O TEMPO DE LUTA É AGORA!

A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Administração Pública promoveu no dia 12 de Outubro uma Vigília, entre as 16h00 e as 22h00, junto do Ministério da Saúde, para exigir a criação da carreira de Técnico Auxiliar de Saúde.

Os trabalhadores assistentes operacionais e administrativos da saúde são os trabalhadores que se encontram nas secretarias, nos guichet de atendimento, no atendimento telefónico, que nos dão as refeições, que nos ajudam nos cuidados de higiene, que nos acompanham quando somos transferidos de um serviço para outro, nas várias unidades de saúde do SNS. São também os trabalhadores mais mal pagos no SNS, que muitas vezes são obrigados a seguir turnos, a fazerem horas extraordinárias, porque não há pessoal, a trabalhar Sábados e Domingos, são eles que muitas vezes fazem a ponte entre o utente e os outros profissionais de saúde, um trabalho muito pouco valorizado para quem tem que ter alguma formação e lidam diariamente com pessoas que estão mais vulneráveis.

 

Em 2010, foi criada a profissão de Técnico Auxiliar de Saúde com o alegado objectivo de dar resposta e melhorar o nível académico dos ex-auxiliares de acção médica e a respectiva qualificação profissional. Sete anos após a criação desta profissão, nada foi feito para concretizar a sua implementação na administração pública, apesar de o curso já estar a ser ministrado em escolas públicas, centros e escolas de ensino profissional e privado, e no próprio IEFP e os seus estágios realizados em serviços públicos e enquadrados pelos assistentes operacionais.

A Federação exige a transição direta para a carreira de Técnico Auxiliar de Saúde, atendendo à vasta experiência profissional destes trabalhadores. A luta vai continuar e é já no dia 27 de Outubro na greve dos trabalhadores da Administração Pública.

ENCONTRO NACIONAL DA CGTP-IN ENCHEU O FORUM LISBOA!

Aprovada a Grande Manifestação para dia 18 de Novembro

O Forum Lisboa, encheu para o Encontro Nacional promovido pela CGTP-IN, no dia 10 de Outubro. Esta iniciativa realizou-se no âmbito do 47º aniversário da nossa Central sindical, foi exibido um filme que fez uma retrospectiva histórica internacional e nacional sobre o papel da luta dos trabalhadores pela melhoria das suas condições de vida e de trabalho.

Arménio Carlos na sua intervenção inicial fez alusão ao quadro político em que vivemos, valorizando um conjunto de avanços, salientou uma ligeira melhoria dos rendimentos e que esta contribuiu para o crescimento da economia e do emprego, mas que persistem enormes injustiças na distribuição da riqueza, e os baixos rendimentos e a pobreza, que abrange uma parte significativa da população, são problemas estruturais, entre outros, que justificam a ruptura com a política de direita.

Neste encontro foi lançado a petição Nacional no âmbito da Campanha CONTRA  A PRECARIEDADE-PELO EMPREGO COM DIREITOS. Para um Posto de Trabalho Permanente, um Vinculo de Trabalho Efectivo. Num país onde este flagelo atinge cerca de 1 milhão de trabalhadores que continuam com a sua vida em suspenso. Dada a situação, foi feito um apelo a todos os trabalhadores dos sectores privado e público, jovens, reformados e desempregados, para uma Grande Manifestação Nacional em Lisboa, no dia 18 de Novembro.

O Encontro saiu à rua e culminou no Ministério do trabalho para a entrega da Resolução aprovada, apela ao reforço da organização e unidade de todos os trabalhadores e à intensificação da acção e luta reivindicativa nos locais de trabalho, empresas e serviços.

TRABALHADORES DO PARQUE DA SAÚDE UNIDOS CONTRA O PAGAMENTO DO PARQUEAMENTO

Mais de uma centena de trabalhadores concentraram-se na entrada principal do Parque da Saúde a partir das 9h30 no dia 20 de Setembro. Os trabalhadores foram confrontados pelo Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL) e o Administrador do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) com a emissão de um regulamento onde se prevê que os trabalhadores passem a pagar o parqueamento de Viaturas.

O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses promoveram um abaixo assinado com mais de 900 assinaturas onde exigem: o parqueamento gratuito para todos os profissionais, por não haver outra alternativa, pois o parqueamento externo ao Parque da Saúde, não oferece quaisquer condições de segurança, considerando que os trabalhadores trabalham por turnos.

Os sindicatos referem ainda que não cabe aos trabalhadores financiar as obras que pretendem realizar no Parque da Saúde assim como não é da sua responsabilidade garantir a sua manutenção.  Esta responsabilidade é da entidade gestora, ou seja, do CHPL e do SUCH, dado que detêm um acordo de cooperação. Os trabalhadores pagam os seus impostos e não têm que disponibilizar, mais 15€ mensalmente para que a entidade gestora do espaço cumpra o seu papel. 

EXIDE OBRIGADA A REINTEGRAR TRABALHADOR COM VINCULO PRECÁRIO

O SIESI, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Eléctricas, moveu uma acção contra a EXIDE pelo facto desta ter despedido ilicitamente um trabalhador com vinculo precário, que ocupava um posto de trabalho permanente, sendo a sua respectiva função necessária ao normal e regular funcionamento da empresa, o trabalhador respondia directamente às orientações dadas pela EXIDE durante vários anos.

O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao sindicato e a EXIDE foi obrigada a reintegrar ao serviço um trabalhador que havia sido despedido.

Este é mais um exemplo da importância de estar sindicalizado, nos sindicatos da CGTP-IN, e de como é fundamental resistir e acreditar de que vale a pena lutar!

DESPEDIDOS DA EMEF: A LUTA NÃO PAROU!

Se nos próximos dias não houver resposta à reivindicação de anulação do despedimento dos 10 trabalhadores com vínculos precários da EMEF, dia 03 de Agosto, pelas 10h30, estaremos novamente, concentrados em frente à sede do Conselho de Ministros.

Entretanto vamos continuar com os contactos junto dos ministérios para que seja desbloqueado o processo de retorno dos 10 despedido à EMEF e que retomem o posto de trabalho permanente que ocupavam e onde fazem falta.

Com a saída destes trabalhadores cresceu o número de material imobilizado, com tradução na qualidade do serviço que é prestado e com custos finais mais elevados do que aqueles que resultam da permanência.

Todos reconhecem que é necessário resolver este assunto, mas o facto é que os trabalhadores continuam sem ocupação, quando deviam estar a desempenhar as suas funções nas oficinas da EMEF em Santa Apolónia.

VIGÍLIA DE GUARDAS-FLORESTAIS DO SEPNA/GNR E DO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) promove no dia 28 de Julho, entre as 11.00h e as 14.00 horas, uma vigília de dirigentes e de activistas sindicais de guardas-florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente e do Parque Florestal de Monsanto, junto ao Ministério da Administração Interna, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

Esta acção de luta tem por objectivo, exigir da Ministra da Administração Interna a abertura de negociações com a FNSTFPS, para a revogação da norma legal que extingue a carreira de Guarda-Florestal à medida que os lugares no mapa de pessoal civil da GNR forem vagando e para a atribuição dos suplementos pelo exercício de funções da carreira de guarda-florestal, pelo trabalho em equipa de protecção florestal e abono para falhas.

Aos dirigentes e activistas sindicais do SEPNA/GNR, irão juntar-se os do Corpo da Guarda-Florestal do Parque Florestal de Monsanto que, presentemente, lutam pela manutenção do seu estatuto de Guardas-Florestais, profundamente desvalorizado pela Câmara Municipal de Lisboa, que procura transformar estes trabalhadores numa mera polícia administrativa quando, actualmente, os mesmos têm a natureza de órgão de polícia criminal.

TRABALHADORES DO MINIPREÇO VOLTAM À GREVE

As negociações do Caderno Reivindicativo dos trabalhadores do Dia/Minireço terminaram e as resposta às reivindicações dos trabalhadores foram nulas ou insuficientes.

O CESP - Sindicato dos Trabalhadores dos Escritórios, Comércio e Serviços vai, por isso, repôr o pré-aviso de greve ao trabalho extraordinário e ao
trabalho normal em dia feriado, o qual se manterá, para todo o país, nas lojas e armazéns, até que a voz dos trabalhadores seja ouvida.

LUTA COM RESULTADOS - SUSPENSAS GREVES NO METROPOLITANO DE LISBOA

Perante o pré-aviso de greve no Metropolitano de Lisboa, para os dias 1 e 3 de Agosto, a administração apressou-se a dar algumas das respostas que há muito tempo se exigiam e, face a  isto, sem deixar de estar mobilizados para futuras lutas caso as outras respostas não cheguem, os trabalhadores, no plenário hoje realizado, decidiram não prosseguir com a greve nos dias indicados.

Apesar de algumas respostas importantes, continua a haver um problema de fundo criado pelo Governo: a falta de autorização de admissão dos trabalhadores necessários, na tracção, na manutenção e nas estações, que tem como consequência a degradação do serviço prestado aos utentes, o atraso na recuperação do material circulante, deficiente e/ou falta de atendimento nas estações.

Por isso, vamos continuar a intervir para a resolução dos problemas existentes e de cuja resolução resultará um serviço público de melhor qualidade.

A UNIÃO DOS SINDICATOS DE LISBOA PROMOVE ABAIXO-ASSINADO CONTRA A DEGRADAÇÃO DO METRO – POR UM TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE

A União dos Sindicatos de Lisboa, em conjunto com a FECTRANS e a Comissão de Utentes de Transporte públicos de Lisboa, lançaram um abaixo-assinado contra  o estado de degradação da rede do Metro e, em geral, a situação dos transportes públicos na cidade de Lisboa  que têm conhecido um profundo agravamento nos últimos anos, tornando a vida de todos aqueles que vivem, estudam ou trabalham em Lisboa num verdadeiro inferno.

São 7 as reivindicações que as organizações apresentam tais como: a reparação  e manutenção das linhas e material circulante, (20 carruagens paradas por falta de peças); a contratação de mais  trabalhadores, (nos últimos anos houve uma redução de cerca de 300 trabalhadores); a redução dos tempos de espera e o fim das constantes “perturbações” na linha, (é frequente haver tempos de espera superiores a 10 minutos); o funcionamento regular em todas as linhas, acabando com os percursos alternados e com as habituais reduções no serviço no período de Verão.

Lisboa, é uma cidade onde há um número significativo de idosos, muitos deles têm mobilidade reduzida,  a falta de manutenção e reparação das escadas rolantes e elevadores são obstáculos à população com mobilidade reduzida, de utilizar este meio de transporte colectivo, é urgente intervenções e obras necessárias para assegurar mais e melhores acessibilidades.

Com o encerramento para obras na estação de Arroios, deve ser assegurados percursos alternativos pela Carris para servir as populações enquanto.

As organizações exigem garantias de fornecimento de bilhética e redução dos preços. 

 

Descarregue aqui o Abaixo-Assinado

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