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A INTERJOVEM / LISBOA MANIFESTOU-SE CONTRA O DESEMPREGO

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capa_marcha_ij_contra_desempregoCerca de uma centena de trabalhadores de vários sindicatos e jovens trabalhadores desempregados percorreram vários locais de trabalho, iniciando a marcha contra o desemprego no El Corte Inglés com a denuncia da tentativa de despedimento de 300 trabalhadores, com passagem pela maternidade Alfredo da costa onde a falta de enfermeiros se faz sentir de forma bastante gravosa, à imagem de todo o sector da saúde. Depois a marcha seguiu até ao Call Center da Tempo-Team, empresa que presta serviços exclusivamente para a EDP, e onde em Março de 2010 mais de 600 trabalhadores passaram efetivos pela luta e organizados nos seus sindicatos, a marcha passou ainda pela 4ª companhia do Regimento Sapadores de Bombeiros onde a greve deste sector garantiu a vitória e a manutenção dos 4 turnos. O fim da marcha passou pelo call-center da Teleperformance com a denuncia de precariedade que há naquele local de trabalho e o final no Centro de emprego do Conde Redondo com a denuncia de mais de 35 mil jovens desempregados no distrito de Lisboa.
A marcha teve ainda um crescendo, com trabalhadores que saindo dos locais de trabalho foram integrando a iniciativa que foi ainda de mobilização para a manifestação nacional de 11 de Fevereiro, que sai dos Restauradores em direcção ao Terreiro do Paço, e de afirmação do XII congresso da CGTP-IN.

Ouvir entrevista de João Barreiros à Antena 1

GRANDE MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM LISBOA - VAMOS FAZER DO TERREIRO DO PAÇO O TERREIRO DO POVO!

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manif20120211_bannerO "acordo" celebrado pelo Governo PSD/CDS, pelas Confederações Patronais e a UGT constitui o maior atentado aos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores e um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal.
Óptimo para o patronato. Inaceitável para os trabalhadores e suas famílias porque acentua a exploração, as desigualdes e o empobrecimento.
O que está em causa é um ataque brutal à legislação laboral para favorecer a gula do patronato e do capital, e fragilizar ainda mais os direitos dos trabalhadores.
O que está em causa é o saque organizado ao Estado, colocando-o ao serviço dos grandes grupos económico e financeiros, à custa da retirada dos direitos laborais e sociais dos trabalhadores.
Este é um "acordo" que não só não promove emprego, como agrava os problemas estruturais do país e constitui um instrumento de agressão aos direitos dos trabalhadores, dos jovens, dos desempregados e das famílias.
Mas este acordo não é lei! As medidas relacionadas com a legislação laboral têm de ser discutidas na Assembleia da República. É hora de unir forças para combater os que pretendem substituir o "direito de trabalho" como elemento de protecção da parte mais desprotegida nas relação de trabalho (os trabalhadores), pelo "direito de trabalho" do grande patronato. É preciso lutar para derrotar estas malfeitorias. Os trabalhadores não são objectos transaccionáveis nem descartáveis. São homens e mulheres que exigem ser respeitados e valorizados.
A hora é de mobilização de todos para novos combates. Com confiança, os trabalhadores e o povo português têm a força suficiente para mudar de política, porque outra política é possível, é necessária e é imprescindível.
TODOS À GRANDE MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA CGTP-IN EM LISBOA! 15 HORAS, RESTAURADORES!

Ler manifesto de apelo à participação

Som para acções de rua e carros de som

A LUTA DOS TRABALHADORES DERROTOU A MEIA HORA DE AUMENTO DO HORÁRIO DE TRABALHO

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capa_pareceres_horarioOntem mais de 3 mil activistas sindicais entregaram milhares de pareceres e de assinaturas contra o aumento do horário de trabalho, na Assembleia da Republica. A Baixa de Lisboa foi o local escolhido para dar inicio ao protesto contra o “acordo” vergonhoso celebrado pelas confederações patronais com a UGT, que constitui um maior atentado aos direitos dos trabalhadores e a um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal.

Este é um “acordo” que visa entregar aos patrões todo o poder para despedir, para alterar os horários a seu belo prazer, generalizar a precariedade, para voltar a colocar o trabalho ao Sábado, reduzir os salários e outras formas de retribuição, destruir a contratação colectiva substituindo-a pela relação individual de trabalho, diminuir ainda mais a protecção social dos desempregados.

Um “acordo” que constitui o maior atentado aos direitos dos trabalhadores que se propõe eliminar feriados e dias de férias, que fragiliza a Segurança Social e provoca um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal, que contribuirá, desgraçadamente, para que o país continue a afundar-se.

Esta iniciativa terminou com um grande apelo para a necessidade de se alargar o esclarecimento, continuar a luta, que derrotou a meia hora e que com a força da nossa luta vai transformar o Terreiro do Paço no Terreiro do Povo, com a manifestação nacional de dia 11 de Fevereiro.

Ver galeria de fotos da manifestação

MOVIMENTO DOS UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PROMOVE MANIFESTAÇÃO EM DEFESA DA SAÚDE!

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capa_manif_saude_19_janNós, os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS), somos mais uma vez, vítimas de brutais aumentos no encargos relacionados com a Saúde, nomeadamente com aumentos na urgências e consultas hospitalares, nas consultas dos Centros de Saúde bem como nos cuidados de enfermagem. Ao mesmo tempo degradam-se os serviços prestados pelo SNS, pondo em risco a saúde pública e o Constitucional Direito de acesso à Saúde, com os encerramentos de Centros de Saúde e urgências acrescidos da falta de enfermeiros, médicos de família e de especialidade.
O Governo (PSD/CDS-PP) sendo responsável por estas gravosas medidas contra a população ainda pretende acentuar as dificuldades de acesso à Saúde tendo a crise como justificação. Por outro lado para os bancos e grandes grupos económicos e financeiros vão os lucros destas medidas de contenção, roubando ao povo para dar à banca.
O SNS é essencial ao povo! Juntos podemos demonstrar o nosso protesto e inverter este caminho!  NÃO PODEMOS ACEITAR ESTE RUMO!
A União dos Sindicatos de Lisboa, apela e mobiliza a que todos participem na manifestação, promovida pelo MUSP, em defesa da Saúde, dia 19 de Janeiro às 18 horas no Saldanha com destino ao Ministério da Saúde. PROTESTE, NÃO FIQUE INDIFERENTE!

Ler tarjeta de apelo à participação na manifestação

CONTRA O DESEMPREGO, NÃO FIQUES PARADO! MARCHA PELO TRABALHO COM DIREITOS

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cartazete_ij_25_janQueremos e temos direito ao trabalho, por nós e pelo país! Somos jovens, queremos trabalho, exigimos direitos! Os jovens tem direito a ter um trabalho estável, com horários dignos e remuneração justa. Nem a precariedade, nem os estágios não remunerados, nem a emigração são soluções para um Portugal mais justo e soberano.
Na continuidade da luta contra o desemprego e da rejeição do aumento do horário de trabalho, que vai atirar milhares de jovens trabalhadores para o desemprego, a
Interjovem/Lisboa irá realizar uma Marcha pelo trabalho com direitos no dia 25 de Janeiro, com saída pelas 13 horas junto ao El Corte Inglès (no cruzamento entre a Av. António Augusto de Aguiar e a Rua Marquês de Fronteira), que irá terminar no Centro de Emprego do Conde Redondo. NÃO FIQUES PARADO, MARCHA PELO TRABALHO COM DIREITOS!

Ler documento da Marcha

Descarregar Cartaz da Marcha

SANTA CADA DA MISERICÓRDIA TENTOU INCRIMINAR E PERDEU. FEZ-SE JUSTIÇA!

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logo_santa_casaDirigente do CESP perseguida na sua função por lutar pela aplicação dos direitos. Hoje, dia 10 de Janeiro, foi proferida a leitura da sentença do processo crime contra a dirigente Catarina Fachadas, trabalhadora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), vítima de perseguição sindical por lutar em defesa dos direitos dos trabalhadores, resultando (como era esperado) na sua absolvição.
Catarina Fachadas, dirigente do CESP, foi alvo de um processo crime, enquanto trabalhadora da SCML. Esta instituição que se pretende séria e isenta desenvolveu uma feroz perseguição a esta dirigente desde de 2005, data em que foi eleita delegada sindical. O único "erro" foi, o assumir sempre a defesa dos direitos dos trabalhadores. Esta perseguição tornou-se ainda mais acentuada, quando a dirigente foi eleita para a Direcção do CESP, em Novembro de 2008.
Incapaz de aceitar o cumprimento das regras e o assumir dos compromissos a SCML instaura-lhe, em 2009, um processo disciplinar com a acusação de maus tratos a crianças. Acusação essa, completamente falsa, que tinha como única intenção denegrir a imagem da Catarina enquanto pessoa e afastá-la da actividade sindical e do seu posto de trabalho.
O processo crime, hoje perdido pela Santa Casa, é uma clara prova da afronta à dignidade pessoal da Catarina que, até aqui, tinha tido sempre avaliações de muito bom, inserindo-se num ataque mais amplo que tem vindo a ser desenvolvido contra a CGTP-IN e os seus sindicatos.
Vale a pena lutar, vale a pena resistir, a luta e a não resignação é o caminho!

DIA 18 DE JANEIRO ENTREGA DE PARECERES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA CONTRA O AUMENTO DO HORÁRIO DE TRABALHO

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ze_povinho_horarioA proposta de lei n.º 36/XII (ver parecer) que pretende o aumento do horário sem acréscimo de retribuição está em discussão pública até ao dia 18 de Janeiro de 2012.
Estamos perante mais um ataque cobarde do Governo do PSD-CDS que, aproveitando a época natalícia, procura condicionar a discussão, a denúncia e a contestação a uma medida que visa aumentar os lucros do grande capital à custa da exploração dos trabalhadores.

Se ao aumento do horário de trabalho, que corresponde a 16 dias, acrescentarmos o corte de 4 feriados e 3 dias de férias, fica claro que nos querem pôr a trabalhar mais um mês por ano gratuitamente.

Estas propostas constituem um roubo que não pode, nem vai ficar sem resposta.

As 8 horas de trabalho, 8 horas para a família e 8 horas de descanso, com 2 dias de descanso semanal, são o resultado de uma luta persistente e heróica travada ao longo dos anos por gerações de trabalhadores e trabalhadoras.
Este é um legado que importa não só preservar, como melhorar no futuro. Tal facto impõe a junção de todas as vontades para a luta contra esta proposta que, a concretizar-se, levaria ao aumento do desemprego, à redução dos salários, à diminuição do número de dias de descanso e à negação do direito de contratação colectiva e de negociação da organização do tempo de trabalho.

Os trabalhadores não são objectos transaccionáveis. São homens e mulheres que exigem ser respeitados e valorizados. Por isso, vamos lutar contra o trabalho forçado e as políticas que estão a empurrar o nosso país para uma espiral regressiva, com contornos monstruosos no plano económico e social.

A hora é de mobilização e acção!

Até ao dia 18 Jan. dia da entrega de pareceres na AR vamos todos informar, debater e mobilizar os trabalhadores contra este atentado. Em simultâneo está e efectuar-se-á a recolha de assinaturas para o abaixo-assinado a ser entregue nas empresas e locais de trabalho.

Dia 18 Janeiro CONCENTRAÇÃO NACIONAL DE ACTIVISTAS SINDICAIS, na Assembleia da República para entrega dos pareceres.

TRIBUNA PÚBLICA NA AMADORA - OS TRABALHADORES TÊM DIREITO A UMA VIDA MELHOR!

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accao_amadora_aumento_horarioA União dos Sindicatos de Lisboa (Delegação da Amadora), realizou no passado sábado pelas 10h30, uma Tribuna Pública, sob o lema “Os trabalhadores e o povo têm direito a uma vida melhor!”. Tendo como local de concentração o largo da Câmara Municipal da Amadora.
Esta iniciativa realizou-se num contexto de agravamento das condições de vida dos trabalhadores e da população em geral. Milhares de trabalhadores continuam a ser empurrados para o desemprego, aumentam o horário de trabalho e roubam no salário, no subsídio de férias e natal; reduzem drasticamente os apoios sociais; encerram serviços públicos e aumentam brutalmente o custo de vida. A LUTA CONTINUA!

Ler resolução aprovada por unanimidade

Ler tarjeta distribuida na acção

CENTENAS NA MARCHA CONTRA O AUMENTO DO HORÁRIO DE TRABALHO E O ROUBO DOS SALÁRIOS!

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usl_capa_marchaA União dos Sindicatos de Lisboa realizou esta tarde a Marcha Contra o Aumento do Horário e o Roubo dos Salários. Esta Iniciativa integra-se na semana de luta de 12 a 17 de Dezembro, promovida pela CGTP.
O Governo PSD/CDS ao querer impor o aumento do horário de trabalho para 42,5 horas semanais ou uma bolsa de 10 horas mensais a troco do dia de descanso complementar. A eliminação de 4 feriados e o corte de 50% no pagamento do trabalho extraordinário e ainda obrigar a aceitar o banco de horas de 12 horas dia e 60 por semana, sem qualquer compensação extraordinária, assim como a redução do valor hora para calculo de outras retribuições. A Liberalização dos despedimentos individuais, a diminuição do valor das indemnizações e a redução do valor do subsidio de desemprego.
Estas medidas politicas configuram um autêntico assalto às carteiras do trabalhadores, que pode atingir 2 a 3 salários por ano a cada trabalhador, para além de constituir uma violação ao direito da contratação coletiva,  contribuindo para o agravamento e das condições  de saúde e segurança na vida dos trabalhadores
Perante as politicas promovidas pelo governo, a USL /CGTP considera que as zonas envolventes como Ministério da Economia e Finanças devem ser assinaladas como zonas de perigo e assalto aos trabalhadores.

Ver fotos da iniciativa.

TRABALHADORES DOS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES EM LUTA!

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luta_fectrans_dezembro_2011Os trabalhadores dos transportes e comunicações, manifestaram-se ontem em Lisboa, para exigir novas políticas para o sector e aprovaram a continuação da luta, com greves, na segunda quinzena de Janeiro. Integrada na Jornada de Luta Nacional da CGTP-IN, esta acção de luta mobilizou cerca de mil activistas dos sindicatos e comissões de trabalhadores do sector.
No Ministério da Economia, os trabalhadores aprovaram uma resolução clara na defesa das empresas e do serviço público; defesa da contratação colectiva; defesa dos salários contra o roubo em curso.
Foi também decidida a continuação da luta contra a agressão que o sector está a ser vítima, pelo que anunciaram uma semana de luta com greves para a segunda quinzena de Janeiro caso o Governo não recue com as suas políticas de agressão.

Continuar...

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