TRABALHADORES DO COMPLEXO DE MARVILA EXIGEM RESPOSTAS URGENTES AOS SEUS PROBLEMAS!

No âmbito do plenário convocado pelo STML, os trabalhadores do Complexo de Marvila concentraram-se hoje, dia 24 de Janeiro nos Paços do Concelho. O objetivo desta ação de denúncia e protesto passou pela entrega ao Presidente da CML de um abaixo-assinado exigindo a resolução dos problemas que os atingem nos seus direitos, concretamente no plano das suas condições de trabalho. Neste local de trabalho, operando no período diurno e noturno, laboram aproximadamente 60 trabalhadores no desempenho de várias funções, maioritariamente conotadas à Limpeza Urbana (remoção de resíduos sólidos).


Recebidos pelo Vice-Presidente da CML, Duarte Cordeiro, foi assumido a realização de uma reunião nos próximos dias no Complexo de Marvila com os trabalhadores, STML e Chefias várias da Direcção Municipal da Higiene Urbana. Soluções urgentes equacionam-se face aos problemas identificados, passando impreterivelmente por decisões visíveis e consequentes.

Relembramos, no essencial, os fundamentos e as reivindicações do documento subscrito por cerca de 80% dos trabalhadores deste local de trabalho.

No Complexo de Marvila as condições do atual edificado e a ausência de uma eficaz organização dos materiais e equipamentos aí armazenados têm nos últimos meses provocado profundos constrangimentos aos trabalhadores afetos a este local de trabalho da responsabilidade da DMHU/DHU/DLU.

Considerando não estarem reunidas e muito menos respeitadas as condições de saúde, segurança e higiene no trabalho, há muito identificadas pela própria Câmara Municipal através dos relatórios produzidos pelo Departamento de Saúde, Higiene e Segurança (DSHS), não se compreende como se tem protelado a resolução dos inúmeros problemas que afetam negativamente a vida de quem diariamente exerce as suas responsabilidades profissionais neste local de trabalho.

Verifica-se, a título de exemplo, a ausência de um espaço condigno para refeições ou de um espaço de lazer. Acresce, atual e objetivamente, um local apropriado à informação sobre a organização do trabalho, nomeadamente no que é denominado pela 'hora do ponto', momento em que são atribuídas os circuitos a realizar e respetivas equipas. Observa-se ainda o facto de muitas vezes os trabalhadores serem impelidos a esperar em espaço aberto, sujeitos às intempéries típicas desta época do ano. Soma-se a existência de uma caldeira que não responde eficazmente, em termos de quantidade de água quente, face ao atual número de trabalhadores (do período diurno e noturno).Agravam-se por esse motivo, com a chegada do inverno (frio e chuva), os riscos evidentes para a sua saúde e integridade física.

 Em termos mais globais, a falta de pessoal e a existência de meios mecânicos inadequados, ineficientes ou mesmo sem condições mínimas para circular na via pública, têm contribuído para uma degradação inadmissível das suas condições de trabalho.

Pelo exposto os trabalhadores afetos ao Complexo de Marvila, exigem:

  • A imediata resolução dos problemas de edificado, criando condições para a existência condigna de um espaço para refeições e de lazer.
  • Respeito na íntegra dos imperativos sobre as condições de saúde e segurança no trabalho, salvaguardando por esta via direitos consagrados legalmente.

GRANDE DEMONSTRAÇÃO DE RESISTÊNCIA, UNIDADE E LUTA DAS TRABALHADORAS DA TRIUMPH!

A União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP-IN,  acompanhou de perto e viveu a angústia dos 463 trabalhadores, da fábrica da Triumph, esmagadora maioria mulheres, apoiadas pelo Sindicato dos Têxteis, deram uma demonstração de resistência, unidade e luta, após estarem desde Novembro de 2017,  sem receber salário, não desarmaram durante 20 dias consecutivos à porta da empresa, para que não saísse nada das instalações da Fábrica.

Passaram dias e noites frias, apenas abrigadas por umas lonas, aquecidas por um fogareiro e pela solidariedade prestada pela população, pequeno comércio local e trabalhadores, e também do Movimento Sindical Unitário da CGTP, que com elas estiveram durante 24 horas.

 Chegou ao fim, uma das etapas da luta das  trabalhadoras da Triumph! Foi finalmente decretado pela administradora, nomeada pelo tribunal, a insolvência da empresa.

As trabalhadoras já podem finalmente requerer o subsidio de desemprego ou o fundo de garantia salarial.

 A USL, em conjunto com a CM de Loures, está a organizar um concerto solidário com artistas nacionais, dia 18 de Fevereiro, pelas 16h00, no Pavilhão do Sport Grupo Sacavenense. A receita da venda dos bilhetes, será para ajudar as trabalhadoras.

Entretanto foi aberta uma conta solidária no Montepio Geral com o NIB 0036 0160 99100083668 86, para as despesas mais imediatas.

O problema não termina aqui, é necessário e urgente procurar alternativa, colocar a Fábrica a funcionar e os trabalhadores a produzir.

CAMPANHA "VALORIZAR O TRABALHO - VALORIZAR OS TRABALHADORES, ESTEVE NA SAINT-GOBAIN!

Prosseguem as ações da Campanha “Valorizar o Trabalho – Valorizar os Trabalhadores - uma campanha de direitos centrada nos locais de trabalho, que reforça os sindicatos e a sua acção na defesa dos direitos dos trabalhadores; que reforça a ligação da CGTP-IN e das suas estruturas a quem trabalha; que incrementa a capacidade de intervenção e luta dos trabalhadores e trabalhadoras pelo direito ao trabalho com direitos e por uma sociedade mais justa, num Portugal com futuro.

Hoje, dia 22 de Janeiro, a Campanha esteve com os trabalhadores da Saint-Gobain.

 

 

9 MIL ASSINATURAS PELA RENACIONALIZAÇÃO DOS CTT, ENTREGUES NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA

Ontem, 17 de Janeiro, uma delegação do SNTCT, entregou na Assembleia da Republica, a Petição pela Renacionalização dos CTT enquanto os restantes membros da Direcção Nacional do SNTCT e Delegados Sindicais aguardavam no exterior.

Por impossibilidade de agenda do Senhor Presidente da Assembleia da República, o Sindicato foi recebida pelo Vice-Presidente Dr. Jorge Lacão.

 

 

A luta pela defesa do serviço postal público, vai continuar!

 

TRABALHADORES DO GRUPO ÁGUAS DE PORTUGAL EM LUTA!

Sob a palavra de ordem «OE 2018 - mais do mesmo, não!» os trabalhadores das empresas do Grupo Águas de Portugal, com os seus sindicatos (SITE E STAL) realizaram uma concentração-desfile no dia 10 de Novembro, em Lisboa, em frente à sede da EPAL.

Esta acção de luta tem como objetivos exigir aumentos dos salários (4% garantindo um mínimo de 60 euros), uniformização de direitos para todos os trabalhadores das empresas do grupo, e cumprimento do direito à contratação colectiva.

 No período da tarde, os trabalhadores rumaram em desfile até à Assembleia da República, onde está em discussão o Orçamento do Estado para 2018.

HÁ DIREITO A 14 MESES DE RETRIBUIÇÃO - REJEITA O PAGAMENTO DOS SUBSÍDIOS DE NATAL E FÉRIAS EM DUODÉCIMOS!

HÁ DIREITO A 14 MESES DE RETRIBUIÇÃO - REJEITA O PAGAMENTO DOS SUBSÍDIOS DE NATAL E FÉRIAS EM DUODÉCIMOS!O Orçamento do Estado para 2017, Lei nº 42 publicada hoje, dia 28 de Dezembro de 2016, dispõe novamente, que no sector privado os subsídios de Férias e Natal serão pagos 50% por inteiro e 50% em duodécimos, numa lógica de continuar reduzir a retribuição dos trabalhadores para 12 meses. No entanto, se o trabalhador quiser pode fazer valer o pagamento dos respectivos subsídios por inteiro, nos termos da contratação colectiva e do Código do Trabalho, bastando para tal, enviar uma declaração à administração da empresa, com essa sua vontade (DESCARREGAR AQUI A DECLARAÇÃO). Essa declaração tem que ser enviada para as entidades patronais nos 5 dias seguintes à entrada em vigor do Orçamento do Estado (até ao dia 6 de Janeiro). Resistir ao pagamento dos subsídios de Férias e de Natal em duodécimos é defender a sua própria existência!

Falecimento de José Vasques

É com grande pesar que informamos o falecimento do nosso camarada José Vasques, membro da Direcção Distrital da USL, desde 2007, e destacado dirigente do SITE/CSRA. O velório do camarada José Vasques realiza-se hoje, dia 21, a partir das 16h00 na Igreja da Baixa da Banheira e o funeral sai amanhã, dia 22, às 16h00, para o cemitério de Pinhal do Forno, na Moita.

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ACTO PÚBLICO - 8 DE JULHO - SIM À PAZ! NÃO À NATO! PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO EM VARSÓVIA

ACTO PÚBLICO: SIM À PAZ! NÃO À NATO! PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO EM VARSÓVIAO Conselho Português para a Paz e Cooperação, a União dos Sindicatos de Lisboa/CGTP e um conjunto de outras organizações em defesa da paz e solidariedade subscrevem uma posição conjunta contra a realização da Cimeira da NATO, que se vai realizar em Varsóvia, no próximo dia 8 de Julho. No mesmo dia na Rua do Carmo, em Lisboa, vai se realizar uma acção conjunta, às 18 horas, contra a Cimeira da NATO e em defesa da Paz. Como é reconhecido, a NATO e os seus membros intervieram directamente ou apoiaram intervenções militares em países da Europa, do Médio Oriente, de África e da Ásia Central. A NATO bombardeou a Jugoslávia e é responsável pela desestabilização, violência e guerra que marcam hoje a realidade do Iraque, da Líbia, da Síria, do Afeganistão ou da Ucrânia. Ao contrário do que foi anunciado, por muitos Orgãos de comunicação social, em nenhumas destas intervenções o objectivo ou o resultado foi a paz, a Democracia para os seus povos, mas a morte a destruição, o drama de milhões de refugiados, assim como o aumento do domínio sobre os seus recursos por parte de grandes empresas de países membros da NATO.

GREVE NA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA A 1 DE JULHO

GREVE NA SANTA CASA DA MISIRICÓRDIA DE LISBOA A 1 DE JULHOOs trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa marcaram uma greve de 24 horas para o dia 1 de Julho, com o objectivo de lutar pela valorização do trabalho e salários, progressão na carreira para todos, pela estabilidade de emprego e reforço de pessoal, por direitos iguais no horário de trabalho e férias para todos e contra as propostas que visam reduzir ainda mais os direitos.

REFERENDO NO REINO UNIDO: HÁ QUE RESPEITAR O VOTO SOBERANO DO POVO!

REFERENDO NO REINO UNIDO: HÁ QUE RESPEITAR O VOTO SOBERANO DO POVO!O resultado do referendo no Reino Unido representa uma profunda derrota para os interesses do grande capital britânico, bem como para todos os seus aliados da União Europeia, EUA, FMI e NATO, que tudo fizeram para condicionar a expressão da livre vontade do povo britânico, ingerindo-se descaradamente na campanha. Independentemente das motivações próprias relacionadas com a política interna no Reino Unido, este resultado confirma também a rejeição das politicas federalistas e neoliberais impostas aos trabalhadores e aos povos da União Europeia, políticas consubstanciadas em Tratados como o Tratado de Lisboa, o Tratado Orçamental, bem como a União Económica e Monetária, a Governação Económica o Semestre Europeu e o seu cortejo de medidas ditas de austeridade, de ataque aos direitos laborais e sociais, que têm conduzido ao aumento da exploração e ao empobrecimento dos trabalhadores e dos povos.

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