lisboa.

Os sindicatos denunciaram os objectivos deste despedimento colectivo que envolve centenas de trabalhadores, num momento em que esta empresa teve lucros elevadíssimos. Neste processo  fica claro as repercussões da privatização e como se sobrepõe os interesses dos accionistas, aos interesses do país e dos trabalhadores, isto tudo com a conivência dos sucessivos Governo.

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Protesto e Solidariedade Contra os Despedimentos na Saint Gobain Sekurit

Os trabalhadores da multinacional Francesa Saint- Gobain Sekurit Portugal, realizaram uma manifestação no dia 9 de Setembro, pelas 10h30, que partiu do jardim São Pedro de Alcântara até ao Largo de Camões junto ao Ministério da Economia. 

Foi visível a unidade dos trabalhadores e força contra o encerramento da única fabrica em Portugal  de transformação do vidro para a indústria automóvel, localizada em Santa Iria da Azóia, para a transformar num mero armazém logístico de recolha, armazenagem e expedição de produtos.

A União dos sindicatos de Lisboa e representantes dos sindicatos do distrito estiveram presentes, para prestar solidariedade aos trabalhadores. Sendo este mais um crime económico e social, lesivo dos interesses dos trabalhadores e da Região e do país.

Os trabalhadores foram recebidos no Ministério da Economia, ficando uma reunião marcada para a próxima segunda feira dia 13, onde vão apresentar os resultados da empresa e exigir do Governo para impedir este atentado contra a economia nacional e o desenvolvimento do país.

 

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