Acção Reivindicativa - União dos Sindicatos de Lisboa - CGTP-IN http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa 2018-05-27T12:00:48+01:00 Joomla! - Open Source Content Management MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL 2018-05-25T09:32:39+01:00 2018-05-25T09:32:39+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1663-manifestacao-nacional-9-de-junho-campo-grande-marques-de-pombal João Casanova joao.casanova@netcabo.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/MAI/capa_manif_nac_9_junho.jpg" border="0" alt="MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL" width="400" height="632" style="float: left;" /><span style="font-size: 12.16px;">É preciso aumentar os salários, pensões de reforma e os apoios sociais e revogar as normas grav</span><span style="font-size: 12.16px;">osas da legislação laboral.</span></p> <p>São os trabalhadores que produzem a riqueza, têm direito a uma vida digna!</p> <p>O mundo do trabalho continua marcado por graves problemas e profundas injustiças, prosseguindo-se uma política de baixos salários, de enorme precariedade laboral, de horários desregulados, desrespeito pelo direito de contratação colectiva, em que a caducidade assume papel decisivo, repressão, violação dos direitos e discriminações de todo o tipo.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/MAI/capa_manif_nac_9_junho.jpg" border="0" alt="MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 9 DE JUNHO - CAMPO GRANDE - MARQUÊS DE POMBAL" width="400" height="632" style="float: left;" /><span style="font-size: 12.16px;">É preciso aumentar os salários, pensões de reforma e os apoios sociais e revogar as normas grav</span><span style="font-size: 12.16px;">osas da legislação laboral.</span></p> <p>São os trabalhadores que produzem a riqueza, têm direito a uma vida digna!</p> <p>O mundo do trabalho continua marcado por graves problemas e profundas injustiças, prosseguindo-se uma política de baixos salários, de enorme precariedade laboral, de horários desregulados, desrespeito pelo direito de contratação colectiva, em que a caducidade assume papel decisivo, repressão, violação dos direitos e discriminações de todo o tipo.</p></div> GREVE DOS ENFERMEIROS NOS HOSPITAIS: FERNANDO DA FONSECA E AMADORA SINTRA 2018-05-23T15:38:54+01:00 2018-05-23T15:38:54+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1662-greve-dos-enfermeiros-nos-hospitais-fernando-da-fonseca-e-amadora-sintra Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-amadora%20sintra.jpg" border="0" width="400" height="300" style="float: left;" />O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses realizou, no dia 22 de Maio, uma acção de luta no Hospital Fernando Fonseca (Amadora - Sintra).</p> <p>No dia 24 de Maio realiza-se outra acção no Centro Hospitalar Lisboa Norte (H. Sta Maria). Ambas as acções consistem em concentrações às 11h, com greve das 10h30 às 12h30.</p> <p>A luta prende-se com a falta de enfermeiros nos dois hospitais e pela exigência de admissão de mais enfermeiros. No Hospital Fernando da Fonseca, o sindicato exige a resolução célere do acordo de empresa que permite, nomeadamente, o pagamento do suplemento remuneratório aos enfermeiros especialistas, a concretização dos descongelamentos das progressões de carreira e a redução do horário de trabalho para as 35 horas.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-amadora%20sintra.jpg" border="0" width="400" height="300" style="float: left;" />O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses realizou, no dia 22 de Maio, uma acção de luta no Hospital Fernando Fonseca (Amadora - Sintra).</p> <p>No dia 24 de Maio realiza-se outra acção no Centro Hospitalar Lisboa Norte (H. Sta Maria). Ambas as acções consistem em concentrações às 11h, com greve das 10h30 às 12h30.</p> <p>A luta prende-se com a falta de enfermeiros nos dois hospitais e pela exigência de admissão de mais enfermeiros. No Hospital Fernando da Fonseca, o sindicato exige a resolução célere do acordo de empresa que permite, nomeadamente, o pagamento do suplemento remuneratório aos enfermeiros especialistas, a concretização dos descongelamentos das progressões de carreira e a redução do horário de trabalho para as 35 horas.</p></div> TRABALHADORES DO HOSPITAL DOS LUSÍADAS EM LISBOA FAZEM GREVE 2018-05-10T15:27:43+01:00 2018-05-10T15:27:43+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1661-trabalhadores-do-hospital-dos-lusiadas-em-lisboa-fazem-greve Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-lusiadas.jpg" border="0" width="300" height="400" style="float: left;" />O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, convocou uma greve para os trabalhadores do Grupo Lusíadas Saúde , em Lisboa, no dia 9 de Maio. </p> <p>Durante a concentração os trabalhadores distribuíram um documento aos clientes em que os trabalhadores denunciaram as desigualdades salariais, a aplicação pela administração para iguais categorias valores diferentes criando disparidades entre as mesmas funções e responsabilidades; o congelamento da progressão das carreiras criando assim injustiças salariais; questões de assédio, pressões e repressões; o desrespeito e violação dos direitos de amamentação.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-lusiadas.jpg" border="0" width="300" height="400" style="float: left;" />O CESP, Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal, convocou uma greve para os trabalhadores do Grupo Lusíadas Saúde , em Lisboa, no dia 9 de Maio. </p> <p>Durante a concentração os trabalhadores distribuíram um documento aos clientes em que os trabalhadores denunciaram as desigualdades salariais, a aplicação pela administração para iguais categorias valores diferentes criando disparidades entre as mesmas funções e responsabilidades; o congelamento da progressão das carreiras criando assim injustiças salariais; questões de assédio, pressões e repressões; o desrespeito e violação dos direitos de amamentação.</p></div> UM GRANDE 1º DE MAIO DA CGTP-IN 2018-05-02T14:40:49+01:00 2018-05-02T14:40:49+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1658-um-grande-1-de-maio-da-cgtp-in Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p align="left"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-DSC_0096.JPG" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" />O 1º de Maio da CGTP -IN contou com muitos milhares de trabalhadoras e trabalhadores, jovens, desempregados, reformados, dos distritos de Setúbal e Lisboa, que deram corpo à grande manifestação do Martim Moniz até à Alameda.</p> <p align="left">A luta contra a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho e a exigência de aumento dos salários foram as grandes reivindicações mais ouvidas neste Dia Internacional do Trabalhador.  Os trabalhadores do comércio e grande distribuição estiveram em greve no Dia Internacional do Trabalhador, levando ao encerramento de algumas lojas, para além desta luta que outros sectores encetaram processos de luta tais como:  os trabalhadores das águas de Portugal, EPAL, INCM, da Panrico e Bimbo, das cantinas hospitalares e escolares, dos trabalhadores das artes e cultura, das Forças de Segurança (PSP, GNR, SEF, Guarda Prisional), das IPSS’s Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, da Sacopor, da Petrogal, da Fisipe, da Alkion e dos SAMS.</p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="left">O Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos, afirmou que a luta vai continuar e anunciou uma grande acção de luta e protesto para dia 9 de Junho, bem como a reivindicação de aumento do SMN para 2019 de 650€.</p></div> <div class="feed-description"><p align="left"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-DSC_0096.JPG" border="0" width="264" style="float: left; border: 0;" />O 1º de Maio da CGTP -IN contou com muitos milhares de trabalhadoras e trabalhadores, jovens, desempregados, reformados, dos distritos de Setúbal e Lisboa, que deram corpo à grande manifestação do Martim Moniz até à Alameda.</p> <p align="left">A luta contra a precariedade, a desregulação dos horários de trabalho e a exigência de aumento dos salários foram as grandes reivindicações mais ouvidas neste Dia Internacional do Trabalhador.  Os trabalhadores do comércio e grande distribuição estiveram em greve no Dia Internacional do Trabalhador, levando ao encerramento de algumas lojas, para além desta luta que outros sectores encetaram processos de luta tais como:  os trabalhadores das águas de Portugal, EPAL, INCM, da Panrico e Bimbo, das cantinas hospitalares e escolares, dos trabalhadores das artes e cultura, das Forças de Segurança (PSP, GNR, SEF, Guarda Prisional), das IPSS’s Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, da Sacopor, da Petrogal, da Fisipe, da Alkion e dos SAMS.</p> <p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="left">O Secretário Geral da CGTP Arménio Carlos, afirmou que a luta vai continuar e anunciou uma grande acção de luta e protesto para dia 9 de Junho, bem como a reivindicação de aumento do SMN para 2019 de 650€.</p></div> 1º DE MAIO – LUTAR PELOS DIREITOS! - VALORIZAR OS TRABALHADORES 2018-04-23T17:01:04+01:00 2018-04-23T17:01:04+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1657-1-de-maio-lutar-pelos-direitos-valorizar-os-trabalhadores Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-cartaz.jpg" border="0" width="302" height="400" style="float: left;" />O 1º de Maio é um dia um dia de luta e de festa. A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN, promove um dia repleto de actividades. Logo de manhã vamos fazer desporto, podemos correr 4Km, na mini-corrida, ou fazer os 15 Km.  Na Alameda D. Afonso Henriques teremos música e as tasquinhas dos sindicatos com: o Caldo Verde, sardinha assada, bifanas, couratos, granada, entre outros petiscos.</p> <p>Maio é Luta, por isso marcamos encontro com todos às 14h30 no Martim Moniz e participar na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, vamos expressar na rua as nossas reivindicações, vamos lutar pelos direitos e exigir a valorização dos trabalhadores, porque são os trabalhadores que produzem riqueza, por isso exigem melhores condições de trabalho.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-cartaz.jpg" border="0" width="302" height="400" style="float: left;" />O 1º de Maio é um dia um dia de luta e de festa. A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN, promove um dia repleto de actividades. Logo de manhã vamos fazer desporto, podemos correr 4Km, na mini-corrida, ou fazer os 15 Km.  Na Alameda D. Afonso Henriques teremos música e as tasquinhas dos sindicatos com: o Caldo Verde, sardinha assada, bifanas, couratos, granada, entre outros petiscos.</p> <p>Maio é Luta, por isso marcamos encontro com todos às 14h30 no Martim Moniz e participar na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, vamos expressar na rua as nossas reivindicações, vamos lutar pelos direitos e exigir a valorização dos trabalhadores, porque são os trabalhadores que produzem riqueza, por isso exigem melhores condições de trabalho.</p></div> LUTAR POR ABRIL 2018-04-23T16:50:09+01:00 2018-04-23T16:50:09+01:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1656-lutar-por-abril Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-25abril_cartaz.jpg" border="0" width="285" height="400" style="float: left;" />Este ano comemora-se o 44º Aniversário do 25 de Abril sob o lema “ Lutar por Abril”. A USL-CGTP-IN apela a todos para participarem nas comemorações populares da Revolução Abril que se inicia às 15h00, na praça do Marquês de Pombal, em Lisboa.</p> <div> <p>A revolução de Abril constituiu um momento ímpar da história do povo português, um acto de emancipação social e nacional. Comemorar e cumprir Abril é ter presente o heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), logo seguido de grandioso apoio e decidida intervenção popular, que derrubou o regime fascista. Foram profundas as transformações democráticas, restituiu a liberdade aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais e culturais, afirmou a soberania e a independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.</p> </div></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-25abril_cartaz.jpg" border="0" width="285" height="400" style="float: left;" />Este ano comemora-se o 44º Aniversário do 25 de Abril sob o lema “ Lutar por Abril”. A USL-CGTP-IN apela a todos para participarem nas comemorações populares da Revolução Abril que se inicia às 15h00, na praça do Marquês de Pombal, em Lisboa.</p> <div> <p>A revolução de Abril constituiu um momento ímpar da história do povo português, um acto de emancipação social e nacional. Comemorar e cumprir Abril é ter presente o heróico levantamento militar do Movimento das Forças Armadas (MFA), logo seguido de grandioso apoio e decidida intervenção popular, que derrubou o regime fascista. Foram profundas as transformações democráticas, restituiu a liberdade aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais e culturais, afirmou a soberania e a independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.</p> </div></div> ACÇÃO DE DENÚNCIA E PROTESTO SOBRE A ACTUAÇÃO DA ACT 2018-03-01T15:07:00+00:00 2018-03-01T15:07:00+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1660-accao-de-denuncia-e-protesto-sobre-a-actuacao-da-act Natacha Amaro natacha@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-IMG_20180228_152119_resized_20180301_024703925.jpg" border="0" width="400" height="300" style="float: left;" />Na sequência da falta de resposta da Autoridade para as Condições de Trabalho às solicitações dos sindicatos, assim como os muitos casos em que a sua intervenção foi deficiente ou as situações em que as sanções aplicadas não foram cumpridas perante a passividade deste organismo, a União de Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN levou a cabo, no dia 28 de Fevereiro, uma acção de denúncia e protesto, junto do Ministério do Trabalho, que tutela este organismo.</p> <p>Nesta acção foram dados relatos  dos casos mais flagrantes de falta de actuação ou intervenção deficiente da ACT no distrito de Lisboa e aprovada uma moção que foi entregue naquele Ministério, juntamente com uma listagem destes casos, recolhidos nos vários sectores.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-IMG_20180228_152119_resized_20180301_024703925.jpg" border="0" width="400" height="300" style="float: left;" />Na sequência da falta de resposta da Autoridade para as Condições de Trabalho às solicitações dos sindicatos, assim como os muitos casos em que a sua intervenção foi deficiente ou as situações em que as sanções aplicadas não foram cumpridas perante a passividade deste organismo, a União de Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN levou a cabo, no dia 28 de Fevereiro, uma acção de denúncia e protesto, junto do Ministério do Trabalho, que tutela este organismo.</p> <p>Nesta acção foram dados relatos  dos casos mais flagrantes de falta de actuação ou intervenção deficiente da ACT no distrito de Lisboa e aprovada uma moção que foi entregue naquele Ministério, juntamente com uma listagem destes casos, recolhidos nos vários sectores.</p></div> PELA DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO NO MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL! 2018-02-08T10:28:30+00:00 2018-02-08T10:28:30+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1655-pela-defesa-do-servico-publico-no-maria-matos-teatro-municipal Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/foto_stml_teatroMM.jpg" border="0" alt="" align="left" />A 7 de Fevereiro, uma delegação composta pela Direcção do STML - Sindicato dos Trabalhadores do </strong><span style="font-size: 12.16px;"><strong>Município</strong></span><strong> de Lisboa e trabalhadores do Maria Matos Teatro Municipal (MMTM) entregaram um abaixo-assinado dirigido ao Presidente da CML onde repudiam a intenção em concessionar a privados a gestão deste equipamento cultural, além de exigirem a salvaguarda dos seus direitos, postos de trabalho e o respeito pelos respectivos perfis profissionais.</strong><br /> <br /> O abaixo-assinado entregue recolheu a<strong> concordância de cerca de 60% dos trabalhadores da EGEAC</strong>, materializando uma vontade inequívoca contra a política que actualmente o Executivo Municipal procura impor na cidade.<br /> <br /> De sublinhar,  a presença do CENA-STE (Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos) na ação realizada nos Paços do Concelho demonstrando a sua solidariedade para com os trabalhadores do MMTM, assumindo idêntica posição sobre a concessão de um espaço cultural de referência e excelência que pode e deve manter-se sob alçada de uma gestão pública, passível de ser devidamente escrutinada face aos interesses da população e agentes culturais da cidade de Lisboa.<br /> </p> <p><strong>O Sindicato assumiu que não baixará os braços na luta contra a concessão do MMTM, defendendo intransigentemente os interesses dos seus trabalhadores. Luta igual será assumida contra qualquer forma,  disfarçada ou não, de privatização dos equipamentos ou espaços de interesse público.</strong></p></div> <div class="feed-description"><p><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/foto_stml_teatroMM.jpg" border="0" alt="" align="left" />A 7 de Fevereiro, uma delegação composta pela Direcção do STML - Sindicato dos Trabalhadores do </strong><span style="font-size: 12.16px;"><strong>Município</strong></span><strong> de Lisboa e trabalhadores do Maria Matos Teatro Municipal (MMTM) entregaram um abaixo-assinado dirigido ao Presidente da CML onde repudiam a intenção em concessionar a privados a gestão deste equipamento cultural, além de exigirem a salvaguarda dos seus direitos, postos de trabalho e o respeito pelos respectivos perfis profissionais.</strong><br /> <br /> O abaixo-assinado entregue recolheu a<strong> concordância de cerca de 60% dos trabalhadores da EGEAC</strong>, materializando uma vontade inequívoca contra a política que actualmente o Executivo Municipal procura impor na cidade.<br /> <br /> De sublinhar,  a presença do CENA-STE (Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos) na ação realizada nos Paços do Concelho demonstrando a sua solidariedade para com os trabalhadores do MMTM, assumindo idêntica posição sobre a concessão de um espaço cultural de referência e excelência que pode e deve manter-se sob alçada de uma gestão pública, passível de ser devidamente escrutinada face aos interesses da população e agentes culturais da cidade de Lisboa.<br /> </p> <p><strong>O Sindicato assumiu que não baixará os braços na luta contra a concessão do MMTM, defendendo intransigentemente os interesses dos seus trabalhadores. Luta igual será assumida contra qualquer forma,  disfarçada ou não, de privatização dos equipamentos ou espaços de interesse público.</strong></p></div> TRABALHADORES DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO CONTINUAM A LUTA! 2018-02-06T14:59:19+00:00 2018-02-06T14:59:19+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1652-trabalhadores-das-empresas-de-distribuicao-continuam-a-luta Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><span style="text-decoration: underline;"><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/FEVEREIRO/mini-_MG_6468.jpg" border="0" alt="" align="left" />Os trabalhadores das empresas de distribuição:</strong></span></p> <p><strong>EXIGEM: </strong></p> <ul> <li>o aumento dos salários de todos os trabalhadores;</li> <li>o fim da tabela B; </li> <li>a progressão automática dos operadores de armazém até ao nível de especializado.</li> </ul> <p><span style="font-size: 12.16px;"><strong>NÃO ACEITAM</strong>:</span></p> <ul> <li>a redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;</li> <li>a redução do valor pago pelo trabalho em dia Feriado;</li> <li>o Banco de Horas.</li> </ul> <p>O CESP e os trabalhadores do sector vão continuar a luta pelas suas justas reivindicações, com acções de denúncia à porta de vários locais de trabalho. Nestas acções denunciaremos situações concretos de irregularidades em cada um dos locais de trabalho/empresa e a intransigência patronal na revisão do Contrato Colectivo de Trabalho. </p> <p>No dia 6 de Fevereiro de 2018, às 11h, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores das empresas de distribuição vão concentrar-se frente ao Ministério do Trabalho, data da primeira reunião de conciliação nos serviços do Ministério do Trabalho. Considera o CESP que não há qualquer movo para que as empresas e a APED insistam na retirada ou redução de direitos aos trabalhadores para aumentar salários e corrigir injustiças. Não podemos aceitar que a mesma empresa pague salários mais baixos, 40 euros, a trabalhadores com a mesma categoria profissional e antiguidade na empresa, apenas porque trabalham em distritos diferentes. Nalguns casos a distância entre lojas é inferior a 2 ou 3km. </p> <p>Não podemos aceitar que nos armazéns destas cadeias de distribuição, em que o trabalho é altamente qualificado e desgastante, com os trabalhadores a carregar alguns milhares de quilos todos os dias, se continuem a pagar, a trabalhadores a 8, 10, 15 e 20 anos de antiguidade, salários de 580 ou 590 euros, menos que os trabalhadores com igual antiguidade nas lojas. Ambos fazem trabalho igualmente qualificado, ambos têm de ter salários iguais porque o trabalho é de valor igual. </p> <p><strong>Cerca de 40% dos trabalhadores deste sector recebem salários abaixo dos 600 euros. 80% recebem salários abaixo dos 640 euros. É injusto! </strong></p> <p>E por isso os trabalhadores não desarmam e continuam a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pelo fim da tabela B (mais baixa que se aplica em todos os distritos, excepto Lisboa, Porto e Setúbal) e pela correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém. </p> <p><em><span>Dia 10 Fevereiro 2018 - a luta será no El Corte Inglês, Lisboa </span></em></p></div> <div class="feed-description"><p><span style="text-decoration: underline;"><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/FEVEREIRO/mini-_MG_6468.jpg" border="0" alt="" align="left" />Os trabalhadores das empresas de distribuição:</strong></span></p> <p><strong>EXIGEM: </strong></p> <ul> <li>o aumento dos salários de todos os trabalhadores;</li> <li>o fim da tabela B; </li> <li>a progressão automática dos operadores de armazém até ao nível de especializado.</li> </ul> <p><span style="font-size: 12.16px;"><strong>NÃO ACEITAM</strong>:</span></p> <ul> <li>a redução do valor pago pelo trabalho suplementar prestado;</li> <li>a redução do valor pago pelo trabalho em dia Feriado;</li> <li>o Banco de Horas.</li> </ul> <p>O CESP e os trabalhadores do sector vão continuar a luta pelas suas justas reivindicações, com acções de denúncia à porta de vários locais de trabalho. Nestas acções denunciaremos situações concretos de irregularidades em cada um dos locais de trabalho/empresa e a intransigência patronal na revisão do Contrato Colectivo de Trabalho. </p> <p>No dia 6 de Fevereiro de 2018, às 11h, dirigentes, delegados sindicais e trabalhadores das empresas de distribuição vão concentrar-se frente ao Ministério do Trabalho, data da primeira reunião de conciliação nos serviços do Ministério do Trabalho. Considera o CESP que não há qualquer movo para que as empresas e a APED insistam na retirada ou redução de direitos aos trabalhadores para aumentar salários e corrigir injustiças. Não podemos aceitar que a mesma empresa pague salários mais baixos, 40 euros, a trabalhadores com a mesma categoria profissional e antiguidade na empresa, apenas porque trabalham em distritos diferentes. Nalguns casos a distância entre lojas é inferior a 2 ou 3km. </p> <p>Não podemos aceitar que nos armazéns destas cadeias de distribuição, em que o trabalho é altamente qualificado e desgastante, com os trabalhadores a carregar alguns milhares de quilos todos os dias, se continuem a pagar, a trabalhadores a 8, 10, 15 e 20 anos de antiguidade, salários de 580 ou 590 euros, menos que os trabalhadores com igual antiguidade nas lojas. Ambos fazem trabalho igualmente qualificado, ambos têm de ter salários iguais porque o trabalho é de valor igual. </p> <p><strong>Cerca de 40% dos trabalhadores deste sector recebem salários abaixo dos 600 euros. 80% recebem salários abaixo dos 640 euros. É injusto! </strong></p> <p>E por isso os trabalhadores não desarmam e continuam a luta pelo aumento dos salários de todos os trabalhadores, pelo fim da tabela B (mais baixa que se aplica em todos os distritos, excepto Lisboa, Porto e Setúbal) e pela correcção da injustiça na carreira profissional dos operadores de armazém. </p> <p><em><span>Dia 10 Fevereiro 2018 - a luta será no El Corte Inglês, Lisboa </span></em></p></div> CONCENTRAÇÃO DE TRABALHADORES DAS EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO E SEUS REPRESENTANTES! 2018-02-01T11:22:54+00:00 2018-02-01T11:22:54+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1650-concentracao-de-trabalhadores-e-seus-representantes Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><div> <div> <div> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/FEVEREIRO/mini-_MG_6469.jpg" border="0" alt="" align="left" /></strong></span><strong>No próximo dia 6 de Fevereiro de 2018, pelas 11h, nos Serviços da DGERT no Ministério do Trabalho em Lisboa, realiza-se a primeira reunião de conciliação para revisão do CCT para as empresas de Distribuição.</strong></p> </div> <p>Como é do conhecimento de todos, as empresas e a APED insistem na redução do valor pago pelo trabalho suplementar, pelo trabalho em dia feriado e pretendem a introdução do regime de banco de horas no CCT.</p> </div> <p>O CESP não aceita e exige o aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a promoção automática até ao nível de especializado do operador de armazém.</p> </div> <p>No dia da primeira reunião de conciliação decidiu a direcção do CESP realizar uma concentração com todos os membros da DN do CESP, todos os delegados sindicais das empresas de distribuição e trabalhadores em folga.</p></div> <div class="feed-description"><div> <div> <div> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt;"><span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"><strong><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/FEVEREIRO/mini-_MG_6469.jpg" border="0" alt="" align="left" /></strong></span><strong>No próximo dia 6 de Fevereiro de 2018, pelas 11h, nos Serviços da DGERT no Ministério do Trabalho em Lisboa, realiza-se a primeira reunião de conciliação para revisão do CCT para as empresas de Distribuição.</strong></p> </div> <p>Como é do conhecimento de todos, as empresas e a APED insistem na redução do valor pago pelo trabalho suplementar, pelo trabalho em dia feriado e pretendem a introdução do regime de banco de horas no CCT.</p> </div> <p>O CESP não aceita e exige o aumento dos salários de todos os trabalhadores e o fim da tabela B e a promoção automática até ao nível de especializado do operador de armazém.</p> </div> <p>No dia da primeira reunião de conciliação decidiu a direcção do CESP realizar uma concentração com todos os membros da DN do CESP, todos os delegados sindicais das empresas de distribuição e trabalhadores em folga.</p></div> TRABALHADORES DAS IPSS's REUNIDOS EM ENCONTRO 2018-01-30T16:03:47+00:00 2018-01-30T16:03:47+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1647-trabalhadores-das-ipss-s-reunidos-em-encontro Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p>Dezenas de trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), estiveram reunidos no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa.</p> <p style="text-align: center;">No final, foi aprovada uma <a href="images/stories/uniao_imgs/2018/Resoluo%20Encontro%20IPSS.pdf">Resolução </a> que para além de caracterizar o sector, contém as principais reivindicações dos trabalhadores.</p> <p style="text-align: center;"><br /><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-foto_IPSS1.jpg" border="0" alt="" width="338" height="190" /></p></div> <div class="feed-description"><p>Dezenas de trabalhadores das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), estiveram reunidos no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa.</p> <p style="text-align: center;">No final, foi aprovada uma <a href="images/stories/uniao_imgs/2018/Resoluo%20Encontro%20IPSS.pdf">Resolução </a> que para além de caracterizar o sector, contém as principais reivindicações dos trabalhadores.</p> <p style="text-align: center;"><br /><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-foto_IPSS1.jpg" border="0" alt="" width="338" height="190" /></p></div> TRABALHADORES DOS SERVIÇOS DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA EM LUTA! 2018-01-19T15:06:44+00:00 2018-01-19T15:06:44+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1638-trabalhadores-dos-servicos-do-ministerio-da-justica-em-luta Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/foto_trabs_justica.jpg" border="0" alt="" align="left" />A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais vai realizar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;">Passados dois anos sobre a sua tomada de posse, o Governo continua sem resolver os problemas dos trabalhadores do Ministério da Justiça, numa manifesta falta de vontade política, pondo em causa os direitos daqueles e a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;">É inaceitável que decorrido todo este tempo, os responsáveis pelo Ministério da Justiça não tenham ainda demonstrado a necessária vontade política para negociar com esta Federação, o vasto conjunto de reivindicações apresentadas que apontam para a resolução dos problemas existentes nos diversos organismos deste Ministério.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;"><strong>Deste modo, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais decidiu convocar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, para o próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério da Justiça, no Terreiro do Paço, em Lisboa.</strong></p> <p> </p> <p class="MsoNormal"> </p></div> <div class="feed-description"><p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/foto_trabs_justica.jpg" border="0" alt="" align="left" />A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais vai realizar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério, no Terreiro do Paço, em Lisboa.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;">Passados dois anos sobre a sua tomada de posse, o Governo continua sem resolver os problemas dos trabalhadores do Ministério da Justiça, numa manifesta falta de vontade política, pondo em causa os direitos daqueles e a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;">É inaceitável que decorrido todo este tempo, os responsáveis pelo Ministério da Justiça não tenham ainda demonstrado a necessária vontade política para negociar com esta Federação, o vasto conjunto de reivindicações apresentadas que apontam para a resolução dos problemas existentes nos diversos organismos deste Ministério.</p> <p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 8.25pt; margin-left: 0cm;"><strong>Deste modo, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais decidiu convocar uma concentração nacional de trabalhadores dos serviços do Ministério da Justiça, para o próximo dia 19 de Janeiro, pelas 14.30 horas, em frente ao Ministério da Justiça, no Terreiro do Paço, em Lisboa.</strong></p> <p> </p> <p class="MsoNormal"> </p></div> TRABALHADORES DA APAPOL EM LUTA! 2018-01-19T12:24:50+00:00 2018-01-19T12:24:50+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1637-trabalhadores-da-apapol-em-luta Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p style="line-height: 115%;"><img src="http://sindicatos.cgtp.pt/sintab/wp-content/blogs.dir/39/files/sites/39/2013/05/sintab_topo123-1.jpg" border="0" width="276" height="43" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p style="text-align: justify; line-height: 115%;"><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Os trabalhadores da empresa do sector da alimentação APAPOL – Aliança Panificadora de Algés, Paço de Arcos e Oeiras, Lda., <span style="text-decoration: underline;"><strong>vão estar em greve ao trabalho prestado aos sábados e domingos a partir do dia 20 de Janeiro até ao final do mês de Fevereiro/18</strong></span>, com os seguintes objectivos;</span></span></p> <ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"> <li><span style="text-align: justify; color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: xx-small;"><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%;"> </span></span><em style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo trabalho em dia de descanso complementar;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo direito á Contratação Colectiva;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo não cumprimento por parte da empresa do acordo sobre matérias pecuniárias;</span></span></em></li> </ul> <p style="text-align: justify; line-height: 115%;"><strong><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar da empresa ter acordado e já estar a aplicar algumas das várias reivindicações dos trabalhadores, os mesmos  decidiram continuar a recorrer à greve aos sábados e domingos, sendo que já no próximo fim-de-semana (20 e 21 de Janeiro) estarão em Greve como forma a manifestar o seu descontentamento porque a Administração da empresa ainda não acedeu às suas reivindicações pelo trabalho em dia de descanso complementar</span></span><span style="color: black;">.</span></strong></p></div> <div class="feed-description"><p style="line-height: 115%;"><img src="http://sindicatos.cgtp.pt/sintab/wp-content/blogs.dir/39/files/sites/39/2013/05/sintab_topo123-1.jpg" border="0" width="276" height="43" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></p> <p style="text-align: justify; line-height: 115%;"><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Os trabalhadores da empresa do sector da alimentação APAPOL – Aliança Panificadora de Algés, Paço de Arcos e Oeiras, Lda., <span style="text-decoration: underline;"><strong>vão estar em greve ao trabalho prestado aos sábados e domingos a partir do dia 20 de Janeiro até ao final do mês de Fevereiro/18</strong></span>, com os seguintes objectivos;</span></span></p> <ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"> <li><span style="text-align: justify; color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: xx-small;"><span style="font-size: 8pt; line-height: 115%;"> </span></span><em style="text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo trabalho em dia de descanso complementar;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo cumprimento do Contrato Colectivo de Trabalho;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo direito á Contratação Colectiva;</span></span></em></li> <li class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify; line-height: 115%; mso-list: l1 level1 lfo3;"><em><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Pelo não cumprimento por parte da empresa do acordo sobre matérias pecuniárias;</span></span></em></li> </ul> <p style="text-align: justify; line-height: 115%;"><strong><span style="color: black; font-family: 'Century Gothic'; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">Apesar da empresa ter acordado e já estar a aplicar algumas das várias reivindicações dos trabalhadores, os mesmos  decidiram continuar a recorrer à greve aos sábados e domingos, sendo que já no próximo fim-de-semana (20 e 21 de Janeiro) estarão em Greve como forma a manifestar o seu descontentamento porque a Administração da empresa ainda não acedeu às suas reivindicações pelo trabalho em dia de descanso complementar</span></span><span style="color: black;">.</span></strong></p></div> CONCENTRAÇÃO E DENÚNCIA DOS TRABALHADORES DO MERCADO DE ALGÉS 2018-01-17T11:28:48+00:00 2018-01-17T11:28:48+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1635-concentracao-e-denuncia-dos-trabalhadores-do-mercado-de-alges Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; line-height: 110%;"> </p> <h1 class="MsoNormal" style="break-after: avoid; text-align: center;" align="right"><strong><span style="font-size: 14.0pt; font-family: Verdana; color: navy;">TRABALHADORES DO MERCADO DE ALGÉS EM LUTA! </span></strong></h1> <p><span style="text-align: justify;">Desde Março/2017, cerca de 60 trabalhadores da área da Restauração do Mercado de Algés, junto com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul, tem denunciado a falta de condições para trabalhar no que concerne à falta de segurança e saúde, devido à total ausência de responsabilidade da empresa concessionária, “Naipe d’Emoções” que desde Maio de 2014, possui a concessão, por quinze anos, entregue pela Câmara Municipal de Oeiras.</span></p> <p style="text-align: justify;">Apesar das diversas intervenções e reabilitação realizadas, até à data não foi garantido aos trabalhadores condições dignas para trabalhar, entre outras situações, destaca-se a inexistência de um refeitório para realizar as pausas de refeição com dignidade e higiene; número insuficiente de casas de banho/balneários, apenas, um wc masculino e um wc feminino ou ausência de limpeza regular das instalações sanitárias e outros espaços.</p> <p><strong>Há ainda um profundo incumprimento das relações laborais, quanto às categorias profissionais, a não progressão das carreiras, retribuições inferiores ao que estabelece a convenção do sector da Restauração, o desrespeito pelo cumprimento das 8h/diárias e as 40 h/semanais, existência de horários superiores; não pagamento do trabalho extraordinário; não cumprimento das 10h de descanso entre duas jornadas de trabalho (trabalhadores que saem à 01h/02h da manhã e são “obrigados” a entrar ao serviço às 09h/10h desse mesmo dia) torna impossível a conciliação da nossa vida profissional com a vida familiar.</strong></p> <p style="text-align: justify;">O recurso à intimidação junto dos trabalhadores, o desrespeito pelos horários de trabalho e a alteração constante dos horários de trabalho, recibos de vencimento irregulares e o recurso ao trabalho precário é uma prática que tem sido concretizada pela “Naipe d’Emoções”.</p> <p style="text-align: justify;">Por tudo isto, trabalhadores denunciaram estas situações junto das entidades competentes, tendo a administração, como represália, recusado o pagamento dos acertos de contas finais relativo às cessações dos contratos de trabalho a trabalhadores que desde Julho/17, ainda não viram os seus salários pagos, tendo ainda dificultado a entrega de declarações para o fundo de desemprego ou ainda, trabalhadores que foram coagidos a assinar recibos de quitação com valores errados, para que estes não pudessem reclamar seus direitos em tribunal.</p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3pt; line-height: 110%; text-align: center;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 110%; font-family: Arial; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"> </span><span style="line-height: 110%; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: 11pt;"><strong>TUDO ISTO É </strong></span><span style="font-size: 14.6667px;"><strong>INADMISSÍVEL</strong></span><span style="font-size: 11pt;"><strong>!</strong></span></span></span></p> <h1 class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3pt; line-height: 110%; text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt; line-height: 110%; font-family: Arial;">O Sindicato junto com os trabalhadores do Mercado de Algés, independentemente da diversidade e multiplicidade de balcões da restauração existentes neste espaço de Restauração, irá promover uma <strong>concentração/Denúncia pública</strong>, amanhã, <strong>dia</strong> <strong>18 de Janeiro, </strong>a partir das<strong> 17h30</strong>,junto ao<strong> Mercado de Algés</strong>, sito na Rua Elias Garcia, 22-A, em Algés, concelho de Oeiras.</span></h1></div> <div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; margin-bottom: 3.0pt; text-align: justify; line-height: 110%;"> </p> <h1 class="MsoNormal" style="break-after: avoid; text-align: center;" align="right"><strong><span style="font-size: 14.0pt; font-family: Verdana; color: navy;">TRABALHADORES DO MERCADO DE ALGÉS EM LUTA! </span></strong></h1> <p><span style="text-align: justify;">Desde Março/2017, cerca de 60 trabalhadores da área da Restauração do Mercado de Algés, junto com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Sul, tem denunciado a falta de condições para trabalhar no que concerne à falta de segurança e saúde, devido à total ausência de responsabilidade da empresa concessionária, “Naipe d’Emoções” que desde Maio de 2014, possui a concessão, por quinze anos, entregue pela Câmara Municipal de Oeiras.</span></p> <p style="text-align: justify;">Apesar das diversas intervenções e reabilitação realizadas, até à data não foi garantido aos trabalhadores condições dignas para trabalhar, entre outras situações, destaca-se a inexistência de um refeitório para realizar as pausas de refeição com dignidade e higiene; número insuficiente de casas de banho/balneários, apenas, um wc masculino e um wc feminino ou ausência de limpeza regular das instalações sanitárias e outros espaços.</p> <p><strong>Há ainda um profundo incumprimento das relações laborais, quanto às categorias profissionais, a não progressão das carreiras, retribuições inferiores ao que estabelece a convenção do sector da Restauração, o desrespeito pelo cumprimento das 8h/diárias e as 40 h/semanais, existência de horários superiores; não pagamento do trabalho extraordinário; não cumprimento das 10h de descanso entre duas jornadas de trabalho (trabalhadores que saem à 01h/02h da manhã e são “obrigados” a entrar ao serviço às 09h/10h desse mesmo dia) torna impossível a conciliação da nossa vida profissional com a vida familiar.</strong></p> <p style="text-align: justify;">O recurso à intimidação junto dos trabalhadores, o desrespeito pelos horários de trabalho e a alteração constante dos horários de trabalho, recibos de vencimento irregulares e o recurso ao trabalho precário é uma prática que tem sido concretizada pela “Naipe d’Emoções”.</p> <p style="text-align: justify;">Por tudo isto, trabalhadores denunciaram estas situações junto das entidades competentes, tendo a administração, como represália, recusado o pagamento dos acertos de contas finais relativo às cessações dos contratos de trabalho a trabalhadores que desde Julho/17, ainda não viram os seus salários pagos, tendo ainda dificultado a entrega de declarações para o fundo de desemprego ou ainda, trabalhadores que foram coagidos a assinar recibos de quitação com valores errados, para que estes não pudessem reclamar seus direitos em tribunal.</p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3pt; line-height: 110%; text-align: center;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 110%; font-family: Arial; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"> </span><span style="line-height: 110%; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: 11pt;"><strong>TUDO ISTO É </strong></span><span style="font-size: 14.6667px;"><strong>INADMISSÍVEL</strong></span><span style="font-size: 11pt;"><strong>!</strong></span></span></span></p> <h1 class="MsoNormal" style="margin-bottom: 3pt; line-height: 110%; text-align: justify;"><span style="font-size: 11.5pt; line-height: 110%; font-family: Arial;">O Sindicato junto com os trabalhadores do Mercado de Algés, independentemente da diversidade e multiplicidade de balcões da restauração existentes neste espaço de Restauração, irá promover uma <strong>concentração/Denúncia pública</strong>, amanhã, <strong>dia</strong> <strong>18 de Janeiro, </strong>a partir das<strong> 17h30</strong>,junto ao<strong> Mercado de Algés</strong>, sito na Rua Elias Garcia, 22-A, em Algés, concelho de Oeiras.</span></h1></div> CERCA DE 750 SINDICALISTAS REUNIDOS EM PLENÁRIO! 2018-01-15T12:09:37+00:00 2018-01-15T12:09:37+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1634-cerca-de-750-sindicalistas-reunidos-em-plenario Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p style="text-align: center;"><img src="http://www.cgtp.pt/images/images/2018/01/plenario-sao-jorge-lisboa.jpg" border="0" width="402" height="268" /></p> <p style="text-align: center;"><strong>RESOLUÇÃO APROVADA PELO PLENÁRIO NACIONAL DE SINDICATOS (12.01.2018)</strong></p> <p style="text-align: center;"><em><strong>Agir e lutar Pela valorização dos trabalhadores, por um Portugal com futuro!</strong></em></p> <p>A situação mundial continua marcada pela crise estrutural do capitalismo que responde com medidas que acentuam a exploração, a concentração da riqueza, a apropriação e gestão dos recursos estratégicos, com o expansionismo nos planos político, económico e militar, e o ataque generalizado aos direitos dos trabalhadores e dos povos.</p> <p>Por outro lado, a União Europeia aprofunda o seu carácter federalista, neoliberal e militarista - de que a denominada Cooperação Estruturada Permanente é mais um passo, ao colocar as forças armadas portuguesas ao serviço de interesses alheios ao nosso país -, utiliza os seus mecanismos de ingerência, como o Tratado Orçamental e o euro, entre outros, limitando a soberania e a independência nacionais e impedindo o desenvolvimento económico e social dos países mais vulneráveis como Portugal.</p> <p>Em Portugal, o Orçamento do Estado (OE2018) aprovado na Assembleia da República, reflecte avanços que melhoram a vida dos trabalhadores e do povo e são resultado da acção e da luta reivindicativa desenvolvida nos locais de trabalho, empresas, serviços e sectores, de grandes acções de massas, como a grande manifestação nacional convocada pela CGTP-IN e que, em 18 de Novembro, encheu o centro de Lisboa.</p> <p>Apesar das insuficiências, o OE consolida medidas positivas já concretizadas e dá novos passos na reposição de rendimentos e direitos dos trabalhadores, designadamente o descongelamento das progressões e promoções nas carreiras, o pagamento do trabalho extraordinário e suplementar, o pagamento dos subsídios de férias e natal no momento devido, a aplicação integral da contratação colectiva no Sector Público Empresarial a partir de 1 de Janeiro deste ano, o aumento extraordinário das pensões, a redução do IRS para os escalões de baixos rendimentos entre outras medidas na área social. Contudo, o caminho percorrido continua a ser curto quando comparado com o muito que há a fazer, nomeadamente na área do trabalho e face aos constrangimentos económicos e financeiros a que o país é sujeito e que condicionam o seu desenvolvimento.</p> <p>O Plenário de Sindicatos da CGTP-IN releva o contributo dado pela luta dos trabalhadores e do povo nos avanços contra as injustiças e as desigualdades e para a alteração da correlação de forças na Assembleia da República, que regista e valoriza, mas considera que é necessário e possível ir mais longe, libertar o país dos efeitos de décadas de política de direita, da subordinação aos interesses do grande capital nacional e transnacional, das imposições da União Europeia e dos constrangimentos do euro, do Tratado Orçamental, do Pacto de Estabilidade e Crescimento e outros mecanismos de subordinação da União europeia que impedem o desenvolvimento soberano de Portugal.</p> <p>É necessário dar prioridade ao desenvolvimento económico e social do país, colocar os direitos dos trabalhadores e do povo, acima da obsessão pela redução do défice e do pagamento de uma divida que é insustentável, e avançar com uma política de esquerda e soberana que reparta de forma justa o rendimento nacional, que abandone a política de baixos salários e promova o aumento geral dos salários, que combata eficazmente a precariedade e invista na melhoria da qualidade dos serviços públicos nos transportes, saúde, educação, protecção social, justiça e poder local democrático.</p> </div> <div class="feed-description"><p style="text-align: center;"><img src="http://www.cgtp.pt/images/images/2018/01/plenario-sao-jorge-lisboa.jpg" border="0" width="402" height="268" /></p> <p style="text-align: center;"><strong>RESOLUÇÃO APROVADA PELO PLENÁRIO NACIONAL DE SINDICATOS (12.01.2018)</strong></p> <p style="text-align: center;"><em><strong>Agir e lutar Pela valorização dos trabalhadores, por um Portugal com futuro!</strong></em></p> <p>A situação mundial continua marcada pela crise estrutural do capitalismo que responde com medidas que acentuam a exploração, a concentração da riqueza, a apropriação e gestão dos recursos estratégicos, com o expansionismo nos planos político, económico e militar, e o ataque generalizado aos direitos dos trabalhadores e dos povos.</p> <p>Por outro lado, a União Europeia aprofunda o seu carácter federalista, neoliberal e militarista - de que a denominada Cooperação Estruturada Permanente é mais um passo, ao colocar as forças armadas portuguesas ao serviço de interesses alheios ao nosso país -, utiliza os seus mecanismos de ingerência, como o Tratado Orçamental e o euro, entre outros, limitando a soberania e a independência nacionais e impedindo o desenvolvimento económico e social dos países mais vulneráveis como Portugal.</p> <p>Em Portugal, o Orçamento do Estado (OE2018) aprovado na Assembleia da República, reflecte avanços que melhoram a vida dos trabalhadores e do povo e são resultado da acção e da luta reivindicativa desenvolvida nos locais de trabalho, empresas, serviços e sectores, de grandes acções de massas, como a grande manifestação nacional convocada pela CGTP-IN e que, em 18 de Novembro, encheu o centro de Lisboa.</p> <p>Apesar das insuficiências, o OE consolida medidas positivas já concretizadas e dá novos passos na reposição de rendimentos e direitos dos trabalhadores, designadamente o descongelamento das progressões e promoções nas carreiras, o pagamento do trabalho extraordinário e suplementar, o pagamento dos subsídios de férias e natal no momento devido, a aplicação integral da contratação colectiva no Sector Público Empresarial a partir de 1 de Janeiro deste ano, o aumento extraordinário das pensões, a redução do IRS para os escalões de baixos rendimentos entre outras medidas na área social. Contudo, o caminho percorrido continua a ser curto quando comparado com o muito que há a fazer, nomeadamente na área do trabalho e face aos constrangimentos económicos e financeiros a que o país é sujeito e que condicionam o seu desenvolvimento.</p> <p>O Plenário de Sindicatos da CGTP-IN releva o contributo dado pela luta dos trabalhadores e do povo nos avanços contra as injustiças e as desigualdades e para a alteração da correlação de forças na Assembleia da República, que regista e valoriza, mas considera que é necessário e possível ir mais longe, libertar o país dos efeitos de décadas de política de direita, da subordinação aos interesses do grande capital nacional e transnacional, das imposições da União Europeia e dos constrangimentos do euro, do Tratado Orçamental, do Pacto de Estabilidade e Crescimento e outros mecanismos de subordinação da União europeia que impedem o desenvolvimento soberano de Portugal.</p> <p>É necessário dar prioridade ao desenvolvimento económico e social do país, colocar os direitos dos trabalhadores e do povo, acima da obsessão pela redução do défice e do pagamento de uma divida que é insustentável, e avançar com uma política de esquerda e soberana que reparta de forma justa o rendimento nacional, que abandone a política de baixos salários e promova o aumento geral dos salários, que combata eficazmente a precariedade e invista na melhoria da qualidade dos serviços públicos nos transportes, saúde, educação, protecção social, justiça e poder local democrático.</p> </div> SINDICATOS DO DISTRITO SOLIDÁRIOS COM TRABALHADORES DA GRAMAX (EX-TRIUMPH) 2018-01-12T12:51:32+00:00 2018-01-12T12:51:32+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1633-sindicatos-do-distrito-solidarios-com-trabalhadores-da-gramax-ex-triumph Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p class="MsoNormal"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Gramax/mini-IMG_20180111_165202.jpg" border="0" alt="" align="left" />Os trabalhadores da TGI (Têxteis Gramax Internacional), ex-Triumph, estão desde o dia 5 (sexta-feira) em permanência à porta da empresa, com o propósito de impedir que seja retirado qualquer património da empresa.</p> <p class="MsoNormal">Estes trabalhadores, enfrentam um processo de insolvência  criminoso, de destruição de postos de trabalho e sem terem garantida a efectivação de todos os seus direitos.</p> <p class="MsoNormal">Ontem, 11 de Janeiro, uma delegação da Comissão Executiva, liderada pelo secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, levou uma Saudação a estas trabalhadoras e demonstrou uma vez mais, a total disponibilidade de todo o Movimento Sindical Unitário em apoiar esta luta justa pela defesa dos postos de trabalho e da empresa.</p> <p class="MsoNormal">Estes trabalhadores, nas palavras do Secretário-geral da CGTP-IN, são um verdadeiro exemplo de dignidade e de resistência!</p> <p class="MsoNormal">Veja mais fotos, <a href="https://www.facebook.com/UniaoDosSindicatosDeLisboa/posts/1668026976654029">aqui. </a></p></div> <div class="feed-description"><p class="MsoNormal"><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/Gramax/mini-IMG_20180111_165202.jpg" border="0" alt="" align="left" />Os trabalhadores da TGI (Têxteis Gramax Internacional), ex-Triumph, estão desde o dia 5 (sexta-feira) em permanência à porta da empresa, com o propósito de impedir que seja retirado qualquer património da empresa.</p> <p class="MsoNormal">Estes trabalhadores, enfrentam um processo de insolvência  criminoso, de destruição de postos de trabalho e sem terem garantida a efectivação de todos os seus direitos.</p> <p class="MsoNormal">Ontem, 11 de Janeiro, uma delegação da Comissão Executiva, liderada pelo secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, levou uma Saudação a estas trabalhadoras e demonstrou uma vez mais, a total disponibilidade de todo o Movimento Sindical Unitário em apoiar esta luta justa pela defesa dos postos de trabalho e da empresa.</p> <p class="MsoNormal">Estes trabalhadores, nas palavras do Secretário-geral da CGTP-IN, são um verdadeiro exemplo de dignidade e de resistência!</p> <p class="MsoNormal">Veja mais fotos, <a href="https://www.facebook.com/UniaoDosSindicatosDeLisboa/posts/1668026976654029">aqui. </a></p></div> OS TRABALHADORES DA SEDA IBÉRICA EM LUTA! 2018-01-11T15:32:45+00:00 2018-01-11T15:32:45+00:00 http://uniaolisboa-cgtp.pt/accao-reivindicativa/1632-os-trabalhadores-da-seda-iberica-em-luta Paula Pereira paulaalexandra@uniaolisboa-cgtp.pt <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-luta_armenio.jpg" border="0" alt="" align="left" /></p> <p> </p> <p><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">Os </span></span><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">tra</span></span><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">balhadores da Seda Ibérica-Embalagens, lutam:</span></span></strong></p> <ul> <li>contra a não efectivação do pagamento de subsidio de turno conforme previsto no contrato de trabalho (Decisão Arbitral) sector gráfico,</li> <li>contra a não actualização dos salários no ano 2017 e ausência de proposta para 2018</li> <li>e ainda contra a tentativa de imposição do aumento dos horários trabalho por parte da empresa, eliminação das pausas para tomada de pequeno-almoço e alteração de horário almoço.</li> </ul> <p>Hoje,11 de Janeiro, os trabalhadores  contaram com a presença do Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN.</p></div> <div class="feed-description"><p><img src="images/stories/uniao_imgs/2018/mini-luta_armenio.jpg" border="0" alt="" align="left" /></p> <p> </p> <p><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">Os </span></span><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">tra</span></span><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;"><span style="font-size: 12pt;">balhadores da Seda Ibérica-Embalagens, lutam:</span></span></strong></p> <ul> <li>contra a não efectivação do pagamento de subsidio de turno conforme previsto no contrato de trabalho (Decisão Arbitral) sector gráfico,</li> <li>contra a não actualização dos salários no ano 2017 e ausência de proposta para 2018</li> <li>e ainda contra a tentativa de imposição do aumento dos horários trabalho por parte da empresa, eliminação das pausas para tomada de pequeno-almoço e alteração de horário almoço.</li> </ul> <p>Hoje,11 de Janeiro, os trabalhadores  contaram com a presença do Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN.</p></div>