POSIÇÃO DA CGTP SOBRE ORÇAMENTO DE ESTADO, PARA 2018

Orçamento de Estado para 2018: Uma oportunidade a não perder para afirmar a mudança necessária!

A discussão na especialidade da Proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) constitui uma oportunidade para dar centralidade a políticas que priorizem a resposta aos problemas dos trabalhadores, das populações e do país.

A CGTP-IN valoriza algumas das medidas anunciadas que, embora limitadas, só são possíveis devido à actual correlação de forças na Assembleia da República e à luta dos trabalhadores.

No entanto, o OE2018 tem necessariamente de ir muito mais longe no que concerne à melhoria dos salários, das progressões e carreiras profissionais na Administração Pública, bem como ao nível da política fiscal, das pensões e protecção social, dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, nomeadamente no Serviço Nacional de Saúde, Escola Pública, Justiça e Poder Local Democrático.

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ORGANIZAÇÕES REPRESENTANTIVAS DOS TRABALHADORES DO METRO DE LISBOA, EXIGEM MAIS UMA VEZ MEDIDAS PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS

Quatro organizações de trabalhadores do Metropolitano de Lisboa – STRUP/FECTRAS; STTM; SINDEM e SITRA, endereçaram uma carta ao Presidente da República Portuguesa, 1º Ministro do Governo de Portugal, Ministro do Ambiente, Ministro das Finanças, Presidente da Câmara de Lisboa, Presidente da Câmara de Loures, Presidente da Câmara de Odivelas, Presidente da Câmara de Amadora, onde, novamente, alertam para o estado de degradação no serviço prestado pelo Metro de Lisboa e identificando as causas.

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A LUTA CONTINUA NA SOMINCOR!

O Sindicato dos Trabalhadores das Industrias Mineiras e Trabalhadores da Extracção e Lavarias das Minas Neves Corvo, que tem vindo a desenvolver uma forte luta, apesar da administração da Somincor mandar espalhar vedações e portões em diversos locais da empresa e da interferência que a Unidade de intervenção da GNR na greve em curso, procurando criar dificuldades ao exercício da actividade do piquete de greve, deslocaram-se no dia 10 de Novembro ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, exigindo que o mesmo intervenha na resolução do conflito que vem mantendo com a empresa concessionária da exploração daquelas minas.

Os  principais motivos da luta são:

 - Pelo fim do actual horário no fundo da mina;
 - Pela humanização dos horários de trabalho;
 - Pelo estabelecimento de protocolo, entre a empresa e a Segurança Social, que permita a antecipação da idade de reforma dos trabalhadores adstritos às lavarias, pastefill, backfill e central de betão;
 - Pela progressão nas carreiras e o fim das discriminações e pela reposição dos direitos dos trabalhadores que resistiram à laboração contínua;
 - Pela revogação das alterações unilaterais na política de prémios;
 - Pelo fim da pressão e repressão sobre os trabalhadores.

MOTORISTAS: NÃO AO AUMENTO DA IDADE DE REFORMA

No dia 10 de Novembro, dirigentes e delegados sindicais do sector rodoviário concentraram-se em frente ao Ministério do Trabalho, a fim de entregarem ao Ministro do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, um documento onde dão continuidade à exigência da reposição do limite da idade para o exercício da actividade aos 65 anos, tal como existia antes da última alteração do Código da Estrada e com a possibilidade de reforma sem penalização.

 

Leia aqui o comunicado da FECTRANS - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações

O PINGO DOCE COLOCA EM PERIGO, DIARIAMENTE, A SAÚDE DOS TRABALHADORES E CLIENTES DA LOJA NA GRAÇA, EM LISBOA!

 

O edifício onde se insere o supermercado está em estado avançado de degradação, e corre o risco de ruir! Devido à antiguidade do edifício e à falta de manutenção do mesmo, as falhas de segurança são enormes. Um trabalhador sofreu já um acidente de trabalho gravíssimo que o deixou com uma incapacidade para o resto da vida! Um dos maiores riscos está no tecto, pois as mercadorias da loja estão no piso superior, criando uma sobrecarga sobre o chão, podendo este desabar a qualquer momento. A isto junta-se um problema de infiltrações no telhado, que faz escorrer água para zonas onde se encontram fornos e instalações eléctricas.

 

Dada esta situação, o CESP - Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal,  realizou no dia 9 de Novembro, uma acção de denúncia à porta da loja, sensibilizando os clientes para as más práticas da empresa.

100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN decidiu associar-se às comemorações do Centenário da Revolução de Outubro (1917-2017).

Assinalar esta data histórica, é um acto de denúncia da natureza exploradora, agressiva e predadora do capitalismo e de afirmação da necessidade e possibilidade da sua superação revolucionária. É afirmar o papel determinante da classe operária e dos trabalhadores, da sua unidade organização e luta enquanto forças determinantes da resistência à ofensiva do grande capital e da transformação da sociedade.

Assim, realizou-se, no passado dia 3 de novembro, um debate na Casa do Alentejo que, para além da presença de mais de uma centena de dirigentes, delegados e ativistas sindicais, contou com as intervenções de Maria da Piedade Morgadinho, resistente anti-fascista, de Libério Domingues, Coordenador da USL/CGTP-IN e ainda de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN.

Leia aqui o discurso do Coordenador da USL/CGTP-IN, Libério Domingues

A CULTURA NÃO SE FICA!

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN integra a Plataforma Cultura em Luta, com sindicatos e outras organizações que intervêm no sector da cultura, na defesa da sua democratização e da efectivação deste direito constitucional, defendendo que é ao Estado que cabe garantir a criação e fruição da cultura, disponibilizando os meios à altura dessa missão e das necessidades do povo e dos trabalhadores.

Realizou-se a 6 de Novembro, no Campo das Cebolas, em Lisboa, uma iniciativa que juntou dezenas de activistas em defesa da cultura.

A Plataforma disponibiliza um Comunicado que pode ser subscrito, colectiva ou individualmente, para o endereço: Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar..

Comunicado A CULTURA NÃO SE FICA!

TRABALHADORES DO MINIPREÇO/CLAREL EM LUTA

Não querem Mini-salários nem Maxi- Horários.

O Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) organizou, no passado dia 19 de Outubro, uma concentração com uma grande participação dos trabalhadores em frente à sede da empresa Minipreço na Marginal, em Oeiras.Os trabalhadores fizeram-se ouvir em alto e bom som "Não queremos mais ser roubados”, "Exigimos o aumento do salário!", "Pelo fim da discriminação salarial”. A grande maioria dos trabalhadores ganha salários de miséria, muito próximo do valor do salário do salário mínimo nacional. Para trabalhadores há vários anos na empresa é uma injustiça pois não permite viver de uma forma digna. Outra reivindicação foi a urgência da reclassificação dos operadores de armazém A e B, em operadores de armazém  de 2ª, 1ª e operador de armazém especializado, bem como a reclassificação dos sub-encarregados e as 3ªs chefias, em operadores encarregados e operadores principais. Esta é outra artimanha que a empresa utiliza para obter mais lucros.

O desrespeito por parte do patrão pelo  horário é frequente nas lojas MINIPREÇO. Regra geral, os trabalhadores sabem quando entram mas nunca sabem quando saem, ou quando podem folgar. A empresa deixou de respeitar há muito a vida pessoal dos que dão a cara todos os dias pela empresa. No entanto, os trabalhadores nã

o desistem e ficou a promessa que a luta vai continuar enquanto os trabalhadores não sentirem que o seu trabalho é valorizado.

Esta iniciativa contou com a participação de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN e foi aprovada uma resolução por unanimidade e aclamação que foi entregue  à Administração da empresa.

O TEMPO DE LUTA É AGORA!

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Administração Pública promoveu no dia 12 de Outubro uma Vigília, entre as 16h00 e as 22h00, junto do Ministério da Saúde, para exigir a criação da carreira de Técnico Auxiliar de Saúde.

Os trabalhadores assistentes operacionais e administrativos da saúde são os trabalhadores que se encontram nas secretarias, nos guichet de atendimento, no atendimento telefónico, que nos dão as refeições, que nos ajudam nos cuidados de higiene, que nos acompanham quando somos transferidos de um serviço para outro, nas várias unidades de saúde do SNS. São também os trabalhadores mais mal pagos no SNS, que muitas vezes são obrigados a seguir turnos, a fazerem horas extraordinárias, porque não há pessoal, a trabalhar Sábados e Domingos, são eles que muitas vezes fazem a ponte entre o utente e os outros profissionais de saúde, um trabalho muito pouco valorizado para quem tem que ter alguma formação e lidam diariamente com pessoas que estão mais vulneráveis.

 

Em 2010, foi criada a profissão de Técnico Auxiliar de Saúde com o alegado objectivo de dar resposta e melhorar o nível académico dos ex-auxiliares de acção médica e a respectiva qualificação profissional. Sete anos após a criação desta profissão, nada foi feito para concretizar a sua implementação na administração pública, apesar de o curso já estar a ser ministrado em escolas públicas, centros e escolas de ensino profissional e privado, e no próprio IEFP e os seus estágios realizados em serviços públicos e enquadrados pelos assistentes operacionais.

A Federação exige a transição direta para a carreira de Técnico Auxiliar de Saúde, atendendo à vasta experiência profissional destes trabalhadores. A luta vai continuar e é já no dia 27 de Outubro na greve dos trabalhadores da Administração Pública.

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