AMANHÃ[15.12] INICIAM-SE AS NEGOCIAÇÕES DA RECOMPOSIÇÃO DE CARREIRAS DOS PROFESSORES

 

 

Conforme previsto na Declaração de Compromisso assinada, em 18 de novembro, entre o governo e as organizações sindicais de docentes, realizar-se-á na próxima sexta-feira, dia 15, pelas 10 horas, a primeira reunião do processo negocial relativo à designada recomposição da carreira.

Recorda-se que esta recomposição compreende três componentes: reposicionamento dos docentes que, tendo entrado na carreira durante o período de congelamento, ficaram retidos no 1.º escalão; descongelamento das progressões, que se realizará nos termos definidos para o conjunto da Administração Pública; recuperação do tempo de serviço perdido pelos professores ao longo de 9 anos, 4 meses e 2 dias de atividade desenvolvida.

 Esta primeira reunião, de acordo com a convocatória recebida pela FENPROF, terá lugar nas instalações da Direção-Geral da Educação, sitas na Avenida 24 de Julho, n.º 140, em Lisboa, nela participando todas as organizações que subscreveram a Declaração de Compromisso. Ainda de acordo com a convocatória recebida, a reunião destinar-se-á à apresentação dos dados relativos aos diferentes aspetos em análise no âmbito do modelo a negociar e à fixação do calendário negocial.

Fonte: FENPROF

COMEÇA HOJE [11.12] UMA SEMANA DE GREVE NA PETROGAL

A partir das 22 horas de hoje e até às 6 horas de dia 18, os trabalhadores da Petrogal (Grupo Galp Energia) estão em greve, em defesa da sua contratação colectiva e dos seus regimes de reforma e de saúde e exigindo que pare a brutal ofensiva da administração contra o Acordo de Empresa. Mas o protesto é também dirigido ao Ministério do Trabalho, que continua a favorecer o lado patronal.

A LUTA NÃO MARCA PASSO!

Num comunicado aos trabalhadores, a Fiequimetal refere que o Ministério do Trabalho continua a não cumprir o compromisso, assumido pelo próprio ministro, de reagendamento da reunião tripartida, para dar continuidade à negociação das justas e legítimas reivindicações dos trabalhadores.

Depois de ter desmarcado uma reunião que esteve agendada para 19 de Junho, e apesar da insistência da Fiequimetal e do Sicop, o Ministério continua a fazer ouvidos de mercador, em clara subserviência aos ditames da administração. Mesmo depois de nova insistência para o efeito, feita no dia 9 de Novembro por uma delegação de representantes dos trabalhadores que se deslocou ao Ministério, este continua a marcar passo e a não honrar os compromissos assumidos.

Já quando se trata de subscrever as posições patronais, o mesmo Ministério está sempre disponível, de caneta em punho, para assinar despachos anti-greve.

A greve, entre 10 e 18 de Dezembro, foi decidida nos plenários realizados no dia 14 de Novembro, na refinaria de Sines, no dia 15, na refinaria do Porto, e no dia 16, na sede da empresa, em Lisboa.

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GREVE NA THYSSENKRUPP SAI À RUA

Os trabalhadores da ThyssenKrupp Elevadores estiveram em greve por 24 horas, no passado dia 7 de Dezembro, com saída à rua, onde realizaram várias concentrações em Lisboa, Porto, Setúbal, Castelo Branco e Funchal.

A luta, organizada pela Comissão Intersindical da Fiequimetal na empresa, visa exigir garantia do emprego e aumentos salariais e contestar a degradação do Serviço Thyssen Maise o recurso ilegal ao localizador de viaturas.

O anunciado encerramento de um estabelecimento suscita preocupações quanto aos postos de trabalho nos serviços centrais da multinacional alemã em Massamá.

Com efeitos rectroactivos a Janeiro de 2017, é exigido um aumento do salário-base num mínimo de 30 euros.

Não houve qualquer acordo na negociação salarial para 2017 e também não foi acordada a reaproximação dos salários (para acabar com situações de discriminação em todas as categorias). Mas no final do exercício a ThyssenKrupp Elevadores apresenta mais de oito milhões de euros de lucros.

Os sindicatos - SIESISITE Centro-NorteSITE Norte e SITE Centro-Sul e Regiões Autónomas - acusam a direcção da empresa de ter uma postura de má fé nas negociações, uma vez que nunca apresentou uma contra proposta para celebrar um acordo.

A Comissão Negociadora Sindical apresentou em Novembro de 2016 o Caderno Reivindicativo para 2017, formalizou uma revisão da proposta em Fevereiro de 2017 e prontificou-se para reunir dez vezes até Novembro de 2017.

TRABALHADORES DO HOSPITAL DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA REAFIRMAM GREVE TOTAL PARA OS DIAS 4 E 5 DE DEZEMBRO!

 

 RESOLUÇÃO APROVADA PELOS TRABALHADORES

Os trabalhadores do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa (HVCP), no Plenário realizado em 27 de Novembro reafirmaram a sua determinação de manterem a Greve Geral decretada para os próximos dias 4 e 5 de Dezembro, na defesa do Acordo de Empresa (AE) e pela integração de todos os colegas subcontratados, no mesmo.

Os trabalhadores já estiveram em Greve no passado dia 8 de Junho e voltam de novo à luta, face ao impasse demonstrado pela Administração do HCVP, que apresentou a Denúncia do AE em Nov/2015 (numa base equiparada ao Código do Trabalho) e que ao longo do processo negocial iniciado em Fev/2016, após mais de 1 ano e 22 reuniões, não apresentou qualquer evolução.

Leia aqui a nota à comunicação social

FERROVIÁRIOS ALCANÇAM VITÓRIA


Em unidade na acção os trabalhadores conseguiram

UMA IMPORTANTE VITÓRIA

 

A União dos Sindicatos de Lisboa, associa-se ao SNTSF/FECTRANS e saúda todos os ferroviários pela sua determinação na luta contra a nova regulamentação ferroviária, luta que foi determinante para a obtenção de um acordo na reunião no Ministério do Planeamento e das Infraestruturas.

 Comunicado do SNTSF/FECTRANS

UMA HORA DE GREVE PARA PARAR A PRECARIEDADE!

No âmbito da Campanha Nacional Contra a Precariedade - Pelo Emprego com Direitos, o Sindicato de Cerâmica e Construção do Sul, realiza:

DIA 30 de NOVEMBRO (5ª feira) - das 07h30 às 08h30 

CONCENTRAÇÃO  (à porta da empresa)

RAUSCHERT PORTUGUESA, SA

(S. Domingos de Rana)

 Os objectivos desta greve são:

 EXIGIR:

  • A passagem a efectivos de todos os trabalhadores com vínculo precário que ocupam postos de trabalho permanentes.
  • O combate à externalização de serviços e sub-contratação de trabalhadores, com garantia de contratação directa para postos de trabalho que respondam a necessidades permanentes da empresa.

 

TRANSFERÊNCIA DA SEDE DO INFARMED

 

TRANSFERÊNCIA DA SEDE DO INFARMED NADA TEM A VER COM A DESCENTRALIZAÇÃO OU

DESCONCENTRAÇÃO DE SERVIÇOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

 A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, surpreendida perante a decisão do Governo de transferir, em 2019, a sede do INFARMED,IP, para o Porto, considera o seguinte:

1. Para a missão, competências e atribuições deste Instituto, não se perspectivam quaisquer vantagens pela transferência pretendida. Ao invés, este processo de mudança, só trará perturbações ao normal funcionamento do INFARMED,IP que se prolongarão no tempo.

2. O anúncio agora feito pelo Ministro da Saúde, nos termos em que o fez e sem qualquer processo de consulta ou negociação prévia, designadamente, com as estruturas representativas dos trabalhadores do INFARMED, IP, provocou no imediato um clima de insegurança quanto ao futuro, em quem ali trabalha, o que naturalmente terá reflexos no seu desempenho.

3. Este processo de transferência da sede do INFARMED, IP, para o Porto, não pode ser confundido com descentralização ou desconcentração de serviços da Administração Pública, mas tão só como uma mera alteração da localização dos serviços presentemente sediados em Lisboa.

4. E muito menos, com qualquer plano de deslocalização de serviços da Administração Pública para as zonas do País mais desfavorecidas, essas sim, carecidas de investimento e serviços públicos, bem como de emprego qualificado.

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CTT, GOVERNO E ANACOM COM RESPONSABILIDADE NA DEGRADAÇÃO DO SERVIÇO POSTAL


É através da comunicação social que Sindicatos, trabalhadores e populações têm conhecimento da real situação dos CTT. É lamentável que uma gestão paga “a peso de ouro” tenha levado os CTT-Correios de Portugal à degradação de um dos melhores serviços públicos do país.

Leia aqui o comunicado SNTCT/CTT

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