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DIA DA SEGURANÇA SOCIAL

DIA DA SEGURANÇA SOCIALA CGTP-IN assinala o dia da Segurança Social realçando a importância deste direito fundamental, consagrado na Constituição da República Portuguesa. O sistema público de Segurança Social, através do qual se afirma e concretiza este direito, é uma das mais importantes conquistas do 25 de Abril, que nos cabe preservar, defender contra o objectivo dos que pretendem reconfigurar o Estado, visando a sua conversão num Estado assistencialista.

A Segurança Social diz respeito a todas as pessoas, sejam economicamente activas ou não. É através da Segurança Social que os trabalhadores acedem a prestações substitutivas do seu rendimento de trabalho, como na doença, na maternidade e paternidade, no desemprego, na doença profissional, na invalidez e na velhice; que as famílias são apoiadas, nomeadamente com a educação das crianças e jovens, através do abono de família e de prestações dirigidas à dependência e à deficiência; e que as pessoas mais pobres e vulneráveis são apoiadas através de prestações, incluindo as pensões sociais, o Rendimento Social de Inserção e o Complemento Solidário para Idosos.

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TRIBUNA PÚBLICA PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!

TRIBUNA PÚBLICA PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!A comissão para a igualdade entre Mulheres e homens da CGTP-IN, a Interjovem e a Inter-reformados promoveram no dia 10 de Dezembro, uma Tribuna Pública sob o lema “Direito a Trabalhar com vida Pessoal e familiar” . Esta iniciativa realizou-se no âmbito do “Ano Europeu da Conciliação entre a vida profissional e a vida familiar” e na Sequência da luta travada pelo MSU contra a ofensiva patronal e governamental em relação `a organização do tempo de trabalho e os direitos de maternidade paternidade.


São centenas de queixas, como estas, que dão entrada na CITE:


-Teresa, empregada num hipermercado, tem 2 filhos menores. O pai teve de emigrar para arranjar emprego. A empresa quer mudar o horário no início do ano. Vai deixar de poder conciliar o horário com a escola dos filhos.


-Filipa, enfermeira, trabalha por turnos. Vive com a filha de 10 anos, que fica em casa de uma vizinha quando a mãe trabalha de noite.


-Luís, empregado bancário, pretende gozar os seus direitos de parentalidade. Ameaçam tirar-lhe o prémio mensal baseado na avaliação de desempenho e nos objectivos.


A rua do Carmo foi palco de diversos testemunhos dos mais variados sectores de actividade de norte a sul do país, onde também foram divulgados casos positivos que tiveram intervenção sindical. A Cláudia de Aveiro; a Paula Sobral do SIESI, a Zoraima do SEP, a Aida da Hotelaria, a Susana do CESP, o Pedro dos vidreiros, a Cristina dos Têxteis, o Amadeu da Inter-reformados, que falaram da angustia e a injustiça que sentiram nas suas vidas ao verem negado aos filhos e netos um direito elementar como é o direito `a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar.


Esta iniciativa contou também com a intervenção do Dr. Silva Santos que nos falou do valor da saúde e da vida, do Secretário geral da CGTP- in, Arménio Carlos falou-nos da importância da resistência, da luta organizada dos trabalhadores nos sindicatos para a construção das condições de trabalho digno.


No final foi aprovado um Manifesto Reivindicativo.

AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL É INSUFICIENTE!

AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL É INSUFICIENTE!O valor de 505 € não corresponde às necessidades e anseios dos trabalhadores, nem tão pouco à capacidade que os sectores e as empresas têm para responder às reivindicações da CGTP-IN. Foi a luta desenvolvida pelos trabalhadores, mobilizados e organizados pela CGTP-IN e pelos seus sindicatos, ao longo dos últimos anos, que obrigou o Governo aumentar o Salário Mínimo Nacional (SMN).
É necessário, urgente e possível o aumento dos salários e do SMN, pensões e reformas, para repor poder de compra, combater o empobrecimento e a exploração, dinamizar a economia, preservar os actuais e criar novos empregos, gerar riqueza e recursos, nomeadamente para a segurança social e prestações sociais.
Vamos à luta!  Pelo aumento geral dos salários nas empresas e nos locais de trabalho!

Ler reivindicações da CGTP-IN.

40 ANOS DE SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL

Antes do 25 de Abril de 1974, a esmagadora maioria dos trabalhadores viviam muito mal, laboravam em condições deploráveis, eram muito mal remunerados, eram pobres e explorados. Inserido num contexto de política redistributiva que visava reduzir a pobreza do povo português, a 27 de Maio de 1974, o 1º Governo provisório criou o Salário Mínimo Nacional (SMN) no valor de 3,300 escudos (16,50€).
Hoje, 40 anos depois desta conquista, verifica-se em Portugal a perda acentuada do poder de compra dos trabalhadores e suas famílias, num retrocesso civilacional sem precedentes. Porque não podemos esperar mais e porque a justeza e valor do trabalho estão em causa,  precisamos da actualização imediata do SMN para os 515 € a fim de repor parte do poder de compra entretanto perdido. Precisamos que este Governo respeite trabalha e os acordos que assina.

Ler documento da CGTP-IN

A PETIÇÃO CONTRA O ROUBO NAS PENSÕES E O AUMENTO DA IDADE DE REFORMA SAI À RUA!

A União dos Sindicatos de Lisboa realizou hoje, no Saldanha, uma banca para recolha de assinaturas da Petição contra o roubo nas pensões e o aumento da idade da reforma. Petição esta promovida pela CGTP-IN e que pretende esclarecer os trabalhadores e o povo dos novos cortes que o Governo prevê nas pensões da Administração Pública e no Sector Privado. Estas acções repetir-se-ão na baixa de Lisboa e nos Hospital de Santa Maria, nos próximos dias 8 e 12 respectivamente.

Esta política de permanente instabilidade não é uma inevitabilidade, é antes uma opção de classe de quem governa ao serviços dos grandes grupos económicos. O Governo quer mudar a Segurança Social assente em direitos e para todos para ser substituída pelo apoio aos mais necessitados através do assistencialismo e da caridade. O Governo e o sector financeiro pretendem converter as pensões num negócio para venderem produtos financeiros e os patrões querem pagar menos à Segurança Social.

Os peticionários consideram indispensável a ruptura com a política de direita e reafirmam a continuidade da luta por uma política de esquerda e soberana, que assegure mais e melhor emprego, o aumento dos salários e das pensões e garanta condições de vida digna aos trabalhadores, aos reformados, pensionistas e idosos.

 

Assina aqui a petição!

AUMENTO DA IDADE DA REFORMA

farpil_murpi_pc_londresPara a CGTP-IN, o aumento da esperança média de vida é, para todos os efeitos, um progresso da humanidade que, a par dos benefícios em que inegavelmente se traduz, convoca novos desafios para os quais a sociedade, como um todo e de forma solidária, deve encontrar respostas e soluções. O pressuposto de que o aumento da esperança média de vida é uma questão exclusiva dos trabalhadores, que só estes devem suportar, é insustentável e inaceitável.

 

Ler comunicado de imprensa da CGTP-IN

CGTP-IN ENTREGOU MAIS DE 89 MIL ASSINATURAS EM DEFESA DAS FUNÇÕES SOCIAIS DO ESTADO

entrega_assinatura_dfseCom a assinatura de 89.052 cidadãos, a Petição “Em Defesa das Funções Sociais do Estado consagradas na Constituição da República” foi entregue à Presidente da Assembleia República por uma delegação da CGTP-IN que incluía o respectivo Secretário-geral, Arménio Carlos. Na audiência, realizada no dia em que se assinala o aniversário da Constituição da República Portuguesa, foi também apresentada a visão desta central sindical quanto ao futuro do Estado Social. A anunciada intenção do Governo de reduzir 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado, a concretizar-se, representaria um retrocesso social e civilizacional e o cerceamento de algumas das mais importantes conquistas inscritas na Constituição da República Portuguesa. 

A CGTP-IN, para além da denúncia e recusa que tais intenções merecem apresentou, em tempo oportuno, um conjunto de propostas alternativas que permitem conciliar a redução do défice orçamental e o pagamento da dívida, com o crescimento económico, a criação de emprego, o direito à saúde, educação e à segurança social, bem como o combate ao empobrecimento das famílias.

Manifesto em defesa das funções sociais do Estado 

Petição - Em defesa das funções sociais do Estado consagradas na Constituição da República

  

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