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HÁ SOLUÇÃO! HAJA POLÍTICAS PARA PÔR COBRO À ESPECULAÇÃO DA BANCA!

bce_logoLeia o estudo do economista Eugénio Rosa que revela dados que, estando acessíveis a todos, nunca são divulgados. Neste estudo podemos ver os mecanismos altamente especulativos e perversos entre a Banca, o Estado e o BCE. O esquema especulativo, explicado por Eugénio Rosa, é marcado por uma enorme diferença de taxas de juro entre o que a Banca portuguesa empresta às famílias, às empresa e ao Estado português (5%, 12% e mais) e as taxas de juro com que obtém recursos do BCE (1%). Esta diferença já fez com que banca portuguesa tenha ganho em 3 anos 3.228 milhões Euros! É um escândalo!
Outro escândalo: os lucros da Banca têm aumentado também à custa dos impostos que não paga. Entre 2009 e 2010 os lucros líquidos da Banca aumentaram 13,2%, mas os impostos cobrados diminuíam 26,2%. Em 2 anos apenas (2009 e 2010) a Banca devia ter pago mais 491 milhões de Euros se tivesse pago os seus impostos à taxa legal como todas as outras empresas.
É um roubo ao país, é um roubo ao povo português!

Ler estudo completo de Eugénio Rosa

NATAL NA ROTA DAS DESIGUALDADES

mini-DSC02799No próximo dia 16 de Dezembro, a União de Sindicatos de Lisboa vai realizar uma iniciativa sindical onde se denunciam as desigualdades sociais que vão aumentando a cada dia que passa e que nesta fase do ano ganham outra dimensão por ser mais visível a disparidade no poder de compra.

O apelo que o Governo e o patronato vêm fazendo aos trabalhadores e aos reformados para que contribuam para a resolução da crise por eles criada, é bem o contrário do que as grandes empresas estão a fazer com a antecipação do pagamento aos accionistas (quem são?) dos lucros ou dividendos para fugirem aos impostos.

Temos de denunciar as falsas moralidades e exigir outras politicas que não penalizem os mesmos de sempre, por isso vamos sair à rua!

Debate Público sobre o Serviço Nacional de Saúde

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A União dos Sindicatos de Lisboa realizou, hoje, na Rua do Carmo, pelas 15h00, um debate público sobre o Serviço Nacional de Saúde.

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Em defesa do Serviço Nacional de Saúde

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A União dos Sindicatos de Lisboa vai realizar no dia 20 de Outubro na Rua do Carmo, pelas 15h00 um debate público sobre o Serviço Nacional de Saúde.

Esta iniciativa tem como objectivo sensibilizar a opinião pública para as repercussões da privatização desta importante área social. A acção está a ser dinamizada, no âmbito da Petição lançada pela CGTP-IN contra as privatizações no Sector Empresarial do Estado e o ataque à Administração Pública.

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Em Defesa da Escola Pública, Democrática e de Qualidade

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A Escola pública é um direito de todas e de todos. É um elemento necessário e imprescindível para o desenvolvimento político, económico, social e cultural do País. É um pilar da democracia e da soberania do país. É um dos instrumentos fundamentais de combate às desigualdades sociais e só um ensino público pode garantir efectivamente o sucesso educativo e a formação integral dos indivíduos, sendo tambem um espaço de aprendizagem e de formação cívica, factor decisivo para a inclusão social. Garantir o ensino público democrático e de qualidade é uma obrigação do Estado.

 

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Dar a palavra à escola pública

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A União dos sindicatos de Lisboa-CGTP-IN realiza no dia 16 de Setembro, a partir das 16h00 na Rua do Carmo, uma iniciativa que pretende sensibilizar a opinião pública para a importância da defesa da Escola Pública e denunciar as opções politicas neoliberais do Partido Socialista, que tem levado a um progressivo desinvestimento na Educação, como prova a diminuição de verbas para esta área nos sucessivos Orçamentos de Estado, desresponsabilização do Estado na Educação pré-escolar, a entrega de alguns serviços ao sector privado, o encerramento das escolas, a retirada de apoio às crianças com necessidades educativas especiais, o ataque aos profissionais do Ensino, o aumento dos custos da Educação em contraponto com a diminuição na acção social escolar, entre outras questões.

Esta iniciativa insere-se na dinamização da petição sobre as privatizações no sector empresarial do Estado e o ataque à Administração Pública.

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