Políticas Sociais - União dos Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais 2018-11-20T18:17:15+00:00 Joomla! - Open Source Content Management Seminário Imigração em Lisboa 2018-10-23T10:24:28+01:00 2018-10-23T10:24:28+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1689-seminario-imigracao-em-lisboa Hugo Melo hugocjmelo@gmail.com <div class="feed-description"><p style="text-align: justify;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/20181019Seminario1.jpg" border="0" alt="" align="left" />A USL realizou no passado dia 19 de Outubro, no Auditório do STEC, um Seminário sob o lema “Imigração: das Condições de Vida e inserção Laboral à intervenção sindical - Direito ao Trabalho com Direitos”.<br />Foram convidados, e deram um excelente contributo para o debate, um leque variado de oradores: investigadores na área das Migrações e da Cidade (a Professora Alina Esteves (IGOT-UL) e o Professor André Carmo (IPL); Pequenos e Médios Empresários (na pessoa do Secretário Geral da Confederação das Pequenas e Médias Empresas, José Brinquete); Hugo Dionísio jurista da CGTP-IN e Manuel Correia, coordenador do SIESI e membro do Departamento para as Migrações da CGTP-IN). A abertura e encerramento foram feitos pelo Coordenador da USL, Libério Domingues.<br />A organização deste Seminário inseriu-se no âmbito do Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes em Lisboa, contando com a presença e intervenção inicial do Vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo.<br />Na plateia, 50 sindicalistas dos vários sectores de actividade contribuíram com o seu testemunho e conhecimento concreto para trazer os muitos problemas e graves dificuldades que se colocam no campo das relações laborais aos imigrantes em Lisboa.<br />Foi ainda apresentado, e aberto a sugestões, o FOLHETO PARA CONTACTO COM TRABALHADORES/AS IMIGRANTES, da responsabilidade da USL/CGTP-IN, que será traduzido e levado para os locais de trabalho.<br />Este seminário constituiu um passo importante no trabalho e desafio fundamental para os sindicatos da CGTP e do Distrito de Lisboa, no sentido da defesa e da integração dos e das trabalhadores migrantes e na garantia do exercício dos seus direitos.</p></div> <div class="feed-description"><p style="text-align: justify;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/20181019Seminario1.jpg" border="0" alt="" align="left" />A USL realizou no passado dia 19 de Outubro, no Auditório do STEC, um Seminário sob o lema “Imigração: das Condições de Vida e inserção Laboral à intervenção sindical - Direito ao Trabalho com Direitos”.<br />Foram convidados, e deram um excelente contributo para o debate, um leque variado de oradores: investigadores na área das Migrações e da Cidade (a Professora Alina Esteves (IGOT-UL) e o Professor André Carmo (IPL); Pequenos e Médios Empresários (na pessoa do Secretário Geral da Confederação das Pequenas e Médias Empresas, José Brinquete); Hugo Dionísio jurista da CGTP-IN e Manuel Correia, coordenador do SIESI e membro do Departamento para as Migrações da CGTP-IN). A abertura e encerramento foram feitos pelo Coordenador da USL, Libério Domingues.<br />A organização deste Seminário inseriu-se no âmbito do Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes em Lisboa, contando com a presença e intervenção inicial do Vereador dos Direitos Sociais, Manuel Grilo.<br />Na plateia, 50 sindicalistas dos vários sectores de actividade contribuíram com o seu testemunho e conhecimento concreto para trazer os muitos problemas e graves dificuldades que se colocam no campo das relações laborais aos imigrantes em Lisboa.<br />Foi ainda apresentado, e aberto a sugestões, o FOLHETO PARA CONTACTO COM TRABALHADORES/AS IMIGRANTES, da responsabilidade da USL/CGTP-IN, que será traduzido e levado para os locais de trabalho.<br />Este seminário constituiu um passo importante no trabalho e desafio fundamental para os sindicatos da CGTP e do Distrito de Lisboa, no sentido da defesa e da integração dos e das trabalhadores migrantes e na garantia do exercício dos seus direitos.</p></div> CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DA PLATAFORMA LISBOA EM DEFESA DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 2018-01-30T10:42:25+00:00 2018-01-30T10:42:25+00:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1645-conferencia-de-imprensa-da-plataforma-lisboa-em-defesa-do-servico-nacional-de-saude Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p>A Plataforma Lisboa em defesa do Serviço Nacional de Saúde, realizou ontem, dia 29 de Janeiro à porta do Hospital de S. José, uma Conferência de imprensa. Esta foi mais uma iniciativa inserida no plano de acção aprovado pela Plataforma e que foi precedida de uma semana de esclarecimento aos utentes dos Hospitais de Lisboa. </p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong>Para a Plataforma Lisboa Em Defesa do SNS, a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental não pode servir para destruir os Hospitais do Centro hospitalar de Lisboa Central.</strong></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p> <p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Plataforma_saude/mini-foto_conferencia imprensa.jpg" border="0" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Plataforma_saude/mini-foto_conferencia imprensa2.jpg" border="0" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p></div> <div class="feed-description"><p>A Plataforma Lisboa em defesa do Serviço Nacional de Saúde, realizou ontem, dia 29 de Janeiro à porta do Hospital de S. José, uma Conferência de imprensa. Esta foi mais uma iniciativa inserida no plano de acção aprovado pela Plataforma e que foi precedida de uma semana de esclarecimento aos utentes dos Hospitais de Lisboa. </p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong>Para a Plataforma Lisboa Em Defesa do SNS, a construção do novo Hospital de Lisboa Oriental não pode servir para destruir os Hospitais do Centro hospitalar de Lisboa Central.</strong></p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p> <p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Plataforma_saude/mini-foto_conferencia imprensa.jpg" border="0" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Plataforma_saude/mini-foto_conferencia imprensa2.jpg" border="0" alt="" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p></div> PENSÕES DE REFORMA: ACABAR COM AS PENALIZAÇÕES 2017-03-30T16:44:20+01:00 2017-03-30T16:44:20+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1511-pensoes-de-reforma-acabar-com-as-penalizacoes João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><span style="font-size: 12.16px;">O Governo apresentou na concertação social um documento em que se propõe rever as pensões antecipadas no regime geral de segurança social. A CGTP-IN regista a eliminação do factor de sustentabilidade (13,88%), enquanto factor penalizador das pensões antecipadas a que acrescem outros factores de penalização. A CGTP-IN criticou e recusou, desde o início, a criação e aplicação do factor de sustentabilidade, na medida em que veio determinar uma redução muito significativa no valor de todas as pensões e uma quebra progressiva na respectiva taxa de substituição, que se vai acentuando cada vez mais, alegadamente para acompanhar o aumento da esperança média de vida, implicando uma contínua degradação da qualidade de vida e um crescente empobrecimento de sucessivas gerações de reformados.</span></p> <p>{youtube}gwqXm3FAejg{/youtube}</p> </div> <div class="feed-description"><p><span style="font-size: 12.16px;">O Governo apresentou na concertação social um documento em que se propõe rever as pensões antecipadas no regime geral de segurança social. A CGTP-IN regista a eliminação do factor de sustentabilidade (13,88%), enquanto factor penalizador das pensões antecipadas a que acrescem outros factores de penalização. A CGTP-IN criticou e recusou, desde o início, a criação e aplicação do factor de sustentabilidade, na medida em que veio determinar uma redução muito significativa no valor de todas as pensões e uma quebra progressiva na respectiva taxa de substituição, que se vai acentuando cada vez mais, alegadamente para acompanhar o aumento da esperança média de vida, implicando uma contínua degradação da qualidade de vida e um crescente empobrecimento de sucessivas gerações de reformados.</span></p> <p>{youtube}gwqXm3FAejg{/youtube}</p> </div> FECTRANS DINAMIZA PETIÇÃO POR REGIME DE REFORMA DOS MOTORISTAS DE PESADOS 2016-08-11T11:02:37+01:00 2016-08-11T11:02:37+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1351-fectrans-dinamiza-peticao-por-regime-de-reforma-dos-motoristas-de-pesados João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/AGO/FECTRANS_PESADOS_MOTORISTAS.jpg" border="0" alt="FECTRANS DINAMIZA PETIÇÃO POR REGIME DE REFORMA DOS MOTORISTAS DE PESADOS" width="264" style="float: left; border: 0;" />A FECTRANS e os seus sindicatos estão a dinamizar uma petição à Assembleia da República, porque a publicação do decreto-lei 40/2016 não veio resolver o problema de fundo - a possibilidade legal de os trabalhadores motoristas e os outros que têm limites de idade para o exercício da profissão terem acesso mais cedo à idade de reforma. Antes pelo contrário, aquele diploma veio aumentar os anos de actividade de uma profissão que se reconhece ser de grande desgaste físico e psíquico, o que leva a que uma percentagem elevada destes profissionais não consiga atingir a idade legal de reforma.</p> <p><a href="http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82460" target="_blank" title="FECTRANS DINAMIZA PETIÇÃO POR REGIME DE REFORMA DOS MOTORISTAS DE PESADOS">Assina aqui a petição!</a></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/AGO/FECTRANS_PESADOS_MOTORISTAS.jpg" border="0" alt="FECTRANS DINAMIZA PETIÇÃO POR REGIME DE REFORMA DOS MOTORISTAS DE PESADOS" width="264" style="float: left; border: 0;" />A FECTRANS e os seus sindicatos estão a dinamizar uma petição à Assembleia da República, porque a publicação do decreto-lei 40/2016 não veio resolver o problema de fundo - a possibilidade legal de os trabalhadores motoristas e os outros que têm limites de idade para o exercício da profissão terem acesso mais cedo à idade de reforma. Antes pelo contrário, aquele diploma veio aumentar os anos de actividade de uma profissão que se reconhece ser de grande desgaste físico e psíquico, o que leva a que uma percentagem elevada destes profissionais não consiga atingir a idade legal de reforma.</p> <p><a href="http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT82460" target="_blank" title="FECTRANS DINAMIZA PETIÇÃO POR REGIME DE REFORMA DOS MOTORISTAS DE PESADOS">Assina aqui a petição!</a></p></div> PT: SOBRE AS ALTERAÇÕES NA GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE 2016-07-15T14:33:20+01:00 2016-07-15T14:33:20+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1340-pt-sobre-as-alteracoes-na-gestao-dos-planos-de-saude João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/MAR/Logo_PT_grefve_sntct_marco_2016.jpg" border="0" alt="PT: SOBRE AS ALTERAÇÕES NA GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE" width="264" style="float: left; border: 0;" />Estamos juntos com as ERT do Grupo PT a diligenciar pela melhor defesa dos beneficiários da PT ACS. Pela análise dos estatutos da PT ACS conclui-se que é possível que os Planos de Saúde sejam transferidos para a Multicare por gestão indireta. Não nos agrada e algumas questões já divulgadas, preocupam-nos! Sabemos que este negócio milionário foi contratualizado entre a PT ACS e a Multicare por cinco anos e meio. Informaram-nos que não ocorrerá perda de direitos e benefícios para os beneficiários. Na reunião do dia 11 de Julho, entre as ERT, a PT ACS e o CCO, João Zúquete fomos informados que:</p> <p>- O beneficiário da PT ACS não deverá pagar qualquer caução em episódio de urgência onde quer que seja!</p> <p>- Ainda poderão ocorrer algumas alterações sobre os copagamentos pela totalidade.</p> <p>Aguarda-se por nova reunião para esclarecimentos conclusivos sobre outras questões colocadas. Apela-se à assinatura até 17 de Julho do abaixo assinado em papel ou on-line relativo a este tema.</p> <p><a href="http://www.sntct.pt/img/com_pt/an0002241.pdf" target="_blank" title="comunicado sntct aos trabalhadores">Ler documento do SNTCT aos trabalhadores.</a></p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/MAR/Logo_PT_grefve_sntct_marco_2016.jpg" border="0" alt="PT: SOBRE AS ALTERAÇÕES NA GESTÃO DOS PLANOS DE SAÚDE" width="264" style="float: left; border: 0;" />Estamos juntos com as ERT do Grupo PT a diligenciar pela melhor defesa dos beneficiários da PT ACS. Pela análise dos estatutos da PT ACS conclui-se que é possível que os Planos de Saúde sejam transferidos para a Multicare por gestão indireta. Não nos agrada e algumas questões já divulgadas, preocupam-nos! Sabemos que este negócio milionário foi contratualizado entre a PT ACS e a Multicare por cinco anos e meio. Informaram-nos que não ocorrerá perda de direitos e benefícios para os beneficiários. Na reunião do dia 11 de Julho, entre as ERT, a PT ACS e o CCO, João Zúquete fomos informados que:</p> <p>- O beneficiário da PT ACS não deverá pagar qualquer caução em episódio de urgência onde quer que seja!</p> <p>- Ainda poderão ocorrer algumas alterações sobre os copagamentos pela totalidade.</p> <p>Aguarda-se por nova reunião para esclarecimentos conclusivos sobre outras questões colocadas. Apela-se à assinatura até 17 de Julho do abaixo assinado em papel ou on-line relativo a este tema.</p> <p><a href="http://www.sntct.pt/img/com_pt/an0002241.pdf" target="_blank" title="comunicado sntct aos trabalhadores">Ler documento do SNTCT aos trabalhadores.</a></p></div> SANÇÕES DA UE - ENSAIO DE UM ACTO DE PIRATARIA 2016-07-12T11:23:44+01:00 2016-07-12T11:23:44+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1339-sancoes-da-ue-ensaio-de-um-acto-de-pirataria João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/JUL/parlamento_europeu.jpg" border="0" alt="SANÇÕES DA UE - ENSAIO DE UM ACTO DE PIRATARIA" width="264" style="float: left; border: 0;" />A CGTP-IN considera totalmente inaceitáveis quaisquer sanções a Portugal. O país não pode nem deve ser sancionado pelas políticas aplicadas pela CE, BCE e FMI. Esta é uma realidade que se situa no campo da irracionalidade, face ao impacto profundamente negativo que já teve e pode vir a ter na vida de milhões de portugueses. A mesma U.E. que carimbou a "saída limpa" do país do memorando apresenta agora um conjunto de dados falaciosos para justificar aquilo que não tem justificação. Uma UE com uma postura prepotente, arrogante e totalitária para os países do sul e agachada, submissa e subserviente perante os interesses da Alemanha. Uma UE que dando aval às dezenas de "testes de stress" que foram apresentados como garantias de solidez da banca, agora omite as responsabilidades que teve, nomeadamente, na imposição do tipo de resolução encontrado para o BANIF.</p> </div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/JUL/parlamento_europeu.jpg" border="0" alt="SANÇÕES DA UE - ENSAIO DE UM ACTO DE PIRATARIA" width="264" style="float: left; border: 0;" />A CGTP-IN considera totalmente inaceitáveis quaisquer sanções a Portugal. O país não pode nem deve ser sancionado pelas políticas aplicadas pela CE, BCE e FMI. Esta é uma realidade que se situa no campo da irracionalidade, face ao impacto profundamente negativo que já teve e pode vir a ter na vida de milhões de portugueses. A mesma U.E. que carimbou a "saída limpa" do país do memorando apresenta agora um conjunto de dados falaciosos para justificar aquilo que não tem justificação. Uma UE com uma postura prepotente, arrogante e totalitária para os países do sul e agachada, submissa e subserviente perante os interesses da Alemanha. Uma UE que dando aval às dezenas de "testes de stress" que foram apresentados como garantias de solidez da banca, agora omite as responsabilidades que teve, nomeadamente, na imposição do tipo de resolução encontrado para o BANIF.</p> </div> A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA DEVOLVE AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA OS DIPLOMAS QUE VETOU NO DIA 25 DE JANEIRO! 2016-02-11T16:45:03+00:00 2016-02-11T16:45:03+00:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1203-a-assembleia-da-republica-devolve-ao-presidente-da-republica-os-diplomas-que-vetou-no-dia-25-de-janeiro João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><a href="%20images/stories/PDFs/PRECONCEITOS_PR_DEVOLVEM_DIPLOMAS_AR.pdf" target="_blank"><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/NOV/capa_concentracao_belem.jpg" border="0" alt="palácio de belém" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>Na passada quarta-feira, na Assembleia da Republica, a maioria dos deputados fez aprovar a confirmação do diploma que revoga as alterações à interrupção voluntária da gravidez (IVG) e do diploma que legaliza a adopção por casais do mesmo sexo. O Presidente da República terá agora de promulgar, no prazo de oito dias, os dois diplomas que vetou a 25 de Janeiro. O ainda Presidente da República, Cavaco Silva, nos últimos dias do seu mandato, veio confirmar a natureza eivada de preconceitos que o caracteriza. O Presidente vectou os diplomas porque considerou estar ainda “por demonstrar” que sejam mudanças legais que “promovam o bem-estar da criança” e, no caso da IVG, justificou que ficaram diminuídos os direitos à informação da mulher que decide abortar. Curiosamente, a sua invocação acerca do superior interesse das crianças, não foi ouvida nem sentida, quando milhares de crianças em Portugal ficaram sem sustento quando os seus pais foram despedidos, ou quando a sua única refeição diária era aquela que a escola lhes fornecia, nem quando se fizeram sentir os cortes nos abonos de família, no rendimento social de inserção e outras prestações sociais, pelas mãos do anterior Governo, que deixaram milhares de crianças ao abandono.</p> <p><a href="images/stories/PDFs/PRECONCEITOS_PR_DEVOLVEM_DIPLOMAS_AR.pdf" target="_blank">Ler posição da Comissão de Igualdade entre mulheres e homens da CGTP-IN.</a></p></div> <div class="feed-description"><p><a href="%20images/stories/PDFs/PRECONCEITOS_PR_DEVOLVEM_DIPLOMAS_AR.pdf" target="_blank"><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/NOV/capa_concentracao_belem.jpg" border="0" alt="palácio de belém" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>Na passada quarta-feira, na Assembleia da Republica, a maioria dos deputados fez aprovar a confirmação do diploma que revoga as alterações à interrupção voluntária da gravidez (IVG) e do diploma que legaliza a adopção por casais do mesmo sexo. O Presidente da República terá agora de promulgar, no prazo de oito dias, os dois diplomas que vetou a 25 de Janeiro. O ainda Presidente da República, Cavaco Silva, nos últimos dias do seu mandato, veio confirmar a natureza eivada de preconceitos que o caracteriza. O Presidente vectou os diplomas porque considerou estar ainda “por demonstrar” que sejam mudanças legais que “promovam o bem-estar da criança” e, no caso da IVG, justificou que ficaram diminuídos os direitos à informação da mulher que decide abortar. Curiosamente, a sua invocação acerca do superior interesse das crianças, não foi ouvida nem sentida, quando milhares de crianças em Portugal ficaram sem sustento quando os seus pais foram despedidos, ou quando a sua única refeição diária era aquela que a escola lhes fornecia, nem quando se fizeram sentir os cortes nos abonos de família, no rendimento social de inserção e outras prestações sociais, pelas mãos do anterior Governo, que deixaram milhares de crianças ao abandono.</p> <p><a href="images/stories/PDFs/PRECONCEITOS_PR_DEVOLVEM_DIPLOMAS_AR.pdf" target="_blank">Ler posição da Comissão de Igualdade entre mulheres e homens da CGTP-IN.</a></p></div> DADOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL CONFIRMAM A MENTIRA E A HIPOCRISIA DO PSD E DO CDS! 2016-01-28T16:12:25+00:00 2016-01-28T16:12:25+00:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1187-dados-da-execucao-orcamental-confirmam-a-mentira-e-a-hipocrisia-do-psd-e-do-cds João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/JAN/dados_ocamentais_2016.jpg" border="0" alt="DADOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL CONFIRMAM A MENTIRA E A HIPOCRISIA DO PSD E DO CDS!" width="264" style="float: left; border: 0;" />Os números da Execução Orçamental de 2015 confirmam a política de mentira e de exploração, desigualdades e empobrecimento implementada pelo Governo PSD/CDS nos últimos quatro anos. De Janeiro a Dezembro, e ainda sem contabilizar o enorme prejuízo que o Banif significará para os trabalhadores e pensionistas, importa ter presente:</p> <p>- o aumento das despesas com as PPP rodoviárias, que custaram 1.464 milhões de euros ao longo do ano, bem acima dos 924 milhões orçamentados, pondo a nu a ausência de resultados das propaladas renegociações dos contratos de concessão. Esta situação contrasta a diminuição das prestações pagas pela Segurança Social, que tiveram uma quebra de mais de 600 milhões. Acresce que neste mesmo período, o Governo do PSD/CDS cortou cerca de 500 milhões de euros só em prestações de desemprego.</p> <p>- o pagamento de juros continua a aumentar, consumindo já 4,4% de toda a riqueza produzida em Portugal num ano. Esta verba seria suficiente para quase duplicar toda a despesa do Serviço Nacional de Saúde. Dos 7,5 mil milhões de euros em juros, contam-se os 2 mil milhões pagos ao FMI, Banco Centrar Europeu e Comissão Europeia.</p> <p>- que se confirma que a devolução da sobretaxa não era mais do que uma redonda mentira de campanha eleitoral como, aliás, a CGTP-IN sempre denunciou. Em vez dos 35% anunciados para a devolução, é-nos agora transmitido que não há qualquer reembolso. Por outro lado, enquanto os rendimentos de trabalho continuavam fustigados por uma brutal carga fiscal, as receitas fiscais provenientes dos rendimentos de capital tiveram uma diminuição significativa.</p> <p>Estes dados confirmam a importância de uma rápida mudança de política, que promova o crescimento económico, o emprego com direitos, a recuperação e o aumento dos rendimentos dos trabalhadores e dos pensionistas, o efectivo apoio social às camadas da população em situação de pobreza e exclusão, com a valorização das prestações, e uma reformulação da política fiscal que a torne mais justa e redistributiva da riqueza, em conformidade com a Constituição da República e com objectivos de progresso e justiça fiscal.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2016/JAN/dados_ocamentais_2016.jpg" border="0" alt="DADOS DA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL CONFIRMAM A MENTIRA E A HIPOCRISIA DO PSD E DO CDS!" width="264" style="float: left; border: 0;" />Os números da Execução Orçamental de 2015 confirmam a política de mentira e de exploração, desigualdades e empobrecimento implementada pelo Governo PSD/CDS nos últimos quatro anos. De Janeiro a Dezembro, e ainda sem contabilizar o enorme prejuízo que o Banif significará para os trabalhadores e pensionistas, importa ter presente:</p> <p>- o aumento das despesas com as PPP rodoviárias, que custaram 1.464 milhões de euros ao longo do ano, bem acima dos 924 milhões orçamentados, pondo a nu a ausência de resultados das propaladas renegociações dos contratos de concessão. Esta situação contrasta a diminuição das prestações pagas pela Segurança Social, que tiveram uma quebra de mais de 600 milhões. Acresce que neste mesmo período, o Governo do PSD/CDS cortou cerca de 500 milhões de euros só em prestações de desemprego.</p> <p>- o pagamento de juros continua a aumentar, consumindo já 4,4% de toda a riqueza produzida em Portugal num ano. Esta verba seria suficiente para quase duplicar toda a despesa do Serviço Nacional de Saúde. Dos 7,5 mil milhões de euros em juros, contam-se os 2 mil milhões pagos ao FMI, Banco Centrar Europeu e Comissão Europeia.</p> <p>- que se confirma que a devolução da sobretaxa não era mais do que uma redonda mentira de campanha eleitoral como, aliás, a CGTP-IN sempre denunciou. Em vez dos 35% anunciados para a devolução, é-nos agora transmitido que não há qualquer reembolso. Por outro lado, enquanto os rendimentos de trabalho continuavam fustigados por uma brutal carga fiscal, as receitas fiscais provenientes dos rendimentos de capital tiveram uma diminuição significativa.</p> <p>Estes dados confirmam a importância de uma rápida mudança de política, que promova o crescimento económico, o emprego com direitos, a recuperação e o aumento dos rendimentos dos trabalhadores e dos pensionistas, o efectivo apoio social às camadas da população em situação de pobreza e exclusão, com a valorização das prestações, e uma reformulação da política fiscal que a torne mais justa e redistributiva da riqueza, em conformidade com a Constituição da República e com objectivos de progresso e justiça fiscal.</p></div> PRIMEIROS DADOS DA GREVE NACIONAL DA SAÚDE NO TURNO DA NOITE 2015-05-15T10:40:13+01:00 2015-05-15T10:40:13+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1104-primeiros-dados-da-greve-nacional-da-saude-no-turno-da-noite João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/MAI/capa_greve_nacional_saude.jpg" border="0" alt="greve nacional na saúde" width="264" style="float: left; border: 0;" />Hoje, os trabalhadores da Saúde – assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos de diagnóstico e terapêutica e técnicos superiores de saúde – do contrato de trabalho em funções públicas e do contrato individual de trabalho, reafirmam e exigem Um Serviço Nacional de Saúde, Geral, Universal e Gratuito!</p> <p>A reposição das 35 horas de trabalho; A contratação de Trabalhadores; Aumentos salariais anuais; Fim dos cortes salariais e reposição de todos os montantes roubados desde 2011; Descongelamento das progressões nas carreiras; Negociação/Criação efectiva de Carreiras; Pagamento do abono para falhas; Regulamentação do subsídio de risco, penosidade e insalubridade; Recusa da municipalização dos serviços de saúde; Não à entrega de hospitais às Misericórdias;</p> <p>Necessidade urgente de investimento no SNS!</p> </div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/MAI/capa_greve_nacional_saude.jpg" border="0" alt="greve nacional na saúde" width="264" style="float: left; border: 0;" />Hoje, os trabalhadores da Saúde – assistentes operacionais, assistentes técnicos, técnicos de diagnóstico e terapêutica e técnicos superiores de saúde – do contrato de trabalho em funções públicas e do contrato individual de trabalho, reafirmam e exigem Um Serviço Nacional de Saúde, Geral, Universal e Gratuito!</p> <p>A reposição das 35 horas de trabalho; A contratação de Trabalhadores; Aumentos salariais anuais; Fim dos cortes salariais e reposição de todos os montantes roubados desde 2011; Descongelamento das progressões nas carreiras; Negociação/Criação efectiva de Carreiras; Pagamento do abono para falhas; Regulamentação do subsídio de risco, penosidade e insalubridade; Recusa da municipalização dos serviços de saúde; Não à entrega de hospitais às Misericórdias;</p> <p>Necessidade urgente de investimento no SNS!</p> </div> DIA DA SEGURANÇA SOCIAL 2015-05-08T15:23:48+01:00 2015-05-08T15:23:48+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1099-dia-da-seguranca-social João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/MAI/capa_dia_seguranca_social.jpg" border="0" alt="DIA DA SEGURANÇA SOCIAL" width="264" style="float: left; border: 0;" />A CGTP-IN assinala o dia da Segurança Social realçando a importância deste direito fundamental, consagrado na Constituição da República Portuguesa. O sistema público de Segurança Social, através do qual se afirma e concretiza este direito, é uma das mais importantes conquistas do 25 de Abril, que nos cabe preservar, defender contra o objectivo dos que pretendem reconfigurar o Estado, visando a sua conversão num Estado assistencialista.</p> <p><span style="font-size: 12.1599998474121px; line-height: 1.3em;">A Segurança Social diz respeito a todas as pessoas, sejam economicamente activas ou não. É através da Segurança Social que os trabalhadores acedem a prestações substitutivas do seu rendimento de trabalho, como na doença, na maternidade e paternidade, no desemprego, na doença profissional, na invalidez e na velhice; que as famílias são apoiadas, nomeadamente com a educação das crianças e jovens, através do abono de família e de prestações dirigidas à dependência e à deficiência; e que as pessoas mais pobres e vulneráveis são apoiadas através de prestações, incluindo as pensões sociais, o Rendimento Social de Inserção e o Complemento Solidário para Idosos.</span></p> </div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2015/MAI/capa_dia_seguranca_social.jpg" border="0" alt="DIA DA SEGURANÇA SOCIAL" width="264" style="float: left; border: 0;" />A CGTP-IN assinala o dia da Segurança Social realçando a importância deste direito fundamental, consagrado na Constituição da República Portuguesa. O sistema público de Segurança Social, através do qual se afirma e concretiza este direito, é uma das mais importantes conquistas do 25 de Abril, que nos cabe preservar, defender contra o objectivo dos que pretendem reconfigurar o Estado, visando a sua conversão num Estado assistencialista.</p> <p><span style="font-size: 12.1599998474121px; line-height: 1.3em;">A Segurança Social diz respeito a todas as pessoas, sejam economicamente activas ou não. É através da Segurança Social que os trabalhadores acedem a prestações substitutivas do seu rendimento de trabalho, como na doença, na maternidade e paternidade, no desemprego, na doença profissional, na invalidez e na velhice; que as famílias são apoiadas, nomeadamente com a educação das crianças e jovens, através do abono de família e de prestações dirigidas à dependência e à deficiência; e que as pessoas mais pobres e vulneráveis são apoiadas através de prestações, incluindo as pensões sociais, o Rendimento Social de Inserção e o Complemento Solidário para Idosos.</span></p> </div> TRIBUNA PÚBLICA PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR! 2014-12-11T14:09:32+00:00 2014-12-11T14:09:32+00:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1057-tribuna-publica-pelo-direito-a-trabalhar-com-vida-pessoal-e-familiar João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><a href="images/stories/PDFs/manifesto_trabalho_familia.pdf" target="_blank" title="MANIFESTO PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/DEZ/capa_tp_trabalho_direito_familia.jpg" border="0" alt="TRIBUNA PÚBLICA PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>A comissão para a igualdade entre Mulheres e homens da CGTP-IN, a Interjovem e a Inter-reformados promoveram no dia 10 de Dezembro, uma Tribuna Pública sob o lema “Direito a Trabalhar com vida Pessoal e familiar” . Esta iniciativa realizou-se no âmbito do “Ano Europeu da Conciliação entre a vida profissional e a vida familiar” e na Sequência da luta travada pelo MSU contra a ofensiva patronal e governamental em relação `a organização do tempo de trabalho e os direitos de maternidade paternidade.</p> <p><br />São centenas de queixas, como estas, que dão entrada na CITE:</p> <p><br />-Teresa, empregada num hipermercado, tem 2 filhos menores. O pai teve de emigrar para arranjar emprego. A empresa quer mudar o horário no início do ano. Vai deixar de poder conciliar o horário com a escola dos filhos.</p> <p><br />-Filipa, enfermeira, trabalha por turnos. Vive com a filha de 10 anos, que fica em casa de uma vizinha quando a mãe trabalha de noite.</p> <p><br />-Luís, empregado bancário, pretende gozar os seus direitos de parentalidade. Ameaçam tirar-lhe o prémio mensal baseado na avaliação de desempenho e nos objectivos.</p> <p><br />A rua do Carmo foi palco de diversos testemunhos dos mais variados sectores de actividade de norte a sul do país, onde também foram divulgados casos positivos que tiveram intervenção sindical. A Cláudia de Aveiro; a Paula Sobral do SIESI, a Zoraima do SEP, a Aida da Hotelaria, a Susana do CESP, o Pedro dos vidreiros, a Cristina dos Têxteis, o Amadeu da Inter-reformados, que falaram da angustia e a injustiça que sentiram nas suas vidas ao verem negado aos filhos e netos um direito elementar como é o direito `a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar.</p> <p><br />Esta iniciativa contou também com a intervenção do Dr. Silva Santos que nos falou do valor da saúde e da vida, do Secretário geral da CGTP- in, Arménio Carlos falou-nos da importância da resistência, da luta organizada dos trabalhadores nos sindicatos para a construção das condições de trabalho digno.</p> <p><br /><a href="images/stories/PDFs/manifesto_trabalho_familia.pdf" target="_blank" title="MANIFESTO PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!">No final foi aprovado um Manifesto Reivindicativo.</a></p></div> <div class="feed-description"><p><a href="images/stories/PDFs/manifesto_trabalho_familia.pdf" target="_blank" title="MANIFESTO PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/DEZ/capa_tp_trabalho_direito_familia.jpg" border="0" alt="TRIBUNA PÚBLICA PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>A comissão para a igualdade entre Mulheres e homens da CGTP-IN, a Interjovem e a Inter-reformados promoveram no dia 10 de Dezembro, uma Tribuna Pública sob o lema “Direito a Trabalhar com vida Pessoal e familiar” . Esta iniciativa realizou-se no âmbito do “Ano Europeu da Conciliação entre a vida profissional e a vida familiar” e na Sequência da luta travada pelo MSU contra a ofensiva patronal e governamental em relação `a organização do tempo de trabalho e os direitos de maternidade paternidade.</p> <p><br />São centenas de queixas, como estas, que dão entrada na CITE:</p> <p><br />-Teresa, empregada num hipermercado, tem 2 filhos menores. O pai teve de emigrar para arranjar emprego. A empresa quer mudar o horário no início do ano. Vai deixar de poder conciliar o horário com a escola dos filhos.</p> <p><br />-Filipa, enfermeira, trabalha por turnos. Vive com a filha de 10 anos, que fica em casa de uma vizinha quando a mãe trabalha de noite.</p> <p><br />-Luís, empregado bancário, pretende gozar os seus direitos de parentalidade. Ameaçam tirar-lhe o prémio mensal baseado na avaliação de desempenho e nos objectivos.</p> <p><br />A rua do Carmo foi palco de diversos testemunhos dos mais variados sectores de actividade de norte a sul do país, onde também foram divulgados casos positivos que tiveram intervenção sindical. A Cláudia de Aveiro; a Paula Sobral do SIESI, a Zoraima do SEP, a Aida da Hotelaria, a Susana do CESP, o Pedro dos vidreiros, a Cristina dos Têxteis, o Amadeu da Inter-reformados, que falaram da angustia e a injustiça que sentiram nas suas vidas ao verem negado aos filhos e netos um direito elementar como é o direito `a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar.</p> <p><br />Esta iniciativa contou também com a intervenção do Dr. Silva Santos que nos falou do valor da saúde e da vida, do Secretário geral da CGTP- in, Arménio Carlos falou-nos da importância da resistência, da luta organizada dos trabalhadores nos sindicatos para a construção das condições de trabalho digno.</p> <p><br /><a href="images/stories/PDFs/manifesto_trabalho_familia.pdf" target="_blank" title="MANIFESTO PELO DIREITO A TRABALHAR COM VIDA PESSOAL E FAMILIAR!">No final foi aprovado um Manifesto Reivindicativo.</a></p></div> AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL É INSUFICIENTE! 2014-10-07T12:27:30+01:00 2014-10-07T12:27:30+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/1029-aumento-do-salario-minimo-nacional-e-insuficiente João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><a href="http://www.cgtp.pt/informacao/propaganda/category/46-salario-minimo-nacional?download=572:salario-minimo-nacional-pdf" target="_blank" title="Salário Mínimo Nacional"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/OUT/smn_out_2014.jpg" border="0" alt="AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL É INSUFICIENTE!" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>O valor de 505 € não corresponde às necessidades e anseios dos trabalhadores, nem tão pouco à capacidade que os sectores e as empresas têm para responder às reivindicações da CGTP-IN. Foi a luta desenvolvida pelos trabalhadores, mobilizados e organizados pela CGTP-IN e pelos seus sindicatos, ao longo dos últimos anos, que obrigou o Governo aumentar o Salário Mínimo Nacional (SMN).<br />É necessário, urgente e possível o aumento dos salários e do SMN, pensões e reformas, para repor poder de compra, combater o empobrecimento e a exploração, dinamizar a economia, preservar os actuais e criar novos empregos, gerar riqueza e recursos, nomeadamente para a segurança social e prestações sociais.<br />Vamos à luta!  Pelo aumento geral dos salários nas empresas e nos locais de trabalho!<br /><br /><a href="http://www.cgtp.pt/informacao/propaganda/category/46-salario-minimo-nacional?download=572:salario-minimo-nacional-pdf" target="_blank" title="Salário Mínimo Nacional">Ler reivindicações da CGTP-IN.</a></p></div> <div class="feed-description"><p><a href="http://www.cgtp.pt/informacao/propaganda/category/46-salario-minimo-nacional?download=572:salario-minimo-nacional-pdf" target="_blank" title="Salário Mínimo Nacional"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/OUT/smn_out_2014.jpg" border="0" alt="AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL É INSUFICIENTE!" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>O valor de 505 € não corresponde às necessidades e anseios dos trabalhadores, nem tão pouco à capacidade que os sectores e as empresas têm para responder às reivindicações da CGTP-IN. Foi a luta desenvolvida pelos trabalhadores, mobilizados e organizados pela CGTP-IN e pelos seus sindicatos, ao longo dos últimos anos, que obrigou o Governo aumentar o Salário Mínimo Nacional (SMN).<br />É necessário, urgente e possível o aumento dos salários e do SMN, pensões e reformas, para repor poder de compra, combater o empobrecimento e a exploração, dinamizar a economia, preservar os actuais e criar novos empregos, gerar riqueza e recursos, nomeadamente para a segurança social e prestações sociais.<br />Vamos à luta!  Pelo aumento geral dos salários nas empresas e nos locais de trabalho!<br /><br /><a href="http://www.cgtp.pt/informacao/propaganda/category/46-salario-minimo-nacional?download=572:salario-minimo-nacional-pdf" target="_blank" title="Salário Mínimo Nacional">Ler reivindicações da CGTP-IN.</a></p></div> 40 ANOS DE SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL 2014-05-27T11:33:24+01:00 2014-05-27T11:33:24+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/989-40-anos-de-salario-minimo-nacional João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><a href="http://www.cgtp.pt/trabalho/accao-reivindicativa/7426-40-anos-de-salario-minimo-nacional" target="_blank"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/MAI/capa_40_anos_smn.jpg" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>Antes do 25 de Abril de 1974, a esmagadora maioria dos trabalhadores viviam muito mal, laboravam em condições deploráveis, eram muito mal remunerados, eram pobres e explorados. Inserido num contexto de política redistributiva que visava reduzir a pobreza do povo português, a 27 de Maio de 1974, o 1º Governo provisório criou o Salário Mínimo Nacional (SMN) no valor de 3,300 escudos (16,50€).<br />Hoje, 40 anos depois desta conquista, verifica-se em Portugal a perda acentuada do poder de compra dos trabalhadores e suas famílias, num retrocesso civilacional sem precedentes. Porque não podemos esperar mais e porque a justeza e valor do trabalho estão em causa,  precisamos da actualização imediata do SMN para os 515 € a fim de repor parte do poder de compra entretanto perdido. Precisamos que este Governo respeite trabalha e os acordos que assina.</p> <p><a href="http://www.cgtp.pt/trabalho/accao-reivindicativa/7426-40-anos-de-salario-minimo-nacional" target="_blank">Ler documento</a> da <a href="http://www.cgtp.pt" target="_blank">CGTP-IN</a></p></div> <div class="feed-description"><p><a href="http://www.cgtp.pt/trabalho/accao-reivindicativa/7426-40-anos-de-salario-minimo-nacional" target="_blank"><img src="images/stories/uniao_imgs/2014/MAI/capa_40_anos_smn.jpg" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" /></a>Antes do 25 de Abril de 1974, a esmagadora maioria dos trabalhadores viviam muito mal, laboravam em condições deploráveis, eram muito mal remunerados, eram pobres e explorados. Inserido num contexto de política redistributiva que visava reduzir a pobreza do povo português, a 27 de Maio de 1974, o 1º Governo provisório criou o Salário Mínimo Nacional (SMN) no valor de 3,300 escudos (16,50€).<br />Hoje, 40 anos depois desta conquista, verifica-se em Portugal a perda acentuada do poder de compra dos trabalhadores e suas famílias, num retrocesso civilacional sem precedentes. Porque não podemos esperar mais e porque a justeza e valor do trabalho estão em causa,  precisamos da actualização imediata do SMN para os 515 € a fim de repor parte do poder de compra entretanto perdido. Precisamos que este Governo respeite trabalha e os acordos que assina.</p> <p><a href="http://www.cgtp.pt/trabalho/accao-reivindicativa/7426-40-anos-de-salario-minimo-nacional" target="_blank">Ler documento</a> da <a href="http://www.cgtp.pt" target="_blank">CGTP-IN</a></p></div> A PETIÇÃO CONTRA O ROUBO NAS PENSÕES E O AUMENTO DA IDADE DE REFORMA SAI À RUA! 2013-11-05T17:22:04+00:00 2013-11-05T17:22:04+00:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/926-a-peticao-contra-o-roubo-nas-pensoes-e-o-aumento-da-idade-de-reforma-sai-a-rua João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2013/NOV/banca_peticao_reformas_saldanha.jpg" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" />A União dos Sindicatos de Lisboa realizou hoje, no Saldanha, uma banca para recolha de assinaturas da Petição contra o roubo nas pensões e o aumento da idade da reforma. Petição esta promovida pela <a href="http://www.cgtp.pt" target="_blank">CGTP-IN</a> e que pretende esclarecer os trabalhadores e o povo dos novos cortes que o Governo prevê nas pensões da Administração Pública e no Sector Privado. Estas acções repetir-se-ão na baixa de Lisboa e nos Hospital de Santa Maria, nos próximos dias 8 e 12 respectivamente.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;">Esta política de permanente instabilidade não é uma inevitabilidade, é antes uma opção de classe de quem governa ao serviços dos grandes grupos económicos. O Governo quer mudar a Segurança Social assente em direitos e para todos para ser substituída pelo apoio aos mais necessitados através do assistencialismo e da caridade. O Governo e o sector financeiro pretendem converter as pensões num negócio para venderem produtos financeiros e os patrões querem pagar menos à Segurança Social.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;">Os peticionários consideram indispensável a ruptura com a política de direita e reafirmam a continuidade da luta por uma política de esquerda e soberana, que assegure mais e melhor emprego, o aumento dos salários e das pensões e garanta condições de vida digna aos trabalhadores, aos reformados, pensionistas e idosos.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px;"> </p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><a href="http://www.cgtp.pt/peticao-contra-o-roubo-nas-pensoes-e-o-aumento-da-idade-da-reforma" target="_blank">Assina aqui a petição!</a></p></div> <div class="feed-description"><p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2013/NOV/banca_peticao_reformas_saldanha.jpg" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" />A União dos Sindicatos de Lisboa realizou hoje, no Saldanha, uma banca para recolha de assinaturas da Petição contra o roubo nas pensões e o aumento da idade da reforma. Petição esta promovida pela <a href="http://www.cgtp.pt" target="_blank">CGTP-IN</a> e que pretende esclarecer os trabalhadores e o povo dos novos cortes que o Governo prevê nas pensões da Administração Pública e no Sector Privado. Estas acções repetir-se-ão na baixa de Lisboa e nos Hospital de Santa Maria, nos próximos dias 8 e 12 respectivamente.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;">Esta política de permanente instabilidade não é uma inevitabilidade, é antes uma opção de classe de quem governa ao serviços dos grandes grupos económicos. O Governo quer mudar a Segurança Social assente em direitos e para todos para ser substituída pelo apoio aos mais necessitados através do assistencialismo e da caridade. O Governo e o sector financeiro pretendem converter as pensões num negócio para venderem produtos financeiros e os patrões querem pagar menos à Segurança Social.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;">Os peticionários consideram indispensável a ruptura com a política de direita e reafirmam a continuidade da luta por uma política de esquerda e soberana, que assegure mais e melhor emprego, o aumento dos salários e das pensões e garanta condições de vida digna aos trabalhadores, aos reformados, pensionistas e idosos.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica; min-height: 14.0px;"> </p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><a href="http://www.cgtp.pt/peticao-contra-o-roubo-nas-pensoes-e-o-aumento-da-idade-da-reforma" target="_blank">Assina aqui a petição!</a></p></div> AUMENTO DA IDADE DA REFORMA 2013-08-09T12:32:55+01:00 2013-08-09T12:32:55+01:00 http://www.uniaolisboa-cgtp.pt/politicas-sociais/900-alteracao-do-governo-a-lei-de-bases-da-seguranca-social-visa-reduzir-as-pensoes-e-aumenta-a-instabilidade-e-a-inseguranca João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2013/FEV/farpil_murpi_pc_londres.jpg" border="0" alt="farpil_murpi_pc_londres" width="254" style="float: left; border: 0;" />Para a CGTP-IN, o aumento da esperança média de vida é, para todos os efeitos, um progresso da humanidade que, a par dos benefícios em que inegavelmente se traduz, convoca novos desafios para os quais a sociedade, como um todo e de forma solidária, deve encontrar respostas e soluções. O pressuposto de que o aumento da esperança média de vida é uma questão exclusiva dos trabalhadores, que só estes devem suportar, é insustentável e inaceitável.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"> </p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><a href="http://www.cgtp.pt/comunicacao/comunicados/6627-alteracao-do-governo-a-lei-de-bases-da-seguranca-social-visa-reduzir-as-pensoes-e-aumenta-a-instabilidade-e-a-inseguranca" target="_blank">Ler comunicado de imprensa da CGTP-IN</a></p></div> <div class="feed-description"><p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2013/FEV/farpil_murpi_pc_londres.jpg" border="0" alt="farpil_murpi_pc_londres" width="254" style="float: left; border: 0;" />Para a CGTP-IN, o aumento da esperança média de vida é, para todos os efeitos, um progresso da humanidade que, a par dos benefícios em que inegavelmente se traduz, convoca novos desafios para os quais a sociedade, como um todo e de forma solidária, deve encontrar respostas e soluções. O pressuposto de que o aumento da esperança média de vida é uma questão exclusiva dos trabalhadores, que só estes devem suportar, é insustentável e inaceitável.</p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"> </p> <p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;"><a href="http://www.cgtp.pt/comunicacao/comunicados/6627-alteracao-do-governo-a-lei-de-bases-da-seguranca-social-visa-reduzir-as-pensoes-e-aumenta-a-instabilidade-e-a-inseguranca" target="_blank">Ler comunicado de imprensa da CGTP-IN</a></p></div>