TRABALHADORES DO SAMS/SBSI MARCAM NOVA GREVE

TRABALHADORES DO SAMS/SBSI MARCAM NOVA GREVEOs trabalhadores do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) e dos seus Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS), decidiram marcar nova Greve e Manifestação para a segunda quinzena de Março.

A falta de resposta da Direcção do SBSI, aos pedidos de reunião dos Sindicatos representativos dos trabalhadores (Sindicatos): CESP, SEP, SMZS, STSS, SIFAP e SFP, para que retome de imediato os processos negociais e para que cumpra e mantenha em vigor os Acordos de Empresa, determinaram a decisão dos trabalhadores nos Plenários realizados esta semana.

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TRABALHADORES DO CENTRO NACIONAL DE PENSÕES EM PROTESTO

TRABALHADORES DO CENTRO NACIONAL DE PENSÕES EM PROTESTOOs trabalhadores do Centro Nacional de Pensões, estiveram ontem em luta, em frente à sede do Instituto de Segurança Social, Instituto Público (ISS, IP), onde aprovaram uma moção que denuncia as suas reivindicações. O documento dá conta que o número de trabalhadores tem vindo a ser reduzido de forma acentuada, devido ao elevado número de aposentações e a sucessivos pedidos de mobilidade. Ao invés de se contratar novos trabalhadores, tem se recorrido, de forma generalizada, a trabalhadores no âmbito dos Contratos de Emprego-Inserção (CEI). Mais precariedade em vez de mais estabilidade para se desenvolve esta actividade. São vários os exemplos reportados sobre as condições de trabalho. Não há meios materiais nem humanos para dar resposta ao volume de trabalho, tanto na área nacional como internacional. Há falta de recursos materiais e as condições dos espaços físicos provocam consequências na saúde física e psíquica.

VALE A PENA LUTAR CONTRA A PRECARIEDADE!

 A União dos Sindicatos de Lisboa, com o contributo de vários sindicatos do distrito, realizou ontem, junto à Gare do Oriente, uma peça de teatro de rua sob o tema "Precariedade não é futuro, é passado". A peça como base situações concretas, recriou a vida de muitos milhares de trabalhadores, homens e mulheres mais e menos jovens, que vêem o seu futuro adiado por causa da precariedade. No entanto, trabalham todos os dias, cumprem horários de trabalho predefinidos e estão sujeitos às mesmas orientações superiores e tarefas, mas encontram-se numa relação diferente, mais negativa, insegura e instável. São trabalhadores com um vínculo precário, contratados a termo, ao dia, à tarefa, a recibos-verdes, em estágios profissionais, ou ainda ao abrigo dos contratos emprego-inserção.

 

Mas muitos destes homens e mulheres não se resignam, e não olham para as injustiças, com que se deparam quotidianamente, como uma inevitabilidade. Lutam corajosamente, enfrentando pressões e despedimentos. Encaram o patrão de pé, não baixam nem os braços nem a cara. Organizam-se, aderindo aos seus sindicatos de classe, e unidos conquistam direitos e derrotam a precariedade. 

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VIGILANTES DA PRESTIBEL PROTESTAM CONTRA REPRESÁLIAS

VIGILANTES DA PRESTIBEL PROTESTAM CONTRA REPRESÁLIASOs trabalhadores vigilantes da Prestibel a prestar serviço na Biblioteca da Câmara Municipal da Amadora agendaram vários dias de protesto, a 9, 14, 16, 21, 23 e 28 de Fevereiro, com acções, de manhã, junto à Câmara Municipal da Amadora e, à tarde, à porta da sede empresa, em Lisboa. Estes trabalhadores estão a ser vítimas de represálias por parte da empresa porque aderiam à greve nacional da vigilância privada, no dia 27 de Outubro do ano passado. Sem qualquer fundamento, a empresa deu-lhes, ordem de transferência do seu local de trabalho habitual para outros locais. Desde Dezembro, os trabalhadores estão a realizar concentrações de protesto, denúncia e reivindicação, às terças e quintas-feiras, de manhã junto à Câmara Municipal da Amadora e à tarde à porta da sede empresa, em Lisboa. O STAD, sindicato que representa estes trabalhadores, denunciou que entretanto a empresa está a incorrer noutra ilegalidade: desde Dezembro que não paga o salário aos trabalhadores.

PRECARIEDADE NÃO É FUTURO, É PASSADO!

PRECARIEDADE NÃO É FUTURO, É PASSADO!Trabalham todos os dias, cumprem horários de trabalho predefinidos e estão sujeitos às mesmas orientações superiores e tarefas, mas encontram-se numa relação diferente, mais negativa, insegura e instável. São trabalhadores com um vínculo precário, contratados a termo, ao dia, à tarefa, a recibos-verdes, em estágios profissionais, ou ainda ao abrigo dos contratos emprego-inserção.

A União dos Sindicatos de Lisboa apresenta, no próximo dia 9 de Fevereiro junto à Gare do Oriente e em frente ao Cento Comercial Vasco da Gama, uma peça de teatro de rua sobre o tema enunciado acima. A peça começará com a criação dos contratos a prazo, passando pelos recibos-verdes até à generalização das empresas de trabalho temporário e a utilização abusiva dos estágios e dos contratos de emprego de inserção. Esta iniciativa contará com a participação de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN.

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A LUTA DOS TRABALHADORES DA INCM É PARA CONTINUAR!

A LUTA DOS TRABALHADORES DA INCM É PARA CONTINUAR!Os trabalhadores da Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM) realizaram, no dia 31 de Janeiro, uma greve parcial e uma concentração junto à empresa, em defesa de aumentos salariais, e prometeram repetir o protesto dia 7 de Março. Os funcionários do turno da manhã paralisaram nas duas últimas horas de trabalho (das 14h00 às 16h00) e os do turno da tarde pararam nas duas primeiras (entre as 16h00 e as 18h00). Ao início da tarde os trabalhadores em greve concentraram-se junto à sede da empresa onde decorreu uma reunião entre a administração e os representantes sindicais dos trabalhadores.

"Esta paralisação teve como objectivo exigir o aumento dos salários, que há mais de sete anos não são actualizados, bem como o cumprimento dos direitos consagrados no Acordo de Empresa (AE), que a administração pretende pôr em causa", disse Navalha Garcia, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras (SITE). "A administração da empresa quer fazer uma revisão global do AE e instituir piores condições de trabalho, sem propor qualquer aumento salarial."

No entanto, na reunião de hoje, a administração da INCM comprometeu-se a pedir à tutela um regime de excepção para poder negociar aumentos salariais com os trabalhadores. Os trabalhadores vão reunir-se em plenário no dia 24 de Fevereiro e vão repetir a greve parcial e a concentração no dia 7 de Março, data em que se realiza a próxima reunião negocial. A greve parcial e a concentração junto à empresa vão repetir-se sempre que se realize uma reunião negocial, sem que a administração da empresa tenha apresentado uma proposta de aumentos salariais. A INCM é uma empresa do Sector Empresarial do Estado e tem 653 trabalhadores.

USL SAÚDA OS TRABALHADORES DA SAÚDE EM LUTA

greve na saúdeOs trabalhadores da Saúde reafirmaram, com a percentagem nacional de adesão de 80% à Greve Nacional da Saúde, a sua indesmentível vontade de verem satisfeitas pelo Governo, as justas reivindicações apresentadas e que até hoje não tiveram resposta. De norte a sul do País, dezenas e dezenas de serviços da Saúde, com particular destaque para os hospitais, estão a funcionar exclusivamente com serviços mínimos, assegurados por trabalhadores em greve.

A USL saúda todos os milhares de trabalhadores que hoje estão a aderir a esta Greve Nacional, pela dignificação das suas carreiras profissionais, pelo reforço de efectivos, pela aplicação a todos os trabalhadores das 35 horas semanais de trabalho e em defesa do Serviço Nacional de Saúde. 

Exemplificativo do nível de adesão à greve de hoje no distrito de Lisboa, são os dados que a seguir divulgamos:

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DOCENTES DAS ESCOLAS DE ENSINO ARTÍSTICO ESPECIALIZADO E DE TÉCNICAS ESPECIAIS REJEITAM SER DISCRIMINADOS

DOCENTES DAS ESCOLAS DE ENSINO ARTÍSTICO  ESPECIALIZADO E DE TÉCNICAS ESPECIAIS REJEITAM SER DISCRIMINADOSOntem, 18 de Janeiro, pelas 15 horas, professores das escolas públicas de ensino artístico especializado, incluindo dos conservatórios, bem como docentes de técnicas especiais, concentraram-se junto ao Ministério da Educação, em Lisboa. Com esta concentração, promovida pela FENPROF estes docentes pretenderam reclamar do ME um tratamento semelhante ao que é dado aos restantes professores em matéria de estabilidade de emprego. Não se compreende que, num momento em que o Governo anuncia medidas de combate à precariedade que, no caso dos docentes passa pela criação de normas de vinculação, haja docentes que são discriminados, sendo excluídos na aplicação de tais normas: os das escolas públicas de ensino artístico especializado, incluindo dos conservatórios, bem como os docentes de técnicas especiais. O processo negocial de revisão do regime jurídico de concursos está a chegar ao fim, mas a proposta da FENPROF, de aplicação das normas de vinculação a estes professores, continua por ser aceite.

PROFESSORES DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA EM LUTA

PROFESSORES DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA EM LUTADois terços dos professores de Língua Gestual Portuguesa (LGP), concentraram-se ontem junto ao Ministério da Educação (ME), onde aprovaram, por unanimidade, uma Tomada de Posição, sendo esta, de seguida, entregue no ME por uma delegação constituída por representantes da FENPROF, da AFOMOS e da FPAS. No ministério a delegação foi recebida pelos Assessores do ME, da Secretária de Estado Adjunta da Educação e do Secretário de Estado da Educação, que remeteram a decisão sobre a criação do grupo de recrutamento de LGP para a reunião a realizar, no âmbito do processo de revisão do regime de concursos, na próxima 6º feira, dia 20.

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