DIA 8 DE MARÇO VAMOS ESTAR NA RUA PARA ASSINALAR O DIA INTERNACIONAL DA MULHER!

DIA 8 DE MARÇO VAMOS ESTAR NA RUA PARA ASSINALAR O DIA INTERNACIONAL DA MULHER!No dia 8 de Março a União dos Sindicatos de Lisboa vai assinalar este dia com a realização de uma Tribuna de Rua, na Rua do Carmo, a partir das 14h30, sob o lema “É TEMPO DE EFECTIVAR A IGUALDADE”. Vamos reivindicar de forma a dar visibilidade aos principais problemas que afectam as mulheres trabalhadoras, a partir dos locais de trabalho, com exemplos concretos.

 

 

Esta iniciativa está integrada na Semana da Igualdade organizada pela CGTP-IN de 6 a 10 de Março. 5 DIAS 5 TEMAS:

6 de Março – 2ª feira: Igualdade salarial entre mulheres e Homens.

7 de Março – 3ª feira: Direitos de Maternidade e paternidade

8 de Março – Conciliação da vida profissional com a vida familiar e pessoal.

9 de Março – Condições de trabalho das mulheres – (Assédio Moral e as doenças Profissionais)

10 de Março – 6ª Feira precariedade no trabalho das Mulheres

Sob o lema “Valorizar o Trabalho – Efectivar a Igualdade”, a CGTP-IN organiza a Semana da Igualdade, entre 6 e 10 de Março, com concentrações, marchas, tribunas de rua, debates, plenários com trabalhadores de diversos sectores, num extenso e variado programa, em todo o país.

Para além das comemorações do Dia Internacional da Mulher, em 8 de Março, o objectivo é dar visibilidade a 6 temas específicos: igualdade salarial, direitos de maternidade e paternidade, conciliação entre o trabalho e a vida familiar e pessoal, doenças profissionais, assédio e precariedade do trabalho.

Os dados de 2016 demonstram que a diferença no ganho médio mensal entre homens e mulheres é de 21,3%, em desfavor destas. Quem ganha com esta discriminação é o patronato. Vamos lutar pela eliminação das desigualdades salariais, através do combate às discriminações directas e indirectas e pelo aumento geral dos salários.

Os ataques aos direitos de maternidade e de paternidade continuam a existir. Há que intervir no sentido da efectivação e do respeito pelos direitos de maternidade e paternidade em todos os locais de trabalho.

O tempo total de trabalho não se esgota no tempo afecto ao exercício profissional, havendo ainda que considerar o tempo de deslocação de casa para o trabalho e vice-versa. São as mulheres quem mais tempo dedica às tarefas domésticas e à prestação de cuidados a filhos/as e a outros familiares dependentes. O melhor caminho para a conciliação entre o trabalho e a vida familiar e pessoal passa pela redução do horário de trabalho e pela partilha das responsabilidades familiares.

Num estudo recente, mais de 850 mil pessoas já foram assediadas moralmente no emprego. A maioria foram mulheres. É tempo de identificar, denunciar e romper com o assédio ou tortura psicológica no trabalho.

Fruto dos ritmos de trabalho intensos e das formas de organização do trabalho, as mulheres são as mais afectadas pelas doenças profissionais, em particular, por lesões músculo-esqueléticas. É imperioso prevenir e eliminar as causas das doenças profissionais e garantir a defesa da saúde no trabalho e no emprego.

As mulheres, em especial as jovens trabalhadoras, são particularmente afectadas pela precariedade no trabalho, com todas as repercussões negativas que tal implica para as suas vidas. Exigir um contrato de trabalho efectivo, é um direito acrescido para todas a mulheres com vínculos precários.

Cabe-nos intervir mais e melhor, pois a igualdade de oportunidades e de tratamento não está consolidada.

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