Participação da USL na Conferência Sindical das Cidades Capitais Europeias

A USL participou na 20ª Conferência da ECTUN- Rede Sindical das Cidades Capitais Europeias que se realizou online a 23 e 24 de Fevereiro sob o tema: "Recuperação do Emprego pós-pandemia e desenvolvimento nas Cidades Capitais Europeias"

Foram dois dias de trabalho e de troca de experiências entre as várias estruturas sindicais das regiões capitais da Europa. Em conjunto foi feita uma avaliação da situação e consequências para os trabalhadores na regiões capitais europeias decorrentes da situação pandémica que se vive e, partindo da ideia de que "o futuro não pode ser o mesmo", debatemos o que tem que mudar e as acções a desenvolver.

 Na Conferência, a USL afirmou que a pandemia mostrou as consequências negativas das opções políticas e económicas que têm sidos desenvolvidas. O Futuro tem de passar pela mudança de políticas que promovam modelos de desenvolvimento das cidades capitais assentes na dinamização da economia e do aparelho produtivo ecológica e socialmente sustentável.

É preciso acabar com a precariedade, com os falsos vínculos independentes, com a total desregulação das relações de trabalho, dos direitos e da protecção dos trabalhadores. A criação de emprego tem de andar de par com a capacidade de fixar postos de trabalho assentes na relação de emprego estável, com direitos, condições de trabalho e salários dignos. A acção colectiva dos sindicatos é fundamental para proteger os trabalhadores e o momento que vivemos reforça a importância da afirmação da democracia, dentro e fora das empresas. A defesa e fortalecimento da Contratação colectiva é indispensável. O fortalecimento e investimento do Estado nos serviços públicos e na dinamização da economia são elementos centrais da recuperação económica e social das cidades capitais.

Leia aqui a intervenção de abertura e boas vindas do Coordenador da USL - Libério Domingues e aqui a intervenção inicial da USL/CGTP-IN.

Quase 40 mil postos de trabalho perdidos e 170 mil desempregados na AML

Os recentes números publicados pelo INE (relativos ao 4º trimestre e à média anual de 2020) confirmam a perda de emprego, o crescente desemprego e a subutilização do trabalho na Área Metropolitana de Lisboa (AML).

Mais ainda, alertam para o facto de que o contexto de pandemia e da ausência de respostas eficazes na protecção do emprego e dos trabalhadores está a ter na região de Lisboa (AML) impactos ainda maiores que no conjunto do país.

É neste contexto, que a CGTP-IN convocou para o dia 25 de Fevereiro uma jornada Nacional de Luta descentralizada. Em Lisboa está prevista uma acção com concentração às 15h no Cais do Sodré para a Assembleia da República.  A melhoria das condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e populações bem como o desenvolvimento da economia, passa inevitavelmente pela promoção e defesa do emprego com direitos.

Ler documento.

Jornada De Luta Nacional - Salários, Emprego, Direitos Confiança! Determinação E Luta Por Portugal Com Futuro

A CGTP-IN convocou para o dia 25 de Fevereiro uma grande: “JORNADA DE LUTA NACIONAL descentralizada em todos os Distritos e Regiões Autónomas, sob o lema “Salários, emprego, direitos! Confiança determinação e luta por Portugal com futuro!”. A União Sindicatos de Lisboa e Setúbal, decidiu convocar para Lisboa uma manifestação com concentração no cais do Sodré para a Assembleia da Républica pelas 15h00.

Esta acção é de extrema importância e realiza-se num quadro social, económico e laboral, marcado pela pandemia, cuja resposta tem sido dada, apesar das dificuldades pelo Serviço Nacional de Saúde como serviço público essencial, foi quem respondeu às exigências dos nossos tempos, pelo desemprego, cortes salariais, pobreza e crescentes dificuldades o que exige de nós uma redobrada atenção às medidas de prevenção, segurança e salvaguarda da saúde, ao mesmo tempo que impõem-se toda a nossa firmeza e determinação no combate aos atropelos e violações dos direitos dos trabalhadores.

Combater a actual situação só é possivel com uma política que aposte verdadeiramente na valorização do trabalho e dos trabalhadores, nos serviços públicos, como factor essencial para a recuperação económica.

São muitas as tentativas de limitação dos direitos e liberdades sindicais a que fomos assistindo por parte do capital, os trabalhadores e os seus sindicatos de classe, representados na CGTPIN, assumiram sempre a luta como determinante no combate à exploração, às tentativas de atropelo de direitos, cortes de salários e despedimentos, boa parte à boleia das medidas desequilibradas do Governo na resposta à pandemia, aos bloqueios da contratação colectiva, pelas condições de saúde e segurança e na resistência às pressões e ameaças patronais.

A luta é o caminho com a certeza de que só assim é possível resistir à ofensiva, defender e conquistar direitos e melhorar as condições de vida e de trabalho dos trabalhadores e suas famílias. Só com a luta será possível desbloquear soluções para os problemas, garantir os direitos existentes e conquistar novos.

Vamos à luta no dia 25 de Fevereiro, com greves, paralisações e acções em todos os sectores, com confiança e determinação por “Salários, emprego, direitos, por um Portugal com futuro!”

Leia o manifesto.

Primeiro As Crianças, Depois O Teletrabalho

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e homens da CGTP-IN, exige que o Governo corrija a situação, que impede que seja atribuído a qualquer dos pais, quando um deles está em teletrabalho. É divulga um vídeo de uma trabalhadora.

Com o encerramento das actividades lectivas e não lectivas em todos os estabelecimentos de ensino e equipamentos de apoio à infância, voltou o drama do teletrabalho para milhares de mães e pais com crianças a cargo.

Depois da experiência traumática verificada em 2020, eis que com o novo confinamento o Governo insiste em manter um regime que deixa os pais e as mães entre a espada e a parede.

Ou seja, por um lado, a insuficiência do valor do apoio que se traduz na redução do rendimento mensal dos trabalhadores obrigados a ficar em casa para cuidar dos filhos e filhas com a atenção que merecem. E, por outro, forçados a acumular o teletrabalho com a assistência às crianças, situação que provoca stress laboral, instabilidade emocional e intranquilidade familiar.

Ler comunicado.

Acção De Protesto Contra O Despedimento De Trabalhadores Em Situação Precária Nas Escolas

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores Em Funções Publicas e Sociais, vai realizar uma concentração em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, no dia 30 de Julho, pelas 14h30. Esta acção de luta é contra a institucionalização da precariedade na escola pública; pela integração dos trabalhadores precários; pela nova portaria de rácios; por um ano lectivo com segurança e saúde para toda a comunidade escolar.

A acção é convocada na sequência de informações dadas pela Secretária de Estado da Educação, onde se confirma que o Ministro da Educação e o Governo pretendem manter uma politica de recursos humanos que visa institucionalizar a sazonalidade da contratação a termo certo resolutivo, a tempo parcial, à hora, por uma semana,....ao mês ou no máximo um ano lectivo. Esta situação atinge muitos trabalhadores nomeadamente os assistentes operacionais e assistentes técnicos.

Ler nota.

Nem A Pandemia Travou O Assédio Na CGD

A Administração da CGD continua com as agressões aos trabalhadores e à CGD, cumprindo religiosamente o Plano Estratégico 2016-2020, que o Governo acordou com a DGCOMP.

Na CGD está em curso uma ofensiva violenta, por via do assédio, contra todos aqueles que não aceitam vender o seu posto de trabalho ou ceder ao “superior interesse da CGD” através de PPR (Plano Pré-Reforma) ou RMA (Rescisão Mútuo Acordo) compulsivo e com prejuízos graves para a vida futura.

Ler comunicado.

STARQ Alerta Para A Falta De Condições De Higiene E Segurança Nos Locais De Trabalho

O STARQ - sindicato dos trabalhadores da arqueologia assinalaram o dia Internacional dos arqueólogos, e alertaram para a falta de condições de Higiene e Segurança nos locais de trabalho.

No comunicado enviado aos órgãos de comunicação social, dão conta do resultado do inquérito feito aos trabalhadores do sector, 70% dos trabalhadores estão em situação de precariedade; é gritante a falta de condições de trabalho que não permite exercer a profissão criadora de riqueza cultural, histórica e científica com dignidade segurança e autonomia. Exigem mais fiscalização por parte por parte da ACT, no sentido de verificarem a efectivação das orientações dadas pela DGS.

Ler comunicado.

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