TRABALHADORES DOS HOTÉIS DE LISBOA EM GREVE NO SÁBADO

Os patrões dos hotéis e a sua associação patronal a AHP-Associação de Hotelaria de Portugal querem levar à caducidade o Contrato Colectivo de Trabalho, denuncia o Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Sul que marcou uma greve para o próximo sábado, dia 3 de Junho, e uma concentração de protesto, a partir das 10 horas, junto ao Hotel Tivoli, na Avenida Liberdade, em Lisboa.

O sindicato alerta para as consequências da caducidade do Contrato Colectivo nos direitos dos trabalhadores, nomeadamente, a implementação do banco de horas, a redução para 50 por cento do valor pago pelo trabalho nos feriados, o fim dos dois dias de folga obrigatórios e a eliminação feriado de terça-feira de Carnaval e do prémio de línguas, etc.

Para o sindicato “nada justifica este comportamento dos patrões, quando nos últimos tempos muitas têm sido as declarações de patrões e responsáveis governamentais acerca dos recordes no sector do turismo Português relativos ao número de hóspedes, de dormidas e de proveitos.”

“Infelizmente, nem patrões nem Governo falam dos recordes da precariedade e dos baixos salários no sector do turismo”, conclui o sindicato.

TRABALHADORES DA TAP EM GREVE AO TRABALHO EXTRAORDINÁRIO

O SITAVA, honrando o compromisso que tem com os trabalhadores, levou a cabo na passada semana, um processo de auscultação dos seus associados e dos trabalhadores em geral, onde os participantes, muito claramente, exigiram do seu Sindicato o prosseguimento da luta e que fizesse sentir ao Conselho de Administração o descontentamento que grassa por toda a empresa, nomeadamente na Manutenção & Engenharia.

Foi, pois, neste contexto, que o SITAVA foi convocado para uma reunião com o Conselho de Administração, que se realizou na passada sexta-feira dia 19. Para os menos combativos, esta teria sido mais uma reunião frustrante, já que apenas ouvimos do CA as mesmas palavras de sempre, tentando atirar para depois do verão qualquer abertura para conversar sobre o assunto. Para o SITAVA, foi apenas mais um passo rumo ao sempre difícil objetivo de fazer valer os direitos dos trabalhadores.

Assim, sem qualquer resposta positiva para transmitir aos trabalhadores, cumprindo o mandato que nos deram e a vontade expressa nos plenários realizados, o SITAVA viu-se compelido a prosseguir a luta e entregou na passada sexta-feira dia 19, um aviso prévio de greve ao trabalho extraordinário que, para cumprir os prazos legais, produzirá efeitos a partir das zero horas do dia 3 de junho próximo, até 1 de Outubro.

ACTIVISTAS DO STEFFAs CONCENTRARAM-SE JUNTO DO MINISTÉRIO DA DEFESA

No dia em que decorre a GREVE  dos trabalhadores dos trabalhadores civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa , activistas do STEFFA concentraram-se junto do Ministério da Defesa exigindo diálogo com a maior estrutura representativa dos trabalhadores civis do sector.

Para além dos motivos que levaram à grande adesão a esta greve, designadamente o aumento geral dos salários, o descongelamento das carreiras, o fim da precariedade, pelo reforço de pessoal e pelas 35 horas para todos, o STEFFA está contra a extinção da entidade fornecedora da alimentação ao Exército (a MM – Gestão Partilhada, EPE), processo que vai afectar mais de 400 trabalhadores, dezenas deles com vínculos precários e que decorreu sem qualquer negociação com o STEFFAs.

EMEL: 12 ANOS EM LUTA PELO DIREITO À CONTRATAÇÃO COLECTIVA

Mais de 12 anos depois da apresentação pelo sindicato (CESP) da primeira proposta de texto para a celebração de um Acordo de Empresa (AE), o direito à contratação colectiva é finalmente garantido a estes trabalhadores.

O AE dos Trabalhadores da EMEL é assinado no  dia 25 de Maio e consagra um conjunto de direitos e conquistas importantes que garantirão uma vida melhor para estes trabalhadores.

A vitória deste longo processo deve-se à resistência e à luta desenvolvida pelos trabalhadores na empresa.

CGTP-IN SOLIDÁRIA COM A GREVE DOS TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA

A greve dos trabalhadores da função pública no dia 26 de Maio, ao ter como objectivos o aumento geral dos salários, o descongelamento das carreiras, o fim da precariedade, o reforço de pessoal, as 35 horas para todos e a rejeição do processo de municipalização, constitui-se também como uma importante jornada em defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, razões pelas quais a CGTP-IN manifesta toda a sua solidariedade aos trabalhadores em luta.

A luta de dia 26 de Maio é uma luta pela resposta aos problemas dos trabalhadores da Administração Pública e dos cidadãos. Neste sentido a CGTP-IN reafirma a sua solidariedade aos trabalhadores e à Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais e apela aos trabalhadores de todos os sectores de actividade, assim como às suas famílias para apoiarem esta luta, que é de todos e para todos, pela defesa das funções sociais do Estado e a melhoria dos serviços públicos prestados às populações.

Ler o Comunicado de Imprensa

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 3 DE JUNHO - 15 HORAS - MARQUÊS DE POMBAL

MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 3 DE JUNHO - 15 HORAS - MARQUÊS DE POMBAL

"Com a luta, Valorizar o trabalho e os trabalhadores" - é este o título da resolução que os trabalhadores portugueses aprovaram no 1º de Maio, em todo o país, nas comemorações do Dia Internacional do Trabalhador promovidas pela CGTP-IN. No documento, os trabalhadores decidem "envidar todos os seus esforços para a organização e mobilização de outros trabalhadores e a população no Dia Nacional de Luta, em 3 de Junho, que terá expressão nas manifestações que têm concentração marcada para às 15:00 horas no Porto (Campo 24 de Agosto), em Lisboa (Marquês de Pombal)."

SUBSCRIÇÃO DA CARTA ABERTA "MORAR EM LISBOA - POR UMA NOVA POLÍTICA DE HABITAÇÃO PARA UMA CIDADE DE TODOS"

A USL subscreveu a Carta Aberta com o título "Morar em Lisboa - por uma nova política de habitação para uma cidade de todos".

Acompanhamos as preocupações de um conjunto de signatários desta Carta Aberta quanto às crescentes dificuldades apresentadas às populações, trabalhadores, aposentados e jovens em ter acesso à Habitação nos principais centros populacionais, de que o maior exemplo será a cidade de Lisboa, fruto da alteração das dinâmicas habitacionais que estão a levar a um fenómeno de gentrificação sem precedentes de vários aglomerados populacionais, expulsando a classe trabalhadora para zonas periféricas dos seus empregos e das suas raízes.

Ler Carta Aberta

CONTRA A DEGRADAÇÃO DO METRO - POR UM TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE

A Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa, a União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN e a FECTRANS realizaram um protesto em frente à Administração do Metropolitano de Lisboa, no dia 19 de Maio.

Libério Domingues, Coordenador da USL, abriu esta iniciativa chamando à atenção para o perigo da municipalização na área dos transportes. 

 

Foi constituída uma delegação que foi recebida pelo presidente do Conselho de Administração do Metropolitano de Lisboa e entregaram o Manifesto aprovado na acção. Ficou assumido o compromisso do agendamento de uma reunião em breve com o objetivo de debater os problemas identificados por utentes e trabalhadores.

TRIBUNA PÚBLICA INTER REFORMADOS/CGTP-IN: QUEREMOS UMA VIDA MELHOR!

A IR realizou no dia 23 de Maio, na Praça Paiva Couceiro, uma Tribuna Pública com a participação da União dos Sindicatos de Lisboa, de Setúbal, de outros distritos e de Maria do Carmo Tavares.

 

Esta Tribuna realiza-se num momento em que é urgente o aumento real das pensões, o reforço da Segurança Social, a reposição da idade legal para acesso à reforma aos 65 anos, a possibilidade de antecipar a reforma para todos os que têm 40 anos de descontos, independentemente da idade e sem penalização, o fim das taxas moderadoras na saúde e serviços públicos de qualidade. É tempo de dar dignidade aos reformados e aposentados do nosso país. Aplica-se à participação dos reformados e pensionistas na acção de luta convergente, marcada pela CGTP-IN para 3 de Junho em Lisboa e no Porto.

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