TRABALHADORES DO SECTOR DA AVIAÇÃO E AEROPORTOS EM LUTA PELA DEFESA DA CONTRATAÇÃO COLECTIVA

Sitava1A direcção do SITAVA, realizou nos dias 27 de Abril e 4 de Maio acções de protesto junto do aeroporto. Estas concentrações têm como objectivo lutar contra o ataque aos salários, às carreiras, às anuidades/diuturnidades e ao trabalho suplementar, em suma, à Contratação Colectiva.
Os trabalhadores do sector da Aviação e Aeroportos afirmam que é preciso dizer basta, dizer não ao aumento da exploração, das injustiças sociais e dos benefícios dos grupos económicos que os governantes têm imposto ao País. É preciso romper com esta política e construir um País mais justo e soberano aumentando as capacidades produtivas e recuperando os recursos e activos estratégicos.
É necessário um Sector da Aviação e Aeroportos forte em que as empresas estruturantes se mantenham nacionalizadas, pois só assim será possível contribuir para uma política alternativa que tenha como objectivos centrais o desenvolvimento económico, a elevação das condições de vida dos trabalhadores, a defesa e promoção do interesse público, a justiça e o progresso social.

Ler comunicado do SITAVA de apelo à luta

MEDIDAS CONTINUAM A ATACAR OS TRABALHADORES - LUTA É A ÚNICA RESPOSTA

cartaz_greve_6_maioAo longo das últimas semanas o Governo tem-se empenhado em fazer passar para a opinião pública, que as medidas que a “troika” (FMI/BCE/UE) iria impor a
Portugal, eram muito más e um grande prejuízo para os trabalhadores e em particular para os da Administração Pública. Ontem, numa tentativa desesperada de enfraquecer a greve do próximo dia 6 de Maio, veio dizer que nada do que tem  andado a ser especulado é verdade! Mas não disse o que vai ser aplicado. Nem disse o que já foi aplicado nos últimos anos! Os trabalhadores da Função Pública não se devem deixar enganar por esta manobra do Governo.

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GRANDIOSO 1º DE MAIO EM LISBOA!

capa_1maio2Muitos milhares de pessoas participaram nas comemorações do 1.º de Maio, promovidas pela CGTP-IN em Lisboa, com concentração no Martim Moniz os trabalhadores desfilaram até à Alameda onde também passou a 30ª edição da Corrida Internacional 1º de Maio que neste ano juntou mais de 1500 atletas. Neste Dia Internacional dos Trabalhadores, a central apelou ao reforço da organização e da unidade na acção e anunciou duas grandes manifestações, a 19 de Maio, contra a ingerência da UE e do FMI. Este 1.º de Maio ficou marcado pelo apelo a que os motivos que justificam a luta dos trabalhadores tenham sequência nas opções eleitorais, a 5 de Junho, e também pela condenação dos patrões dos hipermercados, especialmente dos grupos Sonae e Jerónimo Martins, que tentaram romper a tradição para abrirem as lojas neste simbólico feriado.

 

Ler intervenção do Secretário-Geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva

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25 DE ABRIL SEMPRE!

capa_abril_37Milhares de pessoas participaram nas comemorações populares do 25 de Abril em Lisboa. Sendo um dia de celebração da revolução que derrubou o fascismo e deu a ao povo a liberdade e a democracia social e política. Foi também um dia de luta para que as conquistas de Abril não nos sejam retiradas como os sucessivos governos têm tentado ao longo dos últimos 34 anos. Foram aos milhares os panos alusivos às soluções possíveis para um Portugal mais justo, mais próspero e soberano.

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FENPROF MOVE ACÇÕES ADMINISTRATIVAS CONTRA ROUBO NOS SALÁRIOS

fenprof_logoFoi hoje entregue no TAF de Coimbra o primeiro conjunto de processos (153 de um total de 606) que o SPRC/FENPROF instruiu de contestação aos cortes salariais impostos pelo Governo, desde Janeiro deste ano. Este grupo de processos constitui um colectivo de professores e educadores de escolas e agrupamentos do distrito de Viseu.
A interposição destas acções administrativas no dia em que o FMI começa a informar o Governo das medidas que quer impor aos portugueses tem um significado especial: traduz um acto de contestação jurídica, mas também de intervenção cívica; traduz uma atitude de não resignação e um grito de indignação e revolta pelo facto de serem sempre os mesmos a ter de aguentar com sacrifícios impostos pelos mesmos de sempre. Impostos por aqueles que continuam a acumular riqueza e a demonstrar que, afinal, a crise não é para todos!
Estes processos de contestação têm um simbolismo muito especial que não se esgota nos professores. Com eles, procura-se transmitir uma mensagem de discordância e não submissão a soluções que querem continuar a impor aos trabalhadores, apesar de estar provado não ser esse o caminho para inverter a grave situação que se vive.

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FERROVIÁRIOS REJEITAM PEDIDO DE AJUDA EXTERNA DO GOVERNO

logo_SNTSF2O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário rejeita a opção, tomada pelo Governo, de satisfazer as exigências da banca e da União Europeia, numa operação que apresentam como de "ajuda externa" ao país, mas que a experiência da Grécia e da Irlanda já demonstraram traduzir-se numa operação de injecção de milhares de milhões de euros na banca (nacional e internacional), arrancados depois aos bolsos dos trabalhadores. Face a esta situação, rejeitamos qualquer tentativa de novos assaltos aos salários e aos direitos dos ferroviários, e reiteramos a exigência ao Governo de que até ao dia 13 de Abril apresente - como se comprometeu - as propostas concretas para a aplicação na CP, E.P.E. e CP Carga, S.A., do regime de trabalho definido nos AE’s em alternativa à aplicação do Regime da Função Pública. A luta dos trabalhadores continua a ser determinante para a defesa dos seus direitos, pelo que há que manter com toda a determinação as lutas em curso, sem descurar da possibilidade de avançar com novas formas de luta, se a intransigência do governo mantiver ou agravar o ataque em curso aos direitos e aos salários dos ferroviários.

PLATAFORMA "JUVENTUDE COM FUTURO É COM A CONSTITUIÇÃO PRESENTE!" ASSINALOU 35 ANOS DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

35_crpNo passado dia 2 Abril, em que se comemoraram os 35 anos da aprovação da Constituição da República Portuguesa, realizou-se a iniciativa de lançamento da plataforma "Juventude com Futuro é com a Constituição Presente!". Esta iniciativa contou com a participação e apoio de várias organizações, entre as quais a Ecolojovem, Interjovem Distrital de Lisboa, União dos Sindicatos de Lisboa – CGTP-IN, Jovens Ferroviários – Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul, e a União de Resistentes Antifascistas Portugueses, esta acção contou com a realização de uma distribuição pelo Largo do Chiado, com momento musical e uma intervenção final.

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA JUVENTUDE TRABALHADORA JUNTA MILHARES EM LISBOA!!

capa_jtrabalhadoresVindos de todos os distritos, milhares de jovens desfilaram Sexta-feira, na baixa de Lisboa, contra a política de direita, que gera desemprego, precariedade e baixos salários. A luta por uma nova política, por contratos efectivos e melhores condições de vida e de trabalho, vai continuar no 25 de Abril, no 1.º de Maio e nas eleições de 5 de Junho.
A manifestação foi convocada pela Interjovem/CGTP-IN e na sua preparação foram realizados contactos com mais de 150 mil jovens em empresas e serviços. De acordo com os distritos de origem, os jovens trabalhadores começaram por se reunirem em dois pontos: junto ao Metro do Intendente e no interface do Cais do Sodré. Pouco depois das 15 horas, partiram em desfile, tomando como destino comum a Praça da Figueira. Jovens de diferentes sectores de actividade, tanto de empresas como da Administração Pública, tomaram as ruas da baixa durante quase duas horas.

Ver galeria de fotos; Ler intervenção de Valter Loios

 

 

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RECOLHA NACIONAL DE ASSINATURAS PARA O MANIFESTO “INVESTIR NA EDUCAÇÃO, DEFENDER A ESCOLA PÚBLICA”

marcha_educacaoAmanhã, 30 de Março, as organizações promotoras da Marcha Nacional pela Educação, terão em todo o país, bancas onde, para além da distribuição de um folheto, a população será convidada a subscrever o Manifesto “Investir na Educação, defender a Escola Pública”. Em Lisboa, a banca será organizada na Praça do Rossio, pelas 11h30 horas.
Começaram por ser oito organizações, rapidamente se alargaram a catorze e, de momento, são oitenta e oito as organizações, entidades, associações e instituições, a par de alguns milhares de subscritores individuais, que já assinaram o Manifesto “Investir na Educação, defender a Escola Pública”.
De entre estas, organizações representativas de docentes, trabalhadores não docentes das escolas, estudantes, pais e encarregados de educação, inspectores de educação e psicólogos educacionais decidiram promover a Marcha Nacional pela Educação que terá lugar no próximo sábado, dia 2 de Abril, em Lisboa.

 

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