SOLIDARIEDADE COM A LUTA DOS TRABALHADORES DO PORTO DE LISBOA

SOLIDARIEDADE COM A LUTA DOS TRABALHADORES DO PORTO DE LISBOAUma delegação da CGTP-IN e da FECTRANS, na qual se incluiu o Secretário-geral da central sindical, Arménio Carlos, manifestou a sua solidariedade e apoio aos trabalhadores do porto de Lisboa e ao seu sindicato, que estão em luta, na forma de greve contra a desregulamentação e tentativa de colocar todos os trabalhadores com vínculos precários e que lutam pela revisão do seu Contrato Colectivo, instrumento que garante o trabalho com direitos.

CGTP-IN CONDENA MORTE DE SINDICALISTA SAHARAUI

CGTP-IN CONDENA MORTE DE SINDICALISTA SAHARAUIA CGTP-IN expressa o seu profundo pesar à família, aos amigos e à Coordenadora de Saharauis Desempregados de que era dirigente o sindicalista e preso político Brahim Saika, que morreu depois de ter sido preso e torturado pelas autoridades marroquinas. A CGTP-IN denuncia e condena a forma arbitraria como as autoridades ocupantes de Marrocos trataram este sindicalista e dirigente sindical Saharaui e violando todos os seus direitos. 

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CONCENTRAÇÃO DE SOLIDARIEDADE COM TRABALHADORAS DESPEDIDAS DO HOTEL SHERATON - QUINTA-FEIRA ÀS 9 HORAS!

CONCENTRAÇÃO DE SOLIDARIEDADE COM TRABALHADORAS DESPEDIDAS DO HOTEL SHERATON - QUINTA-FEIRA ÀS 9 HORAS!A Administração dos Hotéis Sheraton instaurou um processo de despedimento por extinção do posto de trabalho a duas trabalhadoras. Este processo envolve uma dirigente e uma ex-delegada sindical recentemente mães, demonstrando que o objectivo é o de afastar da empresa duas activistas sindicais que sempre defenderam os direitos dos seus colegas e fizeram questão de cumprir os seus. Este é mais um processo que visa limitar a liberdade sindical e o livre exercício dos direitos sindicais dentro da empresa, assim como o direito à maternidade e paternidade. O Sindicato da Hotelaria do Sul marcou uma concentração para o dia 10 de Novembro, quinta-feira, pelas 9 horas, de solidariedade com as trabalhadoras envolvidas e pelo direito ao livre exercício dos direitos sindicais dentro da empresa e pelo direito à maternidade e paternidade.

FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO! PALESTINA LIVRE E INDEPENDENTE!

FIM À AGRESSÃO! FIM À OCUPAÇÃO! PALESTINA LIVRE E INDEPENDENTE! Centenas de pessoas responderam, esta tarde, ao apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) para um acto público de solidariedade para com o povo palestino. Iniciativa promovida pela CGTP-IN, MPPM e CPPC, uma obrigatória acção de protesto contra a agressão de Israel à população palestina da Faixa de Gaza e de solidariedade com o povo palestino. 

Denunciar e condenar a brutal agressão ao povo palestino da Faixa de Gaza, que causou, quase dois mil mortos e cerca de 9000 feridos, na sua maioria civis, entre os quais milhares de crianças. Dezenas de famílias inteiras foram assassinadas, infra-estruturas básicas destruídas, centenas de milhares de desalojados. 

Este crime de Israel não pode ficar impune! Não podemos deixar esquecer, não podemos permitir que se silencie mais um massacre cometido pelo Estado israelita. Crimes que não se cingem a esta recente agressão a Gaza, crimes que são cometidos há tantas décadas, tantas quanto dura a ocupação. E são já quase 7 décadas.

A agressão de Israel ao povo palestino continua! Pela ocupação. Pela permanente opressão. Pela exploração. Pela violência! Pelo criminoso bloqueio contra a população de Gaza, que lhes nega. Inclusive, os bens mais essenciais. Continua com o apoio cumplice dos EUA e da UE.

Palestina Vencerá!

SOLIDARIEDADE COM TRABALHADORES E POVO DA PALESTINA!

SOLIDARIEDADE COM TRABALHADORES E POVO DA PALESTINA!Foram muitas as centenas de pessoas que, ontem no Rossio, responderam ao apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) para a participação numa concentração em solidariedade com a Palestina e contra a brutal ofensiva de Israel contra os trabalhadores e o povo da Palestina.

A CGTP-IN condena a agressão do governo Israelita à população de Gaza, com brutais bombardeamentos que causaram, até à data, centenas de mortos e um número indeterminado de feridos entre a população indefesa, nomeadamente crianças. A violência, a crueldade e a morte intensificaram-se em nome de um dito direito de "retaliação". Do que na verdade se trata, é de hediondos de crimes de guerra levados a cabo por uma potência ocupante. Os trabalhadores e o povo palestiniano vivem há mais de 60 anos sob a ocupação e a agressão do estado israelita, cuja política sionista desenvolve brutais agressões, chantagem, bloqueios e crimes contra o povo palestiniano, na Cisjordânia e em Gaza.

Esta nova brutal ofensiva armada israelita sobre Gaza, constitui um verdadeiro massacre de civis indefesos, que nada pode justificar. Israel só tem podido agir desta forma, em total violação das normas do direito internacional, devido ao apoio económico, diplomático e militar concedido pelos EUA, por vários países europeus e pela NATO.

Em toda a Palestina e em consequência da ocupação e das constantes agressões, a actividade económica tem sido profundamente afectada. A situação do trabalho e do emprego na Cisjordânia e em Gaza é deveras preocupante. A construção do muro e o aumento da construção dos colonatos e de estradas separadas e todas as brutais limitações à circulação dos cidadãos palestinianos, através dos checkpoints, limitam toda a circulação dos palestinianos afectando, em primeiro lugar, os seus trabalhadores.

CONTRA OS CRIMES DE GUERRA DE ISRAEL, TODOS AO ROSSIO!

CONTRA OS CRIMES DE GUERRA DE ISRAEL, TODOS AO ROSSIO!É preciso parar o terrorismo do governo de Israel. O método não é novo: de cada vez que o Governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.
O Governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o Governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.
Por isso, várias organizações, entre as quais a CGTP-IN, apelam a uma Concentração no Rossio, em Lisboa, dia 14 de Julho, às 18h00.

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS SOLIDÁRIA COM A GREVE DOS MÉDICOS PARA OS DIAS 8 E 9 DE JULHO

PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SNS SOLIDÁRIA COM A GREVE DOS MÉDICOS PARA OS DIAS  8 E 9 DE JULHOA Plataforma Lisboa em Defesa do SNS (Serviço Nacional de Saúde) apela à participação da população de Lisboa na concentração pela saúde no dia 8 de Julho, pelas 15h30 junto ao Ministério da Saúde. A Plataforma Lisboa Em Defesa do SNS reuniu com a FNAM (Federação Nacional do Médicos) no dia 1 de Julho, para dar a conhecer as razões da greve convocada por esta organização. O Governo PSD/CDS-PP prepara o “terreno” para acabar com o SNS conforme previsto na CRP e abre cada vez mais espaço para o sector Privado. Esta situação está bem patente na Portaria 82/2014 publicada recentemente.
O que está em causa:


- Mais encerramentos de unidades de saúde:- maternidades; hospital de SantaCruz; Instituto oftalmológico Gama Pinto, entre muitos outros;


- Menos especialidades: como a estomatologia; a endocrinologia e pedopsiquiatria deixam de existir no SNS;


- Profissionais de saúde obrigados a calar todas as deficiências que podem colocar em causa a qualidade e segurança na prestação de cuidados de saúde;


- Mais precariedade e desemprego junto dos Profissionais de saúde!


Pela sua Saúde defenda o SNS! Participe na concentração junto ao Ministério da Saúde!

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