TRABALHADORES DO MINIPREÇO/CLAREL EM LUTA

Não querem Mini-salários nem Maxi- Horários.

O Sindicato do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) organizou, no passado dia 19 de Outubro, uma concentração com uma grande participação dos trabalhadores em frente à sede da empresa Minipreço na Marginal, em Oeiras.Os trabalhadores fizeram-se ouvir em alto e bom som "Não queremos mais ser roubados”, "Exigimos o aumento do salário!", "Pelo fim da discriminação salarial”. A grande maioria dos trabalhadores ganha salários de miséria, muito próximo do valor do salário do salário mínimo nacional. Para trabalhadores há vários anos na empresa é uma injustiça pois não permite viver de uma forma digna. Outra reivindicação foi a urgência da reclassificação dos operadores de armazém A e B, em operadores de armazém  de 2ª, 1ª e operador de armazém especializado, bem como a reclassificação dos sub-encarregados e as 3ªs chefias, em operadores encarregados e operadores principais. Esta é outra artimanha que a empresa utiliza para obter mais lucros.

O desrespeito por parte do patrão pelo  horário é frequente nas lojas MINIPREÇO. Regra geral, os trabalhadores sabem quando entram mas nunca sabem quando saem, ou quando podem folgar. A empresa deixou de respeitar há muito a vida pessoal dos que dão a cara todos os dias pela empresa. No entanto, os trabalhadores nã

o desistem e ficou a promessa que a luta vai continuar enquanto os trabalhadores não sentirem que o seu trabalho é valorizado.

Esta iniciativa contou com a participação de Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN e foi aprovada uma resolução por unanimidade e aclamação que foi entregue  à Administração da empresa.

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