Os vigilantes da natureza, saíram hoje à rua, para exigir a valorização da carreira

O direito à carreira encontra-se congelado desde 2005, a par desta situação o Governo ainda não concretizou a admissão de mais trabalhadores, no sentido de satisfazer as efetivas necessidades para a protecção do ambiente e da natureza.
Os trabalhadores concentrados na Pça. Do Comércio, aprovaram uma resolução onde exigem: a negociação e valorização da carreira, a admissão de mais trabalhadores e melhores condições de trabalho para os vigilantes da natureza.
O documento foi entregue no Ministério da Agricultura, Florestas e desenvolvimento Rural, bem como no Ministério do Ambiente.

Há vinte anos o Nobel saiu à rua e juntou-se à luta dos trabalhadores!

Há vinte anos, a Academia Real das Ciências da Suécia atribuía o Prémio Nobel da Literatura a José Saramago.
Lembrar a atribuição do Prémio a Saramago é lembrar o escritor e a sua obra de génio, é homenagear a literatura. É recordar o homem e o escritor que evoca singularmente a causa e a obra dos que nem sempre figuram, com o devido destaque, nos livros de História e na memória colectiva.
A 14 de Outubro, mês em que lhe foi atribuído o Prémio Nobel, José Saramago juntou-se à luta dos trabalhadores, participando numa vigília contra a revisão  gravosa da legislação laboral e em defesa da Segurança Social. Aí foi recebido e homenageado pelos trabalhadores e pela CGTP que, em sentida e singela homenagem, lhe ofereceram uma caneta (que empunha na foto, então tirada pelo fotógrafo João Silva).
Renovamos hoje a nossa homenagem.
Obrigado, José Saramago!

Plenário de Funcionários de Justiça

O Sindicato dos Funcionários Judiciais convocou para hoje, 11 de Outubro de 2018, pelas 14:00 horas, um Plenário de Funcionários de Justiça com o objectivo de discutir o ponto de situação da negociação do Estatuto Profissional e aprovar as medidas de luta na defesa carreira, designadamente a revisão do EFJ (Vínculo de Nomeação; Grau de Complexidade Funcional 3; Regime de Aposentação Específico; Titularidade dos Lugares de Chefia), a recomposição das carreiras com contagem do tempo de serviço congelado, o preenchimento dos lugares vagos em todas as categorias do Mapas de pessoal dos Tribunais e Serviços do Ministério Público. O objectivo é apresentar as reivindicações à Ministra da Justiça no final da reunião.

GREVE NACIONAL DOS ENFERMEIROS - CONCENTRAÇÃO EM FRENTE AO HOSPITAL DE SANTA MARIA

A Luta dos Enfermeiros registou uma forte adesão no primeiro dia de greve (Blocos operatórios/cirurgia ambulatório/blocos de partos) com  68% no Hospital D. Estefânia, 81% no Hospital de S. José e 100% na Maternidade Alfredo da Costa.
Hoje, dia 11, a greve abrange todas as instituições do SNS e do Sector Público dos diferentes Ministérios (Saúde, Defesa, Justiça, etc) que tenham enfermeiros ao seu serviço, designadamente Hospitais, ACES/DICAD, ULS, IPST, INEM. Está marcada uma Concentração em frente ao Hospital de Santa Maria, às 16 horas e conferência de imprensa.
O Ministério da Saúde tem tido uma atitude de intransigência face às justas reivindicações dos trabalhadores, que têm sido obrigados a recorrer à greve, isto porque tem havido uma politica de falta de investimento no SNS.
Saiba mais aqui.

OS ENFERMEIROS ESTÃO EM GREVE

O SEP em conjunto com outras organizações sindicais, convocaram, 6 dias de greve regionais e nacionais com inicio a dia 10 de Outubro até dia 19 de Outubro com  concentração às 14h00 no Campo Pequeno. Os enfermeiros estão em luta ...” pela Alteração da Carreira de Enfermagem, pelo Futuro da Profissão, pelo nosso Futuro”.
Os Sindicatos exigem a valorização e a dignificação da Carreira de Enfermagem. É urgente uma outra politica de saúde, para isso é preciso dar condições de trabalho aos profissionais de saúde é necessário a admissão de mais enfermeiros com vinculo estável e reposição de direitos, como o pagamento de suplemento aos enfermeiros especialistas.
Saiba aqui as razões desta greve.

MILHARES DE PROFESSORES SAIRAM À RUA, NO DIA 5 DE OUTUBRO

A semana de luta convocada pela FENPROF, culminou numa grandiosa Manifestação que terminou em frente ao Ministério das finanças. Os professores não aceitam que lhes seja roubado 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Os professores e educadores portugueses são trabalhadores muito qualificados . Apesar das dificuldades com que se confrontam nas escolas, designadamente ao nível das suas condições de trabalho, e do envelhecimento do corpo docente (o segundo mais velho da União Europeia), os professores têm continuado a dar o melhor de si nas escolas, nunca desistindo dos seus alunos e orgulhando-se de ser protagonistas de um trabalho que permitiu que, hoje, em Portugal, se tenham atingido os valores mais baixos de sempre de insucesso escolar, o que tem merecido elogiosas referências nacionais e internacionais.

Mário Nogueira lembrou ....”Se os professores cumprem os seus deveres com elevado zelo, sentido de responsabilidade e reconhecido profissionalismo, é da mais elementar justiça que todo o tempo de trabalho que cumpriram lhes seja contabilizado”...Não aceitam, a decisão unilateral do governo de eliminar mais de seis anos e meio da sua vida profissional para efeitos de carreira, e avisou que a luta vai continuar.

GREVE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A 26 DE OUTUBRO

Os diversos Sindicatos da Administração Pública Central, Regional e Local, convocaram uma greve nacional para o dia 26 de Outubro, que tem como principal exigência, a consagração no Orçamento de Estado para 2019, de um aumento dos salários e pensões de 4%, com um minimo de 60€ por trabalhador.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública lembra, que os salários no sector continuam congelados desde 2009. As carreiras profissionais permanecem bloqueadas, a regularização dos trabalhadores com vinculo precário está a ser marcada por atrasos e enormes injustiças, o horário das 35 horas não está a ser aplicado a centenas de trabalhadores com contrato individual de trabalho, estas são algumas das questões que levaram a Frente Comum a convocar esta luta.
Leia aqui o comunicado do STAL.

PÔR OS COMBOIOS NA LINHA PARA SERVIR A POPULAÇÃO

A FECTRANS, o Movimento de Utentes de Serviços Públicos e sindicatos do Sector ferroviário, realizaram no dia 3 de Outubro uma deslocação entre o Largo Camões e o Terreiro do Paço. Os manifestantes exigiram soluções para os problemas da ferrovia e entregaram um documento ao primeiro-ministro, onde reivindicam algumas medidas tais como:
- um plano nacional de transportes que combata as assimetrias territoriais;
- mais investimento na ferrovia com vista a modernizar as infraestruturas e o material circulante;
- a admissão de trabalhadores para todas as empresas do sector ferroviário;
- horários em toda a rede que correspondam às reais necessidades das populações;
- uma política tarifária com cariz social que torne universal o acesso dos cidadãos e incentivadora da utilização do transporte público e colectivo

Leia aqui o documento na íntegra.

AS ALTERAÇÕES À LEGISLAÇÃO LABORAL SÃO INCONSTITUCIONAIS E UM RETROCESSO PARA O SECULO XIX

A CGTP-In realizou no passado dia 3 de Outubro, no Ramada Hotel-Olaias, um Encontro sobre "O DIREITO DO TRABALHO".
Ficou claro neste Encontro que as alterações à legislação Laboral agora propostas pelo PS, não são no sentido de combater a precariedade. Pelo contrário, agravam-na (como por exemplo o alargamento de 180 dias do período experimental) e constituem uma violação dos princípio da Segurança no emprego e da Igualdade, previstos na Constituição (CRP).
Na relação laboral, o patronato e o trabalhador não estão em igualdade e por isso se autonomizou este ramo do direito: para proteger e defender a parte mais fraca. A legislação laboral é uma conquista colectiva dos trabalhadores. No entanto, as alterações à legislação laboral propostas pelo PS são contrárias à dinamização da contratação colectiva e à promoção do emprego, acentuando (ao invés de inverterem) o caminho da desvalorização do trabalho e dos trabalhadores. À semelhança de várias revisões anteriormente feitas, esta proposta promove a individualização da relação laboral, ataca e desprotege ainda mais os trabalhadores. Constitui por isso um verdadeiro retrocesso para o século XIX.
O Encontro contou com a intervenção de prestigiados juristas e advogados como: João Reis, Jorge Leite, José João Abrantes e Joaquim Dionísio. Na plateia encontravam-se dirigentes sindicais, advogados e técnicos dos contenciosos dos Sindicatos. Estiveram também presentes  representantes dos Grupos parlamentares (PCP, PEV, BE e do PS) bem como da ACT e da DGERT.
Arménio Carlos encerrou o Encontro com o apelo para a necessidade de esclarecimento e  mobilização dos trabalhadores para a Grande Manifestação a realizar no dia 15 de Novembro.

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